(((o))) ALDEIA MUNDUS-(Rivaldo R. Ribeiro:José Bonifácio-SP)-Nature and Environment



Opinião/Notícias


 
 

Eu queria um lugar no mundo...

 

Eu queria um lugar no mundo, onde fosse realmente meu, mas infelizmente nenhum ser humano pode afirmar isso, porque todos somos muitas vezes algozes da nossa própria raça outras vezes heróis. Mesmo que não queremos, ocupamos um espaço, cada um de nós somos invasores e ocupantes de algum espaço...

Olhando uma águia solitária planando sendo levada pelas correntes de ar, quem não a admira?
Sentimos o desejo de viver um pouquinho da liberdade que faz parte da sua natureza...



Entre nós não somos livres....



Rivaldo R. Ribeiro.







 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h53
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Loucura humana em José Bonifácio-SP: Agressão a um cão com objeto cortante, provavelmente um facão.

 

Amigas protetoras de animais postaram no Facebook fotos onde elas davam conta da agressão covarde do cãozinho (foto) por alguém difícil de classificar o seu estado psicológico e de maldade.

Pela forma do corte suspeita que o agressor usou um facão,  o cãozinho foi levado a clínica Pet World-José Bonifácio-SP- veterinária Pamela Christina Rosa na tentativa de salva-lo, mas não foi possível devido a gravidade do ferimento e a idade do animal.

A comoção e revolta na cidade correu pelas redes sociais, onde nota-se que a população está bastante consciente sobre o problema dos cães abandonados e sua proteção.   

Basta que as autoridades tomem medidas para resolver uma situação que está entre saúde pública e defesa dos animais. .

Isso porque os cães e tantos outros animais não vão desaparecer da face da Terra, se Deus quiser eles vão sempre existir.

Imaginem a raça humana solitária nesse planeta, seria uma imagem apocalíptica e de terror, portanto sempre contamos com os animais  para nossa companhia, fazem parte das nossas vidas. Queiram ou não os psicopatas de plantão.

 

Fotos retiradas do Facebook da protetora de animais Alessandra Modeneze-José Bonifácio-SP.

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 18h12
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Governo do Estado divulga ranking ambiental. Programa Município VerdeAzul- Má notícia para José Bonifácio-SP o município atingiu apenas 20,72 pontos.

 

 

O MUNICÍPIO DE JOSÉ BONIFÁCIO-SP MAIS UMA VEZ NÃO ALCANÇOU A PONTUAÇÃO PARA SER AGRACIADO COM O SELO VERDE DO PROGRAMA ESTADUAL " MUNICÍPIO VERDEAZUL".

A MÁ NOTÍCIA É QUE ESTAMOS REGREDINDO:

EM 2012 FICAMOS EM 197 LUGAR COM 66,06 PONTOS,

EM 2013 FICAMOS EM 351 LUGAR COM 38 PONTOS.

E AGORA EM 2014 CONSEGUIMOS APENAS 20,72 PONTOS FICANDO EM 440 LUGAR ENTRE MUNICÍPIOS PAULISTAS.

Vereadores, executivo e cidadãos isso é LAMENTÁVEL, pois através dessa baixíssima classificação no programa ambiental paulista leva a nossa cidade a ser vista como se fôssemos uma sociedade desleixada no trato com a natureza e meio ambiente, além disso o município não é contemplado com recursos que estão previstos no programa VerdeAzul. 


Isso é bom para nossa imagem???

As 10 diretivas, onde os municípios concentram seus esforços para desenvolvimento da agenda ambiental são: 

01-Esgoto Tratado, 
02-Resíduos Sólidos, 
03-Biodiversidade, 
04-Arborização Urbana, 
05-Educação Ambiental, 
06-Cidade Sustentável, 
07-Gestão das Águas, 
08-Qualidade do Ar, 
09-Estrutura Ambiental e 
10-Conselho Ambiental.

A Secretaria do Meio Ambiente, por sua vez, oferece capacitação técnica às equipes locais e lança anualmente o Ranking Ambiental dos municípios paulistas.

Veja no LINKS abaixo a classificação dos municípios: 

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h33
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67 MUNICÍPIOS FORAM PREMIADOS NO PROGRAMA " MUNICÍPIO VERDEAZUL DA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO ESTADO DE SÃO PAULO", José Bonifácio consegue 38 pontos ficando em 351 no ranking.

 

 

 

JOSÉ BONIFÁCIO (SP), alcançou apenas 38 pontos no programa da Secretaria do Meio Ambiente  Estado de São Paulo MUNICÍPIO VERDEAZUL, ficando em 351 lugar entre os municípios paulistas.

Ficando atrás de municípios menores, entre eles os vizinhos:
Adolfo.......(63 pontos)
Planalto.... (67 Pontos)
Bady Bassit  (65,8 Pontos)
Nipoã....... (64 Pontos)
Jaci......... (50 PONTOS)

QUANDO VAMOS MELHORAR?

Não é apenas um questão do Poder Público, a cidadania também tem sua responsabilidade nessa CONSTRANGEDORA PONTUAÇÃO.

Confira nos links:
http://www.ambiente.sp.gov.br/wp-content/uploads/2013/12/Ranking-Final.pdf 
http://www.ambiente.sp.gov.br/municipioverdeazul/

 

PROGRAMA MUNICIPIO VERDE/AZUL

 

RANKING E NOTA

1 SOROCABA=96,5

2 NOVO HORIZONTE=95,0

3 SANTA ROSA DE VITERBO=95,0

4 JUNDIAÍ=94,5

5 AMERICANA=94,1                 

6 IBIRAREMA=92,0                           

7 SANTA ADÉLIA=92,0               

8 BROTAS=90,0                             

9 VOTUPORANGA=90,0

10 BOTUCATU=90,0

11 GABRIEL MONTEIRO=90,0

12 FRANCA=90,0

13 PIACATU=90,0

14 CAMPINAS=89,5

15 BARRETOS=89,0

16 DIRCE REIS=89,0

17 TANABI=88,0

18 LENÇÓIS PAULISTA=88,0

19 GUZOLÂNDIA =88,0

20 CERQUILHO=88,0

21 ITU=87,0

22 QUADRA=87,0

23 CARAGUATATUBA=86,5

24 ATIBAIA=86,5

25 VOTORANTIM=86,3

26 SÃO FRANCISCO=86,0

27 MIRA ESTRELA=86,0

28 VALENIM GENTIL=86,0

29 SANTA BÁRBARA D´OESTE=85,6

30 TARABAI=85,5

31 TAMBAÚ=85,0

32 CAJOBI=85,0

33 VALPARAÍSO=85,0

34 PEREIRA BARRETO=85,0

35 COSMORAMA=84,8

36 SERTÃOZINHO=84,3

37 SANTA ERNESTINA=84,0

38 DRACENA=84,0

39 FERNANDO PRESTES=84,0

40 LINS=84,0

41 SÃO JOSÉ DO RIO PRETO=83,5

42 ADAMANTINA=83,3

43 SÃO JOÃO DO PAU D´ALHO=83,3

44 SANTA FÉ DO SUL=83,0

45 BASTOS=83,0

46 SÃO BENTO DO SAPUCAÍ=83,0

47 CAPELA DO ALTO=83,0

48 MACATUBA= 83,0

49 MAGDA=83,0

50 FERNANDÓPOLIS=82,0

51 ITAPIRA=82,0

52 POPULINA=82,0

53 AVANHANDAVA=82,0

54 GUARAÇAÍ=81,6

55 BERTIOGA=81,0

56 NOVA GUATAPORANGA=81,0

57 SANTA CLARA D´OESTE=81,0

58 PIRANGI=81,0

59 ARARAQUARA=81,0

60 SANTOS=80,5

61 DOLCINÓPOLIS=80,0

62 CONCHAS=80,0

63 FLOREAL=80,0

64 MURUTINGA DO SUL=80,0

65 BORBOREMA=80,0

66 POTIRENDABA=80,0

67 JAGUARIÚNA=80,0

68 MIRANDÓPOLIS= * 83,0

69 ITANHAÉM= * 82,0

70 GENERAL SALGADO= * 82,0

71 IACANGA= * 80,0

 * = não foram certificados  pois receberam nota  inferior ao necessário em um dos quesitos

 

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h07
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Fiscalização flagra canavieiros expostos a agrotóxicos no interior de São Paulo

 

 

Trabalhadores tinham roupas de proteção e luvas rasgadas. Alimentos e equipamentos eram guardados junto com veneno a ser aplicado

 

Por Verena Glass, da Agência de Notícias Repórter Brasil.

 

Entre os dias 23 e 27 de janeiro, o Grupo de Fiscalização Rural ligado à Gerência Regional do Trabalho e Emprego de Ribeirão Preto realizou uma fiscalização em quatro importantes usinas nesta região do interior de São Paulo, conhecida como a Califórnia Brasileira por sua pujança econômica. O foco foram denúncias de problemas trabalhistas relacionadas ao plantio e à aplicação de agrotóxico nos canaviais.

  

Trabalhadores que aplicavam veneno na plantação trabalhavam com as luvas de proteção rasgadas. Fotos: Divulgação/MTE

 

De acordo com o auditor fiscal Antonio Avancini, já na primeira usina fiscalizada, Santa Rita S/A – Açúcar e Álcool, em Santa Rita do Passa Quatro, foram lavrados 37 autos de infração por irregularidades. Entre elas, o não recolhimento de FGTS; excesso de jornada de trabalho; não concessão de descanso regular entre jornadas (a empregadora não obedece ao intervalo mínimo de pelo menos 11 horas entre uma jornada de trabalho e outra); trabalho nos feriados; não fornecimento gratuito, como previsto em lei, de  ferramentas adequadas ao trabalho, como enxadas e enxadões; transporte de agrotóxicos no mesmo compartimento que continha alimentos ou utensílios de uso pessoal dos trabalhadores; roupas, luvas e demais equipamentos utilizados pelos trabalhadores que aplicam os agrotóxico rasgados e danificados, expondo-os à contaminação; entre outros.

 

A equipe verificou que, no Livro de Inspeção da empresa, consta o registro de uma fiscalização do Grupo Rural Estadual realizada em junho de 2007, com a emissão de nove Autos de Infração. “As mesmas irregularidades, exceto uma delas (realização de pausas), foram constatadas e autuadas na inspeção atual. Constam também no Livro diversas inspeções por auditor da Gerência Regional do Trabalho e Emprego de Ribeirão Preto, com autuações reiteradas por não recolhimento de FGTS, infração pela qual a usina foi novamente autuada”.

 

Segundo os fiscais, os trabalhadores eram dividos entre os da “indústria” e os “rurais”e recebiam tratamento diferenciado. Os ônibus que transportam os empregados na indústria são muito melhores que os dos trabalhadores rurais, por exemplo. Os trabalhadores rurais também recebem em cheque (sem tempo para descontá-lo em horário bancário) e não em depósito bancário (conta salário), como os industriais. Com isso, são obrigados a trocar os cheques no comércio, que cobra uma “taxa de serviço”, causando perdas salariais.

 

 Enquanto canavieiros comiam marmitas frias em condições inadequadas empregados do setor industrial recebem alimentação da usina

 

Na frente de plantio de cana, “enquanto os operadores de máquina recebiam alimentação quente (almoço) trazida por uma van do restaurante da usina, os plantadores de cana, na mesma frente, se alimentavam em marmitas já frias, de alimentos trazidos de casa, elaborados na noite anterior ou por volta de 4 ou 5 horas daquela manhã”, relataram os fiscais.

 

Pontos de vista

Em março de 2007, o então presidente Luis Inácio Lula da Silva, fez uma declaração bombástica: “Os usineiros de cana, que há dez anos eram tidos como se fossem os bandidos do agronegócio neste país, estão virando heróis nacionais e mundiais, porque todo mundo está de olho no álcool. E por quê? Porque têm políticas sérias”. À época, as palavras de Lula foram recebidas com incredulidade por muitos.

 

O caso específico da usina Santa Rita apresenta detalhes curiosos nesse sentido. Em 2003, por exemplo, o proprietário da empresa, Nélson Affif Cury, foi preso pela policia de Araraquara, acusado de fraudar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em pelo menos R$ 69 milhões.

 

Em fevereiro deste ano, a Justiça Federal voltou a condenar Affif a dois anos e oito meses de reclusão pelo não recolhimento, aos cofres públicos, das contribuições previdenciárias descontadas de pagamentos de seus empregados. A denúncia contra Affif, feita pelo Ministério Público Federal (MPF), incluía o filho e sócio do usineiro, Marcelo Zacharias Affif Cury; o MPF deve recorrer da decisão inicial da Justiça de excluí-lo da condenação. (Curiosidade: Desde 2007, Marcelo responde a um processo criminal em que é acusado pelo disparo de tiros que resultaram na morte de duas pessoas e no ferimento de uma terceira em um bar de Ribeirão Preto (SP); em janeiro deste ano, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que o caso deve ser levado a júri popular).

 

Tanque de veneno

De modo geral, avalia o auditor fiscal Antonio Avancini, o comportamento do setor sucroalcooleiro não mudou muito nos últimos tempos, no que tange o tratamento dispensado aos trabalhadores e o respeito à legislação trabalhista. “Não tenho números exatos, mas o passivo trabalhista atual da usina Santa Rita passa dos R$ 25 milhões. Enquanto isso, os usineiros estão muito bem. Têm helicóptero, barco… o patrimônio vai muito bem”.

 

 Imagem aérea da sede principal da Usina Santa Rita. Propriedade é uma das maiores do município de Santa Rita do Passa Quatro Clique para ver no Wikimapia 

Segundo Avancini, apesar dos avanços tecnológicos e da mecanização na cana, “na ponta, no campo, o trabalho continua precarizado. A jornada de trabalho continua exaustiva; operadores de colheitadeiras trabalham 12 horas em São Paulo, de dia e de noite, sem descanso. Em Goiás, a fiscalização flagrou uma usina cujos motoristas trabalharam 24 horas ininterruptamente”. “E veja”, prossegue Avancini, “o desdém da diretoria da Santa Rita foi tanto que não apareceu ninguém para receber os autos de infração. Não se importam mesmo, não é?”.

 

No dia da inspeção, assim que a equipe de fiscalização chegou à frente de aplicação de agrotóxicos de um dos canaviais da usina, observou um trator que rebocava uma carreta com um tanque de veneno. “A empresa ‘adaptou’ um banco sobre o tanque e dois trabalhadores eram transportados ali”, relatam os fiscais. Afora a ameaça à saúde e à integridade física dos trabalhadores, os auditores se doeram com algo que, ao que parece, nunca preocupou os usineiros: conforto. E isso lhes valeu mais uma autuação “por realizar o transporte de trabalhadores em veículo adaptado que não possuía assentos revestidos de espuma, com encosto e cinto de segurança”.

  

Trabalhadores eram transportados em cima do tanque de veneno, em um banco adaptado sem cintos de segurança ou qualquer mecanismo de proteção

 

EcoDebate, 13/02/2012

 

[ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ]

 

Fonte: http://www.ecodebate.com.br/

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h12
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Santa Casa de Misericórdia de José Bonifácio

Santa Casa de Misericórdia de José Bonifácio: Seguranças agem com truculência. 

 “Hoje (11/11/2011) eu senti na pele a diferença de ser pobre ou rico.”

 O caso ocorreu num dos dias mais felizes da minha vida e com certeza de todas as pessoas envolvidas: parentes e amigos. O nascimento da nossa primeira neta, isso por parte das duas famílias, se Deus quiser a primeira de outros tantos.

 O parto foi realizado na Santa Casa daqui de José Bonifácio onde fomos atendidos por uma excelente equipe médica, enfermeiras e enfermeiros. Um atendimento clínico com alto grau de profissionalismo e dedicação até o ultimo momento que meu filho e minha nora saíram do hospital. Não acreditava que estava na tão criticada Santa Casa.

Ação da segurança do hospital:   

Mas houve uma exceção que precisa ser corrigida, foi o momento que fomos interpelados por um segurança de forma grosseira, truculenta, com o objetivo de nos intimidar como se fossemos pessoas baderneiras e de má índole. Tentei contornar a situação dizendo  a ele que permitiram que ficássemos ali até o termino do parto para que víssemos a criança, pois era grande a nossa ansiedade, acredito ser natural num caso desse. Até nesse ponto a conversa apesar de áspera corria quase normal, mas...

 O ponto crucial foi quando disse a ele que a cirurgia cesariana seria paga, se nesse caso não seria permitida a nossa presença ali?

 Nesse momento aconteceu algo que abomino: a diferença de tratamentos.

 O segurança teve uma mudança de comportamento de 360 graus: ficou amável, cordato e prudente. Nesse ponto eu fiquei enojado, indignado e perdi a paciência (comportamento o qual em muito me envergonho), não pelo fato da proibição da nossa estada ali, mas na forma de tratamento diferenciada daquele senhor despreparado depois que soube que éramos pagantes da cirurgia cesariana... 

Não somos ricos, sou funcionário municipal, minha renda é apenas meu salário base e um aluguel de imóvel que meu pai deixou de herança (Um pequeno salão comercial).

 Meu filho, o pai da criança trabalha muito numa empresa da cidade desde os 15 anos, (hoje está com 26 anos) para seu sustento e agora da sua nova família. Entretanto somos uma família organizada e fazemos de tudo para que um membro da família tenha um tratamento adequado e respeitoso na hora de alguma necessidade de saúde ou outra emergência.

 Vi ali em que sociedade nós vivemos, um homem que com certeza deve ser como eu, trabalhador, ter uma reação agressiva porque supunha que éramos paciente exclusivo do SUS. E mudar de atitude quando me apresentei como pagante dos serviços médicos.

 É lamentável e muito triste que vivemos num mundo e que o amor humano é dessa forma deixado de lado. Apenas o símbolo materialista do dinheiro tem importância. 

 Nesse caso se a norma do SUS não permitia a nossa presença ali (Caso o parto fosse gratuito), que fossemos respeitados com dignidade nos informando as regras com educação, com certeza acataríamos sem nenhum problema.

 Reclamei com a enfermeira chefe, pois ele disse que a ordem partiu dela e nesse momento o pobre homem estava manso como um cordeiro, ela ficou calada e apenas me ouviu, depois afirmou que levaria o caso para diretoria, espero que sim. Somos gente e não animais dos estábulos expulsos quase a chicote por ser apenas pobres.

 Fico pensando nas pessoas simples, humildes e tímidas, como sofrem!  Pessoas que são incapazes a uma reação diante de uma bestialidade como essa. Agora compreendo os "quebra paus" que dizem que acontece na Santa Casa, “toda reação vem de uma ação.” Lembrem-se disso.

 Ressalto aqui (Já nesse momento tudo em paz e resolvido)  o meu elogio e agradecimento a atende CLAUDIA que profissionalmente e com muita educação soube nos dizer que não era permitida a permanência de mais duas pessoas diante do berçário para observar a nossa pequena neta que já nesse momento havia nascido para esse mundo, que temos a obrigação de mudar, para que ela e outros que virão não sofram a humilhação de ser apenas pobres.

  Enfim, apesar do incidente, me encontro feliz e realizado, a vida deu-me de presente a vitória de ser pai de um casal de filhos lindos e que me dão apenas alegrias e agora avô de uma princesinha.

 E ao segurança que não quero informar o seu nome, para não prejudicá-lo diretamente, mas que a direção do nosso Hospital compreenda que somos todos irmãos e precisamos da ajuda desse hospital nas horas felizes e nas tristes.

 

 E que a enfermeira chefe faltou-lhe discernimento básico hospitalar, nas atitudes que deveriam tomar diante dos usuários do hospital:  

a)Convencimento de forma diplomática das normas que regem o estabelecimento em cada caso.

b)Evitarem falhas no julgamento não permitindo dessa forma que haja preconceito em nível social, cultural, econômico, religioso ou de cor, prejudicando a integridade física e psíquica.

c)Induzir seus comandados a um comportamento de civilidade, evitando ações grosseiras inconcebíveis num ambiente hospitalar, que venha causar aos usuários vexames que poderão causar traumas psíquicos dando vez a um processo judicial de danos morais ou de direito ao consumidor.

d)Um incidente de responsabilidade da administração, pois o funcionário recebe ordens da sua gerencia que por sua vez tem a responsabilidade de treiná-lo.  

 Que eles nos acolham como se fossemos um deles. Que treinem seus empregados, pois trabalham num ambiente exclusivamente humanitário na lida com seres humanos, se um deles não for capaz de lidar com isso que vão apreender lidar com animais ou com as pedras. 

 Que a Santa Casa faça jus do seu nome: MISERICÓRDIA   

 Fica aqui a minha indignação na forma de tratamento baseado na nossa condição social financeira, nunca na nossa honra de cidadão brasileiro com um direito essencial: A SAUDE.

 Espero que adotem uma política dentro da civilidade e humanitária com foco principal para Saúde da população mais necessitada e indefesa.

 Que não confundem uma pessoa que luta pelos seus direitos com um criador de casos, um erro inserido dentro de uma sociedade arcaica de país de terceiro mundo. Onde o povo é obrigado muitas vezes pela força a cumprir seus deveres, no entanto a ficar longe de seus direitos.  

 Código Penal:

Abuso de poder, intimidação de forma truculenta, causando constrangimento, em face ao desrespeito à dignidade da pessoa humana, cabendo por consequência responsabilidade e indenização às vítimas de abuso de poder e de autoridade. Pois poderia levar nesse caso a um vexame incontestável e ataque aos direitos humanos que deve ser respeitado em todo momento, pois não inexiste na democracia qualquer tipo de pretexto legal para a sua violabilidade.

 Um direito constitucional:

Art. 6º e 196 - A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

 Artigo 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade,

 UOL Busca Rivaldo R.Ribeiro



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 14h14
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São José do Rio Preto e Araçatuba estão entre as piores cidades do mundo em qualidade do ar.

 

A TV-TEM noticiou (29/09/11) que as cidades de UOL Busca São José do Rio Preto e UOL Busca Araçatuba (SP) estão entre as cidades com a pior qualidade do ar do mundo.

Num levantamento feito pela UOL Busca OMS - Organização Mundial da Saúde perdendo por grandes centros como Tóquio, Berlim e Nova York.

E por grandes centros industrializados no Brasil como São José dos Campos

 

Isso era de se prever, eu examino os céus da nossa região a cerca de quatro anos. Ele se apresenta cada vez mais cinzento e com as tardes avermelhadas.

 

A poluição urbana nas grandes cidades é uma das causas dessa qualidade ruim do  ar, mas é das queimadas nos canaviais que pode estar a principal fonte da poluição do ar nessas regiões.

 

Temos demonstrado isso ao longo desses anos com fotos da atmosfera e do horizonte onde sempre fotografamos os cogumelos das fumaças nas queimadas nos canaviais.

 

Um desastre ambiental que nunca foi considerado pelas autoridades, pois atinge toda a natureza: a flora e a fauna onde é contabilizado centenas de animais mortos ou feridos durante as safras. 

 

 

Fotos feitas no município de José Bonifácio-SP próximo a São José do Rio Preto (SP).  Assim poderemos concluir que não é apenas a cidade de São José do Rio Preto e sim toda região circunvizinhas está sento afetada pela má qualidade do ar, visto que a poluição se origina nas fazendas de cana de açúcar cultivada em toda região. 

 

Por do Sol  com nuvens avermelhadas pelos gases da poluição na atmosfera, imagem feita a partir da UOL Busca rodovia estadual SP-425, que atravessa o município de José Bonifácio (SP):

 

 

 

Foto:Rivaldo R.Ribeiro

 

Depois coloquei minha câmera na direção de José Bonifácio-SP, vejam a cidade coberta pela poluição atmosférica:

Foto: Rivaldo R.Ribeiro

 Vejam mais clicando aqui:

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h33
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Com vergonha  Superexploração dos trabalhadores nas plantações canavieiras é mascarada no estado de SP. 

Quando lemos nos livros de história que durante o século XVIII e XIX, na chamada Revolução Industrial, os trabalhadores das fábricas européias chegavam a jornadas diárias de 12 horas ou mais, tendemos a nos espantar com tal condição exploratória e desumana de trabalho. O que muitas vezes não se percebe é que condições de exploração no trabalho continuam acontecer nos dias de hoje, muitas vezes em locais mais próximos do que se imagina. É o que afirma a socióloga e professora da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) Maria Aparecida Moraes Silva, que estuda o trabalho na agroindústria da cana-de-açúcar. 

Segundo Silva, há uma ideologia no estado de São Paulo que tenta negar e existência do trabalho humano nas plantações canavieiras, tornando invisível a superexploração dos trabalhadores neste setor – marcado, inclusive, por mortes por excesso de esforço. 

Segundo a pesquisadora da Ufscar a ideologia presente na agroindústria da cana-de-açúcar seria produzida por empresas, pelo Estado e meios de comunicação, difundindo que o cultivo da cana está sempre ligado à tecnologia, energia limpa, sustentabilidade e trabalho mecanizado. Silva lembra que “há um lado perverso do trabalho da pujança canavieira do estado de São Paulo; há contradições que permeiam esse mercado e perpassam a vida dos indivíduos que dela participam”. 

Segundo dados que Silva expôs em Mesa Redonda realizada no XV Congresso Brasileiro de Sociologia, atualmente o estado de São Paulo possui dois terços de toda sua área agricultável ocupada por esse tipo de cultura. Do ano de 2005 a 2011 foram 23 mortes por excesso de esforço nas plantações canavieiras paulistas. Para Silva, trata-se da depredação do corpo, onde a própria dignidade do ser é atingida. 

A visão sociológica entende por ideologia qualquer representação distorcida da realidade histórica e social, que cria um ofuscamento que impede que o indivíduo ou a grupo social perceba a diferença entre a aparência e a essência da sociedade. Uma ideologia é constituída por um conjunto de idéias e imagens que legitimam a organização social e estimulam os indivíduos a se adaptarem a esta. Entre os principais procedimentos ideológicos está a anulação da responsabilidade humana na construção de uma sociedade desigual e contraditória. 

Silva explica que a mão-de-obra migrante do Nordeste é majoritária neste setor devido, entre outros fatores, a um processo específico de socialização para o trabalho. O corte da cana não exige grande capacitação técnica para o trabalho. Antes, para tal tarefa, é necessária uma socialização que, de acordo com a socióloga, em São Paulo não existe: “estes trabalhadores migrantes são acostumado à terra, ao sol, à chuva, ao barro e a se submeterem a uma série de intempéries e situações que não estão mais cogitadas no imaginário dos jovens de São Paulo”. Tais trabalhadores estão expostos, inclusive, ao que chama de apropriação do afeto, já que são afastados de suas famílias para conseguirem seu sustento. 

Para Silva, o que acontece no “mar de cana paulista não é o fim do trabalho, mas sim novas formas de gestão deste trabalho e aumento do nível de exploração”. 

Processos de trabalho, produtividade e superexploração

De acordo com o estudo do economista Francisco Alves, também da Ufscar, na década de 1950 a produtividade do trabalho no setor da cana, medida em toneladas cortadas por dia/homem ocupado na atividade, era de três toneladas; na década de 1980, a produtividade média passou para seis toneladas de cana por dia/homem ocupado e, no final da década de 1990 atingiu entre 12 toneladas de cana por dia. 

Alves explica que este aumento da produtividade se dá, sobretudo, pela forma de pagamento utilizada atualmente – decorrente de sua produção: quanto mais quilos de cana cortada, mais eles recebem. Anteriormente, o trabalho dos cortadores era medido por metro cortado. 

Segundo Alves, o cortador de cana pode ser comparado a um atleta corredor fundista, de longas distâncias, pois é necessário ter maior resistência física para a realização de uma atividade repetitiva e exaustiva, realizada a céu aberto, sob o sol, na presença de fuligem, poeira e fumaça, por um período que varia entre oito e 12 horas diárias. 

Segundo a pesquisa de Alves, a combinação do processo produtivo, do procedimento de trabalho e da forma de pagamento utilizados no corte de cana explicam a ocorrência das mortes dos cortadores de cana por esforço excessivo.

Para saber mais:

ALVES, Francisco. Por que morrem os trabalhadores de cana?. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/sausoc/v15n3/08.pdf  

SILVA, M. A. M.; MARTINS, R. C. A degradação social do trabalho e da natureza no contexto da monocultura canavieira paulista. Sociologias (UFRGS. Impresso), v. 24, p. 196-241, 2010. 

Por Maria Teresa Manfredo, da ComCiência, Revista Eletrônica de Jornalismo Científico, LABJOR/SBPC.

 

Fonte: PORTAL ECODEBATE-Cidadania e Meio Ambiente, 16/08/2011

 

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Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h24
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Riacho Cerradão, Mau cheiro perpétuo - José Bonifácio, SP.

Rivaldo R.Ribeiro 

 

Nós que lutamos a favor do meio ambiente, frequentemente somos abordados por cidadãos e cidadãs reclamando de algum possível crime ambiental.

 

Entre eles estão podas de arvores indevidas e sem critérios, falta de conservação dos nossos riachos, poluição do ar pelas queimadas de cana, desmatamento, falta de arborização no centro da cidade e por ai vai...

 

Mas nessa semana uma cidadã me disse que não suporta mais o mau cheiro que vem do riacho Cerradão.

 

O Cerradão é um riacho que agoniza por causa da poluição que sofre há vários anos provavelmente vinda  de um frigorífico que fica logo acima, ele corta a cidade de Jose Bonifácio-SP entre o centro e o Bairro da Saudade. 

 

Quando alguém levanta o problema sempre o argumento e a geração de empregos que o frigorífico oferece para centenas de trabalhadores.  

 

Mas o problema tem que ser resolvido, pois já se arrasta há anos e é um crime ambiental.

 

 

José Bonifácio é uma cidade já com quase 40 mil habitantes, um comercio pujante, e seus moradores já não agüentam mais esse MAU CHEIRO INSUPORTAVEL que já se tornou perpétuo.  

 

Até quando o riacho Cerradão será útil apenas como esgoto de uma empresa frigorífica?

 

No momento que as fotos eram tiradas, o mau cheiro era insuportável. Por causa daquele cheiro fétido interrompi as fotos, pois já me causava mal estar e irritação nas narinas e garganta.

 

"A agua é um patrimônio do homem , poluí-la é um crime contra  a humanidade"

 

 

Riacho Cerradão-José Bonifácio-SP-Foto Rivaldo R.Ribeiro

Aguas negras do Riacho Cerradão-atravessa a cidade de José Bonifácio-SP.

 

Camara dos Vereadores sita na margem do riacho cerradão-Foto Rivaldo R.Ribeiro

Câmara  do Vereadores município de José Bonifácio, sita na margem do Riacho Cerradáo.

 

Frigorifico poluidor do corrego Cerradão.

Empresa  frigorifica  poluidora do riacho Cerradão.

 

Ver mais fotos no blog ALDEIA MUNDUS II:

http://aldeia-mundus777.blogspot.com/

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h13
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 CRIANÇA DESAPARECIDA EM CATIGUÁ-SP 

Menino de 4 anos desaparece de uma fazenda em Catiguá , SP

"Nícolas"


Se alguém ver esse menino, entre em contato com a policia

de Catiguá-SP ou qualquer Delegacia mais próxima. 
 
A familia está desesperada e o caso está comovendo a todos nós da região
de São José do Rio Preto-SP
 
DIVULGUE AOS SEUS CONTATOS...
Jesus Cristo meu Senhor Tu és o Deus dos pequeninos,
guarde e proteja essa criança,Nicolas, até que alguem o encontre.

 

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h26
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 Crise que mudará hábitos de consumo já está a caminho, artigo de Thomas L. Friedman

Crise que mudará hábitos de consumo já está a caminho,

 artigo de Thomas L. Friedman

 

Você deve se perguntar se daqui a alguns anos nós olharemos para a primeira década do século XXI – quando preços dos alimentos dispararam, preços da energia subiram, a população mundial cresceu, tornados arrasaram cidades, inundações e secas estabeleceram recordes, populações foram desalojadas e governos ameaçados pela confluência de tudo isso – e nos perguntaremos: o que estávamos pensando?

 

A reportagem é de Thomas L. Friedman, do The New York Times e publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, 11-06-2011.

 

Como foi que não entramos em pânico quando havia evidências óbvias de ter cruzado algumas linhas vermelhas de crescimento/clima/recursos naturais/população todas de uma vez? “A única resposta pode ser a negação”, argumenta Paul Gilding, veterano empresário ambientalista australiano que descreve este momento em um livro intitulado The Great Disruption: Why the Climate Crisis Will Bring On the End of Shopping and the Birth of a New World (A grande ruptura: por que a crise climática trará o fim da compulsão da compra e o nascimento de um novo mundo, em tradução livre).

 

“Quando se está cercado por algo tão grande que requer que se mude tudo na maneira de pensar e ver o mundo, negar é a resposta natural. Mas quanto mais se espera, maior será a resposta requerida.” Gilding cita o trabalho da Global Footprint Network, uma aliança de cientistas que calcula quantos “planetas Terra” precisaremos para sustentar nossas taxas de crescimento correntes. O grupo mede quanta área de terra e água é necessária para produzir os recursos que consumimos e absorver nosso lixo, usando a tecnologia existente.

 

Estamos crescendo a uma taxa que está usando os recursos da Terra bem mais rapidamente do que eles podem ser sustentadamente repostos, de modo que estamos comendo o futuro. Neste momento, o crescimento global está usando o equivalente a 1,5 Terra. “Ter apenas um planeta torna esse problema realmente significativo”, diz Gilding. Isso não é ficção científica.

 

Quando estive no Iêmen, no ano passado, vi um caminhão-tanque entregando água na capital, Sanaa. Por quê? Porque Sanaa pode ser a primeira cidade grande do mundo a ficar sem água dentro de uma década. É isso que ocorre quando uma geração de um país vive a 150% de capacidade sustentável.

 

“Se você cortar mais árvores do que planta, ficará sem árvores”, escreve Gilding. “Se colocar nitrogênio adicional num sistema de água, mudará o tipo e a quantidade de vida que a água pode suportar. Se engrossar o lençol de gás carbônico da Terra, a Terra ficará mais quente. Se fizer todas essas e outras ao mesmo tempo, mudará a maneira como o sistema todo do planeta Terra se comporta, com impactos sociais, econômicos e na sustentação da vida. Isso não é especulação, é ciência do colegial.”

 

É também um assunto atual. “Nos milhares de anos de civilização da China, o conflito entre humanidade e natureza nunca foi tão grave como é hoje”, disse recentemente o ministro do Meio Ambiente da China, Zhou Shengxian. “A diminuição, deterioração e exaustão de recursos e o desequilíbrio do ambiente ecológico se tornaram gargalos e empecilhos graves ao desenvolvimento econômico e social da nação.” O que o ministro chinês está nos dizendo, diz Gilding, é que a Terra está cheia. Estamos usando agora tantos recursos e eliminando tanto lixo na Terra que atingimos uma espécie de limite.

 

A economia vai ter de encolher em termos de impacto físico.” Não mudaremos sistemas, contudo, sem uma crise. Mas não se preocupem, estamos chegando lá. Estamos hoje apanhados em dois circuitos. Um é que aceleração do crescimento populacional e aumento do aquecimento global juntos provocam uma elevação dos preços dos alimentos. Uma elevação dos preços dos alimentos causa instabilidade política no Oriente Médio, que provoca uma alta nos preços do petróleo, que acarreta preços mais altos dos alimentos, que provocam mais instabilidade. Ao mesmo tempo, a produtividade aumentada significa que menos pessoas são necessárias em cada fábrica para produzir mais coisas. Sendo assim, se quisermos mais empregos, precisaremos de mais fábricas. Mais fábricas produzindo mais coisas causam mais aquecimento global. Aí os dois circuitos se encontram.

 

Solução

 

Gilding é, ao final, um “eco-otimista”. Quando o impacto da Grande Ruptura iminente nos atingir, diz ele, “nossa resposta será proporcionalmente dramática, nos mobilizando como ocorre nas guerras. Mudaremos numa escala e velocidade que mal conseguimos imaginar hoje, reformando por completo nossa economia, incluindo nossos setores de energia e transporte, em poucas décadas”.

 

Nós perceberemos, ele prevê, que o modelo de crescimento movido pelo consumo está quebrado e que temos de mudar para um modelo de crescimento mais movido pela felicidade, com pessoas trabalhando menos e ganhando menos. “Quantas pessoas”, pergunta Gilding, “deitadas em seus leitos de morte dizem “gostaria de ter trabalhado mais duro construindo mais valor para acionistas” e quantas dizem “gostaria de ter jogando mais bola, lido mais livros para meus filhos, caminhado mais?”"

 

Para isso, é preciso um modelo de crescimento baseado em oferecer mais tempo para as pessoas gozarem a vida, mas com menos coisas.” Parece utópico? Gilding insiste que é realista. “Estamos a caminho de uma escolha movida por crise”, diz ele. “Ou permitiremos que o colapso nos atinja ou desenvolveremos um novo modelo sustentável. Escolheremos a segunda. Podemos ser lentos, mas não somos estúpidos.”

 

(Ecodebate, 13/06/2011) publicado pelo IHU On-line, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação.

 

[IHU On-line é publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.]

 

[ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ]

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h00
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Conheça mais um blog ALDEIA MUNDUS:

http://aldeia-mundus777.blogspot.com/



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h10
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“Se nos calarmos, as florestas gritarão”.

 

 

 

  Qua, 25 de Maio de 2011 19:08

Coordenação nacional da CPT divulga Nota Pública sobre o assassinato dos dois ambientalistas no sudeste do Pará. A Nota destaca que "Esta é mais uma das ações do agrobanditismo e mais uma das mortes anunciadas. O casal já vinha recebendo ameaças de morte. O nome deles constava da lista de ameaçados de morte registrada e divulgada pela CPT. O de José Cláudio em 2009 e em 2010, e o de sua esposa Maria do Espírito Santo, em 2010".

 

NOTA PÚBLICA

 

“Se nos calarmos, as florestas gritarão”

 

A Coordenação Nacional da CPT, reunida em Goiânia para uma de suas reuniões ordinárias, recebeu com extrema tristeza e indignação a notícia do assassinato do casal Maria do Espirito Santo da Silva e José Cláudio Ribeiro da Silva, ocorrido na manhã do dia 24 de maio, no Projeto de Assentamento Extrativista, Praia Alta Piranheira, no município de Nova Ipixuna, sudeste do Pará.

 

Esta é mais uma das ações do agrobanditismo e mais uma das mortes anunciadas. O casal já vinha recebendo ameaças de morte. O nome deles constava da lista de ameaçados de morte registrada e divulgada pela CPT. O de José Cláudio em 2009 e em 2010, e o de sua esposa Maria do Espírito Santo, em 2010. Esta lista, junto com a dos assassinatos no campo de 1985 a 2010 foi entregue ao Ministro da Justiça, no ano passado. Mas nenhuma providência foi tomada.

 

“José Cláudio e Maria do Espírito Santo se dirigiam de moto para a sede do município, localizada a 45 km, ao passarem por uma ponte, em péssimas condições de trafegabilidade, foram alvejados com vários tiros de escopeta e revólver calibre 38, disparados por dois pistoleiros que se encontravam de tocaia dentro do mato na cabeceira da ponte. Os dois ambientalistas morreram no local. Os pistoleiros cortaram uma das orelhas de José Cláudio e a levaram como prova do crime”, registra nota CPT de Marabá, que esteve no local do crime.

 

José Cláudio e Maria do Espírito Santo foram pioneiros na criação da reserva extrativista do Assentamento Praia Alta Piranheira no ano de 1997. Devido à riqueza em madeira, a reserva era constantemente invadida por madeireiros e pressionada por fazendeiros que pretendiam expandir a criação de gado no local.

 

Mas nossa indignação aumentou com a notícia, veiculada pelo jornal Valor Econômico do dia de hoje, 25, de que o deputado José Sarney Filho ao ler, em plenário, a reportagem da morte dos dois lutadores do povo, foi vaiado por alguns deputados ruralistas e pessoas presentes nas galerias da Câmara Federal, que lá estavam para acompanhar a votação do novo Código Florestal.  Este fato nos dá a exata dimensão de como a violência contra os trabalhadores e trabalhadoras do campo é tratada. Certamente a notícia destas mortes foi recebida com alegria em muitos espaços, pois mais um “estorvo” no caminho dos ruralistas e dos defensores do agronegócio foi removido.

 

A Coordenação Nacional da CPT reafirma a responsabilidade do Estado por este crime. A vida das pessoas e os bens natureza nada valem se estes se interpuserem como obstáculo ao decantado “crescimento econômico”, defendido pelos sucessivos governos federais, pelos legisladores do Congresso Nacional que aprovam leis que promovem maior destruição do meio ambiente, e pelo judiciário sempre muito ágil em atender os reclamos da elite agrária, mas mais que lento para julgar os crimes contra os camponeses e camponesas e seus aliados. A certeza da impunidade alimenta a violência.

 

Parafraseando o Evangelho, não podemos nos calar diante desta barbárie, pois se nos calarmos, as florestas falarão (Lc 19,40).

 

Goiânia, 25 de maio de 2011.

 

A Coordenação Nacional da CPT

 

___________

 Maiores informações: 

Cristiane Passos (Assessoria de Comunicação CPT) – (62) 4008-6406 / 8111-2890 

Antônio Canuto (Assessoria de Comunicação CPT) – (62) 4008-6412

 

www.cptnacional.org.br

 

@cptnacional 

 

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h46
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 O etanol brasileiro no mundo...

O etanol brasileiro no mundo. Os impactos socioambientais causados por usinas exportadoras.

 (Foto Kleber Ribeiro, colaborador desse blog que anexamos a essa reportagem).

 

Usinas de etanol com passivos exportam para Europa e EUA

 

Empreendimentos do setor sucroalcooleiro envolvidos em diversos problemas trabalhistas e ambientais venderam etanol para países ricos, que ensaiam normas relativas ao monitoramento socioambiental de importações.

 

Por Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis

 

A intensificação do debate mundial sobre a sustentabilidade da produção de etanol e a conseqüente criação de mecanismos de monitoramento pelos setores público e privado nos Estados Unidos e na Europa não estão impedindo usinas brasileiras flagradas com irregularidades trabalhistas e ambientais de exportarem o combustível para o exterior.

 

A conclusão é do novo relatório da UOL Busca ONG Repórter Brasil sobre o setor canavieiro, chamado "O etanol brasileiro no mundo - Os impactos socioambientais causados por usinas exportadoras" e lançado nesta terça-feira (24). Ao cruzar informações sobre autuações trabalhistas e ambientais emitidas por órgãos oficiais com dados sobre grupos exportadores, o estudo detectou que vários deles estão presentes nas listas que apontam a ocorrência de problemas e, apesar disso, têm exportado etanol de cana-de-açúcar para países que já contam com legislações que pedem monitoramento socioambiental de importações.

 

O estudo relata as irregularidades socioambientais, bem como os destinos das exportações, de grupos como Cosan, Greenergy International, São Martinho, Louis Dreyfus Commodities, Carlos Lyra, Copertrading, Moema/ Bunge e Noble. Há casos de trabalho escravo, excesso de jornada de trabalho, falta de registro em carteira, despejo irregular de resíduos, queimadas não permitidas e uso de terra indígena para produção de cana.

 

Entre 2009 e 2010, foram registradas exportações de etanol por mais de 40 empreendimentos sucroalcooleiros instalados no Brasil - entre usinas, cooperativas ou empresas especializadas em comércio internacional. A Europa foi o principal destino do etanol brasileiro, com destaque para a Holanda (destino de 23 fornecedores, ao todo), Inglaterra (14), e Suíça (9). Os demais clientes de peso do combustível obtido a partir da cana-de-açúcar foram Estados Unidos (14), Japão (13) e Índia (8).

 

As exportações brasileiras de etanol caíram 42,4%, para 1,5 milhão de toneladas em 2010. O recuo se deve a um conjunto de motivos, como a redução da disponibilidade do produto para exportação, causada pelo aumento do consumo no mercado interno e o maior uso da cana para fabricação de açúcar, além dos persistentes efeitos da crise financeira internacional nos EUA e na Europa, que contiveram a demanda por combustíveis importados.

 

O governo e o setor privado brasileiro avaliam, porém, que a queda é conjuntural e apostam na consolidação do país como um importante exportador do produto a médio prazo. Essa mesma expectativa que vem incentivado governos estrangeiros e agentes do setor privado na tentativa de avançar acerca da definição de padrões de sustentabilidade para a importação de combustíveis renováveis, entre eles o etanol brasileiro.

 

Os Estados Unidos, por exemplo, maiores consumidores de energia renovável do mundo, exigem que as usinas cadastrem-se na Agência de Proteção Ambiental norte-americana em troca da redução das burocracias de exportação. É um procedimento simples, que pode ser realizado pela internet e que exige um relatório assinado por um profissional independente, com detalhes sobre o parque produtivo da usina. Há pouca chance de que algum cadastro seja negado, pois a EPA já classificou o etanol de cana como uma variedade de baixo carbono avançada.

 

No caso da União Européia, a principal peça normativa sobre combustíveis renováveis foi lançada em maio de 2009 e é chamada Diretiva 2009/28/CE. Ela determina que, até 2020, o bloco alcance uma cota de 20% de energias renováveis no consumo final bruto de energia e cada país-membro atinja a meta mínima de uso de 10% de energia renovável no setor de transportes.

 

Para dirimir problemas socioambientais, a diretiva determina uma série de critérios de sustentabilidade para a produção de biocombustíveis. Esses critérios devem ser seguidos da mesma maneira por fornecedores de dentro ou de fora do bloco. Isso significa que uma usina sucroalcooleira do Brasil deve cumprir os mesmos requisitos de sustentabilidade exigidos de uma companhia instalada na União Européia. Mas todos esses procedimentos ainda dependem de uma fase de regulamentação na própria União Européia e nos Estados nacionais que compõem o bloco.

 

O referido relatório é o 14º estudo produzido pelo Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis (CMA) da Repórter Brasil desde 2008. Pela terceira vez, o foco principal escolhido foi o setor sucroalcooleiro.

 

Para ler a íntegra do estudo, clique no link:

 

http://www.reporterbrasil.org.br/documentos/Canafinal_2011.pdf

 

 

FONTE: http://www.adital.com.br



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h51
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Belo Monte: resposta do Brasil à OEA é vergonhosa,

artigo de Telma Monteiro 

Faltou maturidade ao governo no trato com a OEA

 

[EcoDebate] Atônita com a atitude do Brasil frente às UOL Busca recomendações da OEA sobre Belo Monte, acabo de levar um grande susto com a retaliação de Dilma Rousseff em retirar a contribuição anual à organização. Todos os membros da OEA contribuem anualmente para manter sua estrutura. Não que isso vá acabar com a OEA. Mas a atitude do Brasil tem um significado vergonhoso. 

Fiquei então pensando se Dilma, durante a ditadura, quando presa e torturada, na solidão de sua cela, exausta e sofrida, teria ansiado por um organismo internacional que intercedesse por ela e por aqueles que sofriam com a violação dos direitos humanos. Assim, como fez a Comissão de Direitos Humanos (CIDH) da OEA em favor dos indígenas do Xingu, para resguardar seus direitos ao consentimento livre prévio e informado. 

Estranho, pois, que o governo brasileiro tenha uma atitude tão ou mais UOL Busca xenófoba que as dos militares brasileiros da ditadura, algozes autoritários. Aqueles militares que esbravejavam e que esbravejam ainda, caquéticos hoje, contra uma ridícula ameaça americana de conquistar a Amazônia e as suas riquezas naturais. No entanto, o que consta é que os que querem explorar as riquezas naturais da Amazônia são as nossas próprias empresas estatais consorciadas com as grandes empreiteiras, com mineradoras ávidas, com bancos públicos, privados e holdings internacionais. Belo Monte significa uma montanha de dinheiro, ou a Vale não estaria agora interessada. 

Com tudo isso o Brasil, não este maravilhoso dos brasileiros, mas aquele dessa presidente autoritária e arrogante, está dando mostras contundentes de que não tem maturidade para integrar o tal Conselho de Segurança da ONU, tão almejado. Quem não respeita os direitos humanos e desse crime é apontado publica e internacionalmente, não pode ser levado a sério. 

Será que Dilma Rousseff e entourage estão esquecendo como sofreram horrores na ditadura? Será que estão fazendo uma releitura da dita ao ignorar o clamor dos indígenas do Xingu e agora o grito dos UOL Busca Munduruku do Tapajós? 

O governo, a AGU, suas excelências no Congresso, estão agindo, no caso da OEA e Belo Monte, com visível medo de que essa Medida Cautelar proferida pela CIDH se transforme em um precedente. Levando-se em conta tudo que está planejado nas obras tenebrosas do PAC, dá para entender o temor. 

Telma Monteiro https://twitter.com/TelmaMonteiro 

EcoDebate, 02/05/2011 

[ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ]

Fonte: PORTAL ECODEBATE-Cidadania e Meio Ambiente  



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h16
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Exploração de trabalho contamina produção de etanol

 Fonte: PORTAL ECODEBATE-Cidadania e Meio Ambiente 

 

Trabalhadores recebem por produção, o que leva muitos a morrerem de exaustão.

 

Estudo revela as condições das famílias dos camponeses responsáveis pelo corte da cana-de-açúcar

 

Estudo desenvolvido na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP identificou os efeitos que a migração sazonal de camponeses do Vale do Jequitinhonha – para o corte de cana-de-açúcar e produção de açúcar e etanol – causa nas famílias desta localidade, considerada uma das mais pobres do país.

 

O estudo faz parte da tese de doutorado da geógrafa Lúcia Cavalieri e levou cinco anos para ser concluído. A pesquisa de campo, que coletou dados durante quatro meses, foi realizada em duas comunidades rurais: Alfredo Graça e Engenheiro Schnoor, ambas localizadas no município de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha.

 

Segundo dados do estudo, apenas em 2007, cerca de 7.000 homens da região de Araçuaí, deixaram sua família e sua terra e migraram para cortar cana na produção industrial do açúcar e do álcool no interior do estado de São Paulo. De acordo com a pesquisadora, o estudo, além de ser um importante para o campesinato brasileiro, evidencia o outro viés da produção de etanol e de açúcar.“Além dos homens fazerem um trabalho degradante nas plantações de cana-de-açúcar, eles também ficam cerca de nove meses longe de suas famílias. Isso causa grande desgaste emocional e desestruturação familiar. Esse é o custo que uma parcela das famílias brasileiras paga para obtermos a, equivocadamente chamada, energia limpa proveniente do etanol da cana-de-açúcar”, infere Lúcia.

 

Famílias

O pesar não é apenas dos bóias-frias que partem. “As mulheres são as que mais sofrem neste processo”, afirma a pesquisadora, “são mulheres fortes, que trabalham na terra, exercem atividades domésticas e que ainda são responsáveis por conceder aos serviços básicos e de educação. Contudo, sentem a ausência das relações familiares e dos maridos, que passam ao menos nove meses longe”.

 

Contudo, estas famílias ainda permanecem nos seus municípios de origem, mantendo uma migração temporária. Este aspecto peculiar, segundo a pesquisadora, deve-se às comunidades possuírem uma identidade muito forte e um sentimento de pertencimento àquela porção de terra e àquele modo de vida. “O dia a dia e o tratar da terra faz muito sentido. Mais sentido do que a vida fora da comunidade”.

 

Usinas de etanol

Os baixos salários pagos pelas usinas de processamento de cana-de-açúcar aos cortadores influi diretamente na qualidade de vida destes. “Por receberem por produção (toneladas/dia) e não por horas de trabalho, muitos cortadores morrem por exaustão, no intuito de auferir um pouco mais de renda à família”, expõe a pesquisadora.

 

Segundo ela, o argumento ambiental não pode prevalecer sobre os aspectos sociais. “Enquanto as usinas recebem incentivos governamentais para a produção de etanol, em grandes porções de terras, as famílias dos cortadores, continuam em situação econômica e social precárias”, conclui.

 

Reportagem de Marcelo Pellegrini, da UOL Busca Agência USP de Notícias, publicada pelo EcoDebate, 22/02/2011

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h52
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Fazendeiro cobra até lona de barraco dos escravizados

 

Aliciadas em Paragominas (PA), as vítimas foram encontradas no fim de janeiro em São João do Carú (MA), nas Fazendas Asa Branca I e II. Entre os escravizados, havia três adolescentes com 16 anos de idade e duas mulheres.

 

Por Bianca Pyl

 

O grupo móvel de fiscalização e combate ao trabalho escravo libertou 20 pessoas que eram obrigadas a pagar até pela lona que cobria o barraco improvisado como alojamento. As vítimas foram encontradas no fim de janeiro em São João do Carú (MA), nas Fazendas Asa Branca I e II. Entre os escravizados, havia três adolescentes com 16 anos de idade e duas mulheres.

 

Todos foram aliciados em Paragominas (PA) por um "gato" (intermediário na contratação). Eles faziam a "limpeza" da área, retirando arbustos e ervas daninhas, para expansão da atividade pecuária.

 

Os empregados eram obrigados a viver em dois barracos cobertos por lona preta e folhas de bananeiras que eles mesmos construíram. A estrutura dos barracos era de madeira roliça, facilmente encontrada na mata nativa. "O custo era zero para o empregador, já que a madeira e as folhas de palmeira ainda podem ser colhidas gratuitamente", explica Klinger Moreira, auditor fiscal do trabalho que coordenou a operação do grupo móvel.

 

O metro de lona preta custa R$ 0,50. Mas nem com essa despesa o empregador Francisco Costa da Silva arcou. Ele pretendia descontar o valor do material dos vencimentos dos próprios empregados.

 

Para preparar a comida, os trabalhadores construíram um fogão de barro, para ser alimentado a lenha. O objeto dividia espaço com as redes. Não havia instalações sanitárias e as vítimas utilizavam as imediações dos barracos como banheiro. As pessoas se banhavam em um igarapé. Para garantir um mínimo de privacidade, o grupo fincou palhas de palmeira para cercar o espaço em volta do local que permitia acesso às águas.

 

As roupas de cama utilizadas, compara Klinger, era semelhante às de moradores de rua. "Eram sujas e esfarradas. Mesmo assim, eram as únicas que eles dispunham para se proteger à noite. Ressalto que essas roupas de cama foram trazidas de suas casas", conta o auditor fiscal.

 

O empregador cobrava também pela péssima comida que fornecia aos empregados. Não havia local adequado para armazenar os alimentos. A água consumida vinha de caçambas cavadas diretamente na terra ou em córregos próximos ao acampamento. Nas frentes de trabalho, não havia água potável, banheiro e local para refeições.

 

Nenhum trabalhador possuía registro em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). O empregador pagou mais de R$ 63 mil referentes à rescisão do contrato de trabalho. As vítimas retornaram ao Pará, tendo suas viagens custeadas pelo empregador. Parte dos libertados estava na propriedade há cerca de um mês, desde 26 dezembro.

 

Os 17 adultos terão direito às três parcelas do Seguro Desemprego para Trabalhador Resgatado. Foram lavrados 12 autos de infração. O procurador do trabalho Marcos Rosa também participou da ação.

 

A Repórter Brasil não conseguiu localizar o fazendeiro para comentar o caso.

 

FONTE:

http://www.reporterbrasil.org.br



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h18
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Condições de trabalho em canaviais

Saúde vai criar normas para melhorar condições de trabalho em canaviais de SP

 Imagem capitada na internet

Foto ilustrativa.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo acaba de finalizar estudo inédito sobre as condições de trabalho nas lavouras de cana-de-açúcar paulistas. O levantamento, feito com base em inspeções coordenadas pela Vigilância Sanitária Estadual, irá nortear regulamentação estadual neste ano, para melhorar as condições sanitárias no trabalho dos profissionais do setor.

 

Segundo o estudo, a cana-de-açúcar é cortada manualmente na grande maioria das lavouras. O trabalho é repetitivo e exaustivo. A cada um minuto trabalhado são feitas 17 flexões de tronco pelo cortador, aplicados 54 golpes de facão, o joelho fica todo o tempo semiflexionado e há extensão da cervical.

 

Não há sombra nos canaviais e o cortador não se hidrata adequadamente. Por dia, são cortadas e carregadas em média 12 toneladas de cana e percorrido um percurso de quase nove quilômetros. No final de um dia de trabalho, o cortador perdeu oito litros de água.

 

Os trabalhadores normalmente já levam de casa a água para consumo na lavoura e depois reabastecem nos reservatórios dos ônibus quando possível. Esses reservatórios não são refrigerados e apresentam péssimas condições de armazenamento e higiene. A água fornecida não vem de fontes tratadas em 40% dos casos e, por isso, nem sempre atende aos requisitos de potabilidade.

 

Quanto à alimentação, os trabalhadores também não têm local adequado para realizarem refeições e nem local apropriado para acondicionar a refeição. Enquanto trabalham, os cortadores carregam consigo suas marmitas. Muitas vezes, o alimento fermenta ou azeda. Porém, como o trabalho consome muita energia, eles acabam consumindo a comida mesmo que esteja estragada.

 

O setor sucroalcooleiro apresenta grande contrastes em sua cadeia produtiva. Apesar de ser uma indústria altamente lucrativa, as condições de trabalho ainda são, geralmente, de qualidade ruim, colocando em risco a saúde dos trabalhadores.

 

“A Vigilância Sanitária está olhando para esse setor e discutindo políticas de saúde. O empregador tem que saber que está sendo vigiado”, afirma Maria Cristina Megid, diretora da Vigilância Sanitária Estadual.

 

Desde 2007, a Secretaria capacitou 500 profissionais de todo o estado para fazer a fiscalização desse setor. Nesse período, foram inspecionadas 148 usinas e feitas 102 autuações.

 

Hoje a Secretaria já possui normatização estadual para condições sanitárias dos alojamentos onde ficam os canavieiros. A fiscalização é feita em parceria com as vigilâncias sanitárias municipais.

 

Autoria: Assessoria de Imprensa - 06/01/11

Site da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h16
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 Secretaria do Meio Ambiente divulga ranking ambiental dos municípios paulistas.

 

José Bonifácio atinge 131º no ranking no projeto Município Verde Azul com 80,58 pontos.

 

Um avanço excepcional em relação ao ano 2009 onde ficamos no 522º lugar com 28,07 pontos.

 

 

A adesão dos municípios ao Protocolo Verde é voluntária. Seu endosso resulta no comprometimento com uma agenda de 10 diretivas ambientais. São elas:

 

1. Esgoto Tratado

Realizar a despoluição dos dejetos em 100% até o ano de 2010, ou, sendo financeiramente inviável, firmar um termo de compromisso com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, comprometendo-se a efetivar o serviço até o final de 2014.

2. Lixo Mínimo

Estabelecer no município gestão que garanta inexistência de qualquer tipo de disposição irregular de resíduos sólidos e promover coleta seletiva e a reciclagem do resíduo gerado no município.

3. Mata Ciliar

Participar em parceria com outros órgãos públicos e entes da sociedade da recuperação de matas ciliares, identificando áreas, elaborando projetos municipais e viabilizando e execução de outros projetos com este fim.

4. Arborização urbana

Programar, aprimorar as áreas verdes municipais, diversificando a utilização das espécies plantadas e garantir a manutenção destas áreas e o suprimento de mudas destinadas à re-vegetação de áreas degradadas e para arborização preferencialmente de espécies nativas e frutíferas.

5. Educação ambiental

Estabelecer programa de educação ambiental na rede de ensino municipal, promovendo a conscientização da população a respeito das ações da agenda ambiental e participar em parceria das iniciativas da Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

6. Habitação sustentável

Definir critérios de sustentabilidade na expedição de alvarás da construção civil, restringindo o uso de madeira nativa, principalmente oriunda da Amazônia e favorecendo o desenvolvimento e a aplicação de tecnologias para economia de recursos naturais.

7. Uso da água

Implantar um programa municipal contra o desperdício de água e apoiar mecanismos de cobrança pelo uso da água em sua bacia hidrográfica, favorecendo e se integrando ao trabalho dos Comitês de Bacia.

8. Poluição do ar

Auxiliar o governo no controle da poluição atmosférica, especialmente no controle das emissões veiculares de fumaça preta nos veículos a diesel da prefeitura e nos prestadores de serviço do município, além de participar de demais iniciativas na defesa da qualidade do ar.

9. Estrutura ambiental

Constituir na estrutura municipal executiva, órgão responsável pela política ambiental, sendo que nos municípios com população superior a 100 mil habitantes seja estabelecida uma Secretaria de Meio Ambiente e garantir a capacitação do corpo técnico que compõe esta estrutura.

10. Conselho de Meio Ambiente

Constituir órgão de representação e participação da sociedade, de caráter consultivo, deliberativo e paritário, envolvendo a comunidade na agenda política administrativa ambiental local.

 

 

 

Veja Pontuação dos municípios:

http://www.cetesb.sp.gov.br/municipioverde/relatorio_2010/default.asp

  

 

http://www.ambiente.sp.gov.br/municipioverdeazul/ 

 

 

 

Veja a relação completa dos municípios certificados

nos blogs:

ALDEIA MUNDUS II 

PAINEL GERAL



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h06
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...

O Planeta Agoniza-João Fidélis de Campos Filho*

 

                Países ricos e pobres reunidos em Cancun (México) na décima sexta Conferência da ONU sobre o clima (COP16) colocam sobre a mesa suas divergências numa disputa renhida onde cada centímetro do cabo de guerra puxado pelos oponentes vale milhões de dólares ou muito prestígio político. Em um mundo cada vez mais atento e preocupado com os efeitos nocivos da poluição, o desmatamento e a emissão de gases industriais que têm aumentado a temperatura do planeta, as pressões fluem de todos os setores representativos da sociedade mundial para que se chegue a acordo que amplie as responsabilidades de cada nação. O Greenpeace realizou um criativo protesto esta semana colocando maquetes dos principais símbolos de importantes nações, como a Estátua da Liberdade, a Torre Eiffel, as Pirâmides do Egito, o Cristo Redentor, no mar e deixando-as afundar para demonstrar a indignação com o posicionamento dos governos em relação a um acordo que beneficie o planeta em Cancun.

 

                Como foi dito no início os países ricos permanecem irremovíveis em aderir integralmente ao Protocolo de Kyoto, em especial EUA e China (os vilões da emissão de poluentes) que até agora não assinaram o Protocolo e se negam a fazer a sua parte. Para piorar o Japão, Canadá e Rússia ameaçam a abandonar o acordo, que expira em 2012, se os países emergentes, principalmente China e Índia, não se comprometerem a fazer a parte deles, reduzindo também a emissão. Pelo que se vê nesta queda de braço mesmo as conquistas adquiridas até o momento podem ir por água abaixo.

 

                Por outro lado os países pobres e os emergentes, incluindo aí o Brasil, lutam pela aprovação de um fundo internacional para os ajudarem a se adaptar às novas mudanças climáticas e também os prejuízos com a sua parte no acordo. Estes países culpam as nações desenvolvidas pelo atual estado de deterioração do meio ambiente e cobram deles a doação para o fundo. Este quebra-cabeça tem um apimentado ingrediente neste ano que é a atual crise econômica, cujos efeitos recessivos e alto nível de desemprego na Europa e EUA, levanta reações nacionalistas e provoca desinteresse destas nações em mudanças que afetem ainda mais este quadro.

 

                As pressões de ambientalistas continuam, principalmente agora que os efeitos do aquecimento global têm provocado tantos estragos em todo planeta, com inundações, incêndios, aumento da desertificação, etc. e ocasionando mortes e uma série de catástrofes e mortes. È importante lembrar que os adiamentos de medidas essenciais para a melhoria das condições climáticas podem agravar e acelerar os problemas ambientais do mundo todo, pois sabe-se que apesar das diferenças de raça, cultura, poder econômico e bélico, a população mundial faz parte de um único ecossistema gigantesco e constitui uma aldeia global.

 

                Teme-se que as divergências entre ricos e pobres na COP 16 em Cancun repitam o que aconteceu em Copenhague no ano passado onde os debates não resultaram num compromisso efetivo de redução dos gases estufa. De qualquer fica claro que as medidas não podem ser colocadas em baixo do tapete, pois as conseqüências podem ser drásticas.

 

 UOL Busca João Fidélis de Campos-Cirurgião-Dentista-Votuporanga-SP

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h03
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Preservação ambiental ou crescimento econômico?

Brasileiros escolhem preservação

Fonte: UOL Busca Instituto AKATU.

 

 

Pesquisa do Ministério do Meio Ambiente e do Walmart, revela, entretanto, que há pouca disposição para mudanças que dão trabalho ou envolvem custos.

Rogério Ferro, da equipe Akatu

Segundo uma pesquisa realizada em 11 capitais brasileiras pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceria com o Walmart, apoiador estratégico do Akatu, a maioria dos brasileiros (59%) considera que a preservação ambiental merece atenção prioritária em relação ao crescimento econômico. Outros 41% dos entrevistados defendem o contrário.

 

CONTINUE LENDO...

 

 

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h18
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Escravo no Brasil!

ONU critica trabalho escravo no Brasil

 

Relatório da ONU afirma que punições previstas não intimidam e também lança suspeitas de conivência de políticos. O documento traz, ainda, como recomendação, a aprovação da proposta de emenda constitucional que prevê a expropriação de terras onde for encontrado trabalho forçado.

 

 

 

 

Documento destaca, porém, conhecimento do governo sobre o tema e elogia políticas públicas implantadas.

 

Relatório afirma que punições previstas não intimidam e também lança suspeitas de conivência de políticos.

 

 

 

Falta de punições, número insuficiente de policiais e assassinatos de defensores dos direitos humanos são alguns dos obstáculos para a erradicação do trabalho análogo ao escravo no Brasil.

 

A informação é da relatora especial da ONU sobre formas contemporâneas de escravidão, Gulnara Shahinian, que veio ao país em maio. As críticas estão em relatório que será divulgado hoje no Conselho de Direitos Humanos, em Genebra.

 

"O uso continuado do trabalho escravo, evidenciado pelo número dos libertados, sugere que as multas (pagas diretamente ao Estado) e as sanções criminais não são meios de intimidação suficientes", diz o documento.

 

Uma das recomendações do relatório é a aprovação da proposta de emenda constitucional que prevê a expropriação de terras onde for encontrado trabalho forçado.

 

O documento também sugere que há participação de políticos nessa prática, o que explicaria, segundo o relatório, o fato de a emenda ainda não ter sido aprovada.

 

O relatório também elogia o governo brasileiro por reconhecer o trabalho análogo à escravidão como um problema e pelas políticas públicas aplicadas, como os grupos móveis de fiscalização.

Procurado, o Ministério do Trabalho afirmou que só se manifestará após a divulgação oficial do relatório.

 

O governo avalia o relatório como positivo pelo destaque dado a programas de combate à prática. Parte das críticas recebidas, como o longo tempo de tramitação de processos, deverá ser encaminhada ao conhecimento do Judiciário.

 

Ações contra trabalho irregular resultam em multa de R$ 448 mil

Três ações contra trabalho escravo resultaram no pagamento de R$ 448 mil em verbas rescisórias para 167 pessoas achadas em condições análogas à escravidão em plantações de morango, em MG, e em canaviais, no RJ.

 

Em Campos (norte do RJ), a ação do Ministério Público do Trabalho achou 33 trabalhadores em situação irregular. Em MG, 51 trabalhadores de Cambuí (447 km de BH) foram encontrados em situação irregular em 12 de agosto -39 em condições análogas à escravidão.

 

O responsável não fornecia condições adequadas de trabalho, como água potável. Os nomes das empresas envolvidas não foram divulgados.

 

Fonte:UOL Busca http://www.cptnacional.org.br 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 18h27
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PREFEITURA MUNICIPAL DE JOSÉ BONIFÁCIO-SP

                    (Meio Ambiente e Natureza)

 

O município de José Bonifácio-SP está caminhando em passos largos no sentido de melhorar o seu MEIO AMBIENTE E A NATUREZA, uma luta de todos nós, porque é para todos nós.

 

O município assinou a adesão ao projeto do Governo do Estado de São Paulo-MUNICÍPIO VERDE/AZUL, e já vem realizando obras no sentido de melhorar a sua avaliação nesse ano de 2010. Uma vez que em 2009 foram alcançados apenas 28,07 pontos.

 

Veja no link do Município as obras realizadas e já projetadas nesse sentido:

 http://www.josebonifacio.sp.gov.br/meioambiente

 

 

 

Pesquise o que é:

UOL Busca Natureza 

UOL Busca Meio ambiente.

 

E mais:

UOL Busca Ecossistema

UOL Busca Bioma

UOL Busca Biodiversidade

UOL Busca Fauna

UOL Busca Flora

UOL Busca Aquifero Guarani

UOL Busca Mananciais

 

Pesquisas relacionadas a sustentabilidade

 

UOL Busca Sustentabilidade conceito

UOL Busca Sustentabilidade ambiental

UOL Busca Desenvolvimento sustentável

UOL Busca Sustentabilidade meio ambiente

UOL Busca Sustentabilidade econômica

UOL Busca Responsabilidade social

UOL Busca Sustentabilidade ecológica

UOL Busca Sustentabilidade arquitetura

 

A senadora UOL Busca Marina Silva usou e usa muito esse termo “Sustentabilidade”, é um conceito básico para o meio ambiente, um alicerce para o desenvolvimento ser construído com segurança se não tudo pode cair por terra literalmente, pois segundo relatório da UOL Busca ONG WWF a demanda humana por recursos naturais sobe vertiginosamente e chega a 50% a mais do que o planeta pode suportar.

 

Então vamos escolher a Vida preservando a natureza ou o fim, dando importância apenas ao consumo sem sentido como se fossemos bobos ou crianças atraídos por brinquedos. Que terminam sem valor algum, poluindo e lotando as lixeiras.

 

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h21
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Produção de etanol não traz desenvolvimento social

 

Fonte: PORTAL ECODEBATE-Cidadania e Meio Ambiente 

 

Pesquisador do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da UnB analisa 306 municípios produtores de cana-de-açúcar e conclui que impulso econômico não se traduziu em melhora para a população

 

Os municípios produtores de etanol no estado de São Paulo não praticam um tipo sustentável de lavoura e nem conseguiram melhorar seu desenvolvimento socioeconômico. É o que aponta a dissertação Sustentabilidade Ambiental do Etanol no Estado de São Paulo, defendida nesta terça-feira, 3 de agosto, por Antônio Juliani, no Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da UnB.

 

Juliani analisou 306 municípios paulistas com área de produção de cana de açúcar superior a 5 mil hectares. Segundo o pesquisador, 218 deles têm baixo índice de desenvolvimento socioeconômico, ou seja, 71%. Quando analisada somente a sustentabilidade ambiental, somente oito (2%) apresentam índice satisfatório.

 

O autor sustenta que muito se fala sobre as implicações ambientais da produção da cana-de-açúcar para biocombustíveis, mas pouco sobre as condições de vida das populações das regiões produtoras. “Parece que está tudo bem desde que não se plante na Amazônia”, pondera. Segundo ele, não se pode desconsiderar os níveis de escolaridade e renda das populações, porque isso tem também implicações ambientais. “Uma população em condição de vulnerabilidade social tem menos consciência da necessidade de preocupar-se com o meio ambiente”, defende.

 

Outra causa para os baixos níveis de sustentabilidade ambiental é a falta de envolvimento das prefeituras com políticas voltadas para a área. “É necessário criar leis que regulamentem e fiscalizem a produção de etanol”, sugere.

 

ÍNDICE – Para medir o desenvolvimento socioeconômico, o pesquisador utilizou o Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), que mede a riqueza do município e a escolaridade e longevidade da população. “Ele se difere do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) porque pondera outras variáveis, como a faixa etária ou o consumo de energia elétrica”, conta. Também utilizou o Índice Paulista e Vulnerabilidade Social (IPVS), que mede a dificuldade de acesso a questões básicas como saúde e educação. Casando os dois índices, Juliani montou o índice de desenvolvimento sócio-econômico (ID).

 

Para medir a sustentabilidade ambiental, o autor utilizou indicadores relacionados à biodiversidade, qualidade do ar, qualidade da água, concentração da cultura de cana de açúcar, nível de mecanização da lavoura, uso de adubação verde e adequação ao zoneamento agroambiental para o setor no estado de São Paulo.

 

“O trabalho do Juliani é relevante porque se preocupa com as práticas por trás da produção do etanol”, sustenta o professor da Universidade Federal de Santa Catarina, Hans Bellen. Segundo ele, o índice tem a preocupação de mostrar o lado social por trás do desenvolvimento econômico nos municípios. A professora Vanessa Castro, do CDS/UnB, destaca o grande número de municípios analisados. “É relevante porque faz grande estudo de caso e ainda traz grupo de comparação. É quase um censo da produção de etanol no estado de São Paulo”, diz.

 

Reportagem de Juliana Braga, da Secretaria de Comunicação da UnB, publicada pelo EcoDebate, 09/08/2010

 

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h19
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Construção da Usina Belo Monte...

Uma tristeza que nos leva ao desanimo de exercer a cidadania “neste país”.

 

Sociedade desenvolvida é a sociedade que é respeitada nas suas opiniões,

respeito esse que concretiza a democracia. ..



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h30
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Justiça suspende leilão da hidrelétrica Belo Monte e Advocacia Geral da União se prepara para recorrer da decisão.

 

Leia e entenda o caso ...

 

 ADITAL NOTICIA

 

 

 

 

Manifesto das organizações contra Belo Monte e o atual modelo energético

 

 

 

Pesquise mais: UOL Busca Usina Hidrelétrica Belo Monte

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h22
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Guarani Kaiowá: Um povo que grita por ajuda

 

 

UOL Busca Comunidades Guarani Kaiowá no Mato Grosso do Sul sobrevivem em situação degradante e na luta pela terra sofrem os mais diversos tipos de violência

 

“A gente vai perdendo a esperança e já não sabe mais a quem recorrer”. A frase de Bráulio Armoa, liderança Guarani Kaiowá da comunidade Kurusu Ambá, foi dita em meio a lágrimas de desespero e calou fundo no coração de quem o escutava. Alguns choraram e perceberam claramente que a causa não é perdida, mas que a luta é realmente desigual.

 

UOL Busca Kurusu Ambá foi umas das comunidades indígenas visitadas pelos membros do UOL Busca Conselho do Cimi em Mato Grosso do Sul, no mês de março. A luta pela terra tradicional da comunidade se traduz em tristes números. “Recentemente tivemos quatro companheiros baleados e dois mortos. A gente então resolveu formar uma comissão de lideranças porque se matam um líder, já temos outros para tomar a frente”, ressaltou Armoa. A impressão é de uma atitude pessimista, mas que na realidade é de desespero.

 

Em seu relato, Bráulio conta que mais um despejo está para ocorrer. À época da visita, a Polícia Federal havia dado prazo de dez dias para que desocupassem o local. “O juíz deu a eles a reintegração de posse porque não olhou para nossa história e para nosso povo. Nós corremos atrás da terra porque ela é vida e nós amamos a vida”, afirmou. A comunidade não tem para onde ir e se nega a voltar para a beira da estrada, onde moram outros povos da região, sujeitos a todo tipo de violência, atropelamentos, discriminação e até mesmo alagamentos.

 

Esperança

 

Apesar do histórico de violência e de toda a apreensão, os indígenas não perdem a alegria em receber os visitantes. As crianças riem, correm, agradecendo a visita. Os anciãos dançam e cantam músicas tradicionais. Da mesma forma acontece em Laranjeira Ñanderu. Acampados à beira da BR-163, que liga Campo Grande a Dourados, os Guarani transmitem uma grande alegria de viver, como uma esperança sempre acesa de retornar à sua terra tradicional.

 

Mas o acampamento fala por si. São cerca de 40 famílias, aproximadamente 130 pessoas vivendo perto de uma rodovia movimentada. O espaço fica totalmente alagado a cada chuva que cai. Nos barracos, as roupas se amontoam em cima das camas, pois não têm onde ficar. Em todo o canto, inclusive dentro dos barracos, o chão é de barro, uma lama que começa a secar depois da trégua da chuva. Mais à frente das casas improvisadas, uma espécie de lagoa se formou, atraindo todo tipo de inseto, mosquitos, sanguessugas, doenças. Nos dias de sol, os indígenas suportam temperaturas que ultrapassam os 50 graus sob as lonas pretas; do lado de fora quase não há sombra. Como ainda descobrir sorrisos diante deste cenário? Com os indígenas, os sinais de esperança são festejados.

 

Situação desumana

 

No dia 19 de março, uma sexta-feira, a comunidade Laranjeira Ñanderu recebeu muita gente que queria conversar e conhecer sua realidade. Entre os visitantes, o bispo do Xingu e presidente do Cimi, dom Erwin Kräutler, e o UOL Busca Secretário Geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa. Também estiveram o procurador da república no Mato Grosso do Sul, Marco Antônio Delfino, e coordenadores de vários regionais do Cimi. Todos foram recebidos com dança típica e alegria, clima que deu lugar à tristeza e à tensão, quando começaram as falas.

 

O cacique Zezinho (José Barbosa de Almeida) relatou o histórico de despejo, falou da terra onde antes viviam tranqüilos, caçando, pescando. “Lá tinha tudo que a gente precisava. Tinha caça, mel, lugar para fazer roça, fruta. Agora a gente depende de cesta básica, e nem é a comida que a gente comia”, ressalta. Os líderes questionam sempre quando é que poderão sair dali. “Aqui a gente não tem vida, estamos correndo risco de pegar doenças toda hora. Quando choveu bastante, toda a água suja se misturou com a água limpa dos poços que a gente tinha furado e começamos a beber água suja também. Foi um surto de diarréia aqui!”, relata.

 

Depois de ouvir os relatos, dom Dimas saiu com Farid – outra liderança da comunidade – para conhecer o acampamento. Num dos barracos, uma senhora de 97 anos permanecia sentada numa rede, onde fica quase todo o dia. “Ela quase não anda, fica aqui nesse calor o dia inteiro”, explicou a filha. Mas a anciã ficou alegre ao receber a visita, sem nem mesmo imaginar o quanto a situação tinha chocado o bispo. “A situação deste acampamento é desumana!”, disse o representante da CNBB.

 

Eu morro pelo meu direito

 

No sábado pela manhã, o grupo partiu para visitar mais duas comunidades. Na primeira, UOL Busca Guyraroká, houve dança na casa de reza; uma recepção de muita alegria. Ambrósio Vilhalva, um dos líderes presentes, começou a relatar os problemas porque passam os indígenas de uma forma mais ampla. Falou de Xicão Xukuru e de sua amizade por ele. Também ressaltou a questão da terra. “Os fazendeiros pedem indenização para uma terra que nem é deles. Onde está o nosso direito? O índio alguma vez foi indenizado pelo o que ele sofreu? Eu não vendo, não troco, não empresto e não dou o meu direito!”, afirmou.

 

Familiares e amigos de dois indígenas que foram brutalmente retirados do convívio de sua comunidade foram a Guyraroká acompanhar a visita do Cimi. Na ocasião eles puderam externar o sofrimento pela ausência dos companheiros e também pela omissão do Estado em investigar e dar respostas concretas sobre o que aconteceu aos dois jovens: Rolindo Vera, desaparecido há cinco meses, e Jenivaldo Vera, cujo corpo foi encontrado. Os dois foram seqüestrados e espancados durante retomada de sua terra tradicional, em outubro do ano passado.

 

Os pais e a esposa do professor Rolindo Vera relataram o sofrimento de uma família pelo desaparecimento de mais um que morreu por sua comunidade e por seus direitos. No relato dos pais, o desespero e as lágrimas vieram à tona. “Nenhuma justiça foi feita, não temos nenhuma notícia para acalmar nosso coração”, disse o pai. “Com nosso sobrinho (Jenivaldo Vera) aconteceu a mesma coisa: não se sabe se ficou em cativeiro, como o levaram, mas o corpo dele foi encontrado…o do nosso filho não”, finalizou. A esposa, que carregava nos braços a filha que nasceu logo após o desaparecimento do professor, implorou ajuda em sua fala. “Peço ajuda aos senhores, pois estou passando necessidade sem o pai dos meus filhos. Ainda não posso trabalhar porque tenho criança pequena.”

 

 

Uma das professoras de Rolindo, Leda de Souza, também fez um depoimento emocionado. “O Rolindo era um professor que não esperava certificado para fazer a diferença! Ele foi dizendo que ia voltar e os alunos e professores ainda aguardam a sua volta”. Ela terminou sua fala pedindo providências para encontrar o professor e para que não se deixe passar despercebido mais esse caso de violência contra os indígenas do estado: “Não deixem o Rolindo ficar perdido nessa imensidão, ele não pode ser um pai ausente!”.

 

Vivendo num chiqueiro

 

Em Pasu Piraju, Carlitos, um senhor de 76 anos de idade e muitas lutas, nos recebeu eufórico. Depois de cantar com os parentes que chegavam, ele relatou seus combates, defendendo os direitos indígenas. “Nós índios precisamos nos unir!”

 

Ao falar de sua terra, não se mostrou feliz. “Aqui vivemos como escravos, porque não podemos sair da terra. Vivemos num chiqueiro de 40 hectares para muitas e muitas famílias”, declarou. Ele conta que na cidade sempre dizem que ‘índio não quer trabalhar’, o que ele logo rebate. “Como podemos trabalhar sem terra? Para trabalhar precisamos de espaço, precisamos plantar roça”, disse.

 

Apesar de verificar muitas situações de desespero, os missionários doUOL Busca Cimi voltaram para casa sabendo que tinham uma missão maior: divulgar para o mundo que os Guarani precisam ter voz e vez e buscar alternativas para reforçar a luta desse povo por suas terras tradicionais.

 

 http://www.ecodebate.com.br-(kaiowa-um-povo-que-grita-por-ajuda)



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h08
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Belo Monte:
‘Essa barragem vai acabar com a gente, vai acabar com tudo’,
afirma líder indígena.

Treze famílias de índios maias que vivem na margem da Volta Grande do Xingu, no Pará, temem que a construção da hidrelétrica de Belo Monte reduza o nível da água a ponto de inviabilizar a navegação e a pesca, fonte de alimentação da população. O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) – órgão do governo federal que participou das pesquisas para Belo Monte –, Maurício Tolmasquim, afirmou que os indígenas não serão diretamente impactados.

 “O projeto original previa área inundada de 1,2 mil quilômetros quadrados e a área atual é de 516 quilômetros quadrados. Mudou justamente para evitar impactos sobre as terras indígenas”, declarou. Segundo ele, os estudos mostram que a Volta Grande pode ter vazão reduzida, mas não vai secar nem perder a navegabilidade.

 A reportagem é de Mariana Oliveira e publicado pelo G1, 25-03-2010.

 Tolmasquim afirmou ainda que os índios foram ouvidos pelo governo durante o processo de audiências públicas com a população. “A grande maioria das comunidades indígenas é favorável [à hidrelétrica]. Tem um grupo de militantes locais contra, mas a massa da população local é favorável. Um grupo atua com a questão ideológica e pretende que [o local] fique intocável, mas não é necessariamente a visão de todos”, afirmou o presidente da EPE.

 Os índios dizem, porém, que deveriam ter sido feitas audiências específicas para tratar dos interesses das tribos. Para o líder Leôncio Arara, da tribo maia, se a hidrelétrica for construída, o povo vai “cair em tristeza”. “Se vier a barragem, para mim significa uma crise. O Xingu vai ficar mais baixo, e a gente vai ser prejudicado. Estamos acostumados com essa floresta, essa riqueza. O que vai ser de nós?”, questiona. “Essa barragem vai acabar com a gente, vai acabar com tudo.”

 Leôncio Arara disse que a população indígena está preparada para resistir à força. “Os parentes (outras tribos) falam em mobilização de 5 mil a 10 mil índios para acampar na barragem e daí vão dispostos a tudo para proteger nossa vida”, afirmou.

 O índio Josinei Arara disse que a resistência ocorrerá porque eles precisam navegar no rio para garantir a alimentação da tribo. “A gente vai lutar fortemente contra isso. Estamos dispostos a tudo. Se ficarmos de braço cruzado vai ser pior.” 

Josélia Arara, 27 anos e mãe de oito filhos, disse que as mulheres também vão ajudar. “Não somente os homens que estão dispostos a qualquer coisa. As mulheres vão ser prejudicadas e ajudarão para o que der e vier. Nós somos mais afetadas. E se as crianças ficarem doentes, como faremos se não tivermos navegabilidade para deixar a tribo?” 

José Carlos Arara, teve um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ano passado e guarda em um porta-retrato de sua casa a lembrança daquele dia. “Ele disse que jamais construiria algo que fosse prejudicar alguém e que não iria enfiar caminhão goela abaixo de ninguém, mas infelizmente não é o que parece”, afirmou. 

Para José Carlos Arara, a tribo está em um “beco sem saída”. “Não tem nenhum documento que diga que seremos afetados, mas está claro que todos os meios de vida serão afetados. E não temos ideia de como será a situação com a qual iremos nos deparar. Para nós, significa uma perda em relação ao meio de vida da população indígena.”

 

Ribeirinhos 

Em uma vila de ribeirinhos na margem do Xingu, a Ilha da Fazenda, território pertencente ao município de Senador José Porfírio, os moradores também dizem temer a seca na Volta Grande. 

“Desde o início, eu não acho que vai ser bom porque vai ser uma morte. Um lado vai encher e o outro vai secar. Eu tenho a pesca como sobrevivência e não sei como vai ficar”, diz o pescador Miguel Carreiro de Souza, de 52 anos, que tem como função na vila transportar as crianças para a escola em outra vila maior. 

Fátima Ribeiro, de 59 anos, tem filhos e netos na ilha. “Para a gente vai ser muito ruim. A gente vive do que planta e colhe e não sabe direito como vai ficar tudo. E as crianças, como vai ser?”, pergunta. Ela disse ainda temer que a “fúria” dos índios contra a hidrelétrica acabe prejudicando os ribeirinhos. “A gente se preocupa com violência, essas coisas. A gente só quer ficar aqui em paz.” 

Fonte Portal Ecodebate:http://www.ecodebate.com.br

 

PESQUISE:      UOL Busca Usina hidrelétrica de Belo Monte no Para.

 



Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h31
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Mar da Sibéria borbulha com metano e pode piorar aquecimento global

 Mar da Sibéria borbulha com metano e pode piorar aquecimento global

 

 

CLAUDIO ANGELO

Editor de Ciência da Folha de S. Paulo

 

A imagem de um mar inteiro borbulhando como um colossal copo de sal de frutas pode parecer engraçada.

 

Mas cientistas da Rússia e dos EUA que observaram algo parecido com isso no Ártico garantem que não há motivo para rir: as bolhas são de metano, um gás-estufa poderoso, e seu vazamento em águas siberianas pode significar que um dos efeitos mais temidos do aquecimento global está em pleno curso.

 

O grupo liderado pelos russos Natalia Shakhova e Igor Semiletov, da Universidade do Alasca em Fairbanks e da Academia Russa de Ciências, afirma que metade das águas do mar do leste da Sibéria está supersaturada de metano em sua superfície.

 

Em alguns pontos, a concentração do gás é cem vezes maior que a esperada. Em outros, até mil vezes.

 

CLIQUE AQUI:

LEIA MAIS SOBRE ESSE INTERESSANTE CASO...

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 23h42
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Aquecimento global terá efeito devastador sobre Agricultura.

 

 

Segundo estudo, se não houver adaptação, metade do mundo enfrentará uma grande escassez de alimentos.

 

WASHINGTON – O rápido aumento das temperaturas no mundo todo terá, provavelmente, um grave efeito sobre as colheitas nas zonas tropicais e subtropicais no fim deste século, prevê um estudo publicado nesta quinta-feira, 8, pela revista Science. Como resultado, se não houver uma adaptação, metade do mundo enfrentará uma grande escassez de alimentos, advertiu o estudo. Matéria da Agência EFE, com informações complementares do EcoDebate.

 

Para pior, a população dessas regiões (entre 35 graus de latitudes norte e sul) é uma das mais pobres e com maior crescimento demográfico.

 

Calcula-se que cerca de 3 bilhões de pessoas vivam nessa área, que vai do sul dos Estados Unidos ao norte da Argentina e o sul do Brasil; do norte da Índia e o sul da China ao sul da Austrália e toda África.

 

“As pressões do aumento de temperaturas sobre a produção mundial de alimentos serão enormes e isso sem levar em conta o abastecimento de água”, assinalou David Battisti, professor de Ciências Atmosféricas da Universidade de Washington.

 

Segundo Battisti, serão necessárias muitas décadas para se desenvolver variedades de colheitas que suportem melhor os aumentos de temperatura.

 

Battisti e Rosamond Naylor, diretor do Programa de Segurança Alimentaria da Universidade de Stanford (Califórnia), tiraram esta previsão de 23 modelos climáticos.

 

Destes modelos, estabeleceram a existência de mais de 90% de probabilidade de que até 2100 as temperaturas nos trópicos e subtrópicos serão as mais altas registradas na história.

 

Os cientistas determinaram também os períodos históricos de maior insegurança alimentar e estabeleceram que é provável que esses períodos se tornem mais frequentes.

 

Entre os episódios estudados, estão um na França, em 2003, e na Ucrânia, em 1972.

 

Na então república soviética, uma onda de calor sem precedentes arrasou as colheitas de trigo e causou uma alteração do mercado mundial desse grão que durou dois anos.

 

“Quando olhamos esses exemplos históricos vimos que sempre houve formas de resolver o problema. Sempre havia um lugar onde encontrar o alimento”, disse Naylor.

 

“No entanto, no futuro, não haverá nenhum lugar onde possamos achar esses alimentos a menos que reconsideremos as fontes de provisão”, previu.

 

Além disso, os problemas do clima não se limitarão às zonas tropicais, e como exemplo os cientistas, além do caso ucraniano, citam as temperaturas recorde registradas na Europa em 2003 e que causaram a morte de cerca de 52 mil pessoas.

 

Segundo eles indicam, as temperaturas que prevaleceram nesse verão de 2003 na França serão normais até 2100 e reduzirão a provisão de alimentos primários como milho e trigo entre 20% e 40%.

 

As maiores temperaturas, segundo eles, também alterarão de forma radical a umidade do solo o que causará uma maior redução das colheitas.

 Fonte:

http://www.ecodebate.com.br



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h45
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O governo da Bulgária acaba de rejeitar o cultivo de

transgênicos durante os próximos 5 anos.

 

 

The center-right governing GERB party has proposed that all cultivation of GM crops should be banned for 5-years, in a change to the new GMO Act.

 

After a meeting of the Parliamentary Group of the center-right governing GERB party, Group Co-Chair, Iskra Fidosova, announced that GM crop trials should be banned for 5 years on the territory of Bulgaria.

 

Fidosova added that the decision would mean that the controversial changes to the GMO act would have to be altered before their second hearing next week. The original changes which were passes at their 1st parliament hearing in January, were made to bring Bulgaria in-line with European legislation. They allowed for GM crop trials immediately of many crops and laboratory testing of GMO cultures.

 

Fidosova explained “next week's second reading will have to include a change in the number of texts and will require drafting amendments to the bill on GMOs, whilst ensuring compliance with the European directive on the matter.”

 

GERB also announced that, through their MEPs, they will try to push for the introduction of an EU ban on GM crop trials and commercial growing.

 

Environment Minister, Nona Karadzhova, concluded that the ban, that will mean a ban on any cultivation of all GM crops in the country, was a good compromise and stressed that the change in policy was due to the Bulgarian public’s negative opinion on GMOs.

 

 

NOVINITE.COM

 

 

And in Brazil a major TV network makes a report praising the transgenic corn. Something strange about it!

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 11h38
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UM ALERTA!

Quem não se adaptar irá conseguir sobreviver?

 

 

O aumento do calor por causa do aquecimento global está levando as pessoas a fugirem de uma realidade que no futuro pode ser cruel se não estiverem adaptadas.

 O comodismo que tem origem nos altos padrões de vida de muita gente pode ser um tiro pela culatra. Instalam aparelhos de ar condicionado em todo canto: nos apartamentos, ambientes de trabalho, veículos etc. Mas isso pode nos impedir de uma necessária adaptação para um novo clima que se prenuncia.

 Notei essa diferença quando vi que alguns colegas sentiam muito calor como se estivessem diante de uma fornalha, sendo que naquele momento eu sentia apenas calorzinho suportável, e eu não gosto de aparelho de ar condicionado...

 Resolvi pesquisar outros colegas e fazer a comparação entre os “refrigerados” e os que apenas se refrescavam com ventiladores. Cheguei à conclusão que os “refrigerados” realmente sentiam muito calor no verão, a tal ponto de chegarem à beira de um colapso.

 Isso também podemos comprovar fazendo uma comparação entre os povos que vivem em paises frios, e os que vivem nos paises tropicais como o Brasil.  O turista desses paises sente muito a diferença no clima quando viajam para outras paragens longe de seu habitat natural.

 Essa adaptação segundo os cientistas está havendo em todos os ecossistemas.

 E os humanos vão continuar fugindo e se escondendo atrás de sua tecnologia de “refrigerados”, que em nada pode contribuir para sua adaptação para uma nova temperatura que se desenha no horizonte como apocalíptica?

 É um drama que não iremos escapar, pois vivemos todos num mesmo planeta que nós condenamos por causa da insensibilidade, egoísmo, ganância de uma minoria que sempre  foi alicerçada no apoio da maioria cega e desesperada pela fome e seus empregos. 

Rivaldo R.Ribeiro-José Bonifácio-SP.

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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 18h20
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10 razões para não precisarmos de transgênicos:

 

1. Os transgênicos não resolvem a crise alimentar. O próprio Banco Mundial garante que o aumento da produção de biocombustíveis é a principal causa do aumento do preço dos alimentos. “A crise climática foi usada para fomentar os biocombustíveis, ajudando assim a criar a crise alimentar, que, por sua vez, está a ser usada para desenvolver as fortunas da indústria dos transgênicos”, afirma Daniel Howden.

2. Os transgênicos não aumentam o potencial de rendimento. Por exemplo, a produção de soja transgênica tem diminuído.

3. Os transgênicos aumentam o uso de pesticidas.

4. Há melhores maneiras de alimentar o mundo. Um estudo das Nações Unidas e do Banco Mundial feito por 400 cientistas em 58 países conclui que os cultivos transgênicos pouco têm para dar à agricultura global.

5. Há outras tecnologias agrícolas melhores para controlar pragas e aumentar a produção.

6. Os transgênicos não são seguros na alimentação. Animais alimentados a transgênicos revelaram efeitos de saúde preocupantes.

7. Transgênicos disfarçados na alimentação animal sem o conhecimento e sem o consentimento dos consumidores. Carne, ovos e lacticínios de animais alimentados a transgênicos e importados para a Europa não precisam de rótulo.

8. Os cultivos transgênicos são um desastre a longo prazo para os agricultores. As estatísticas de 2009 mostram que o preço das sementes transgénicas aumentaram imenso em relação às sementes orgânicas, o que representou uma forte redução nos rendimentos dos agricultores.

9. Os transgênicos não podem co-existir com os orgânicos porque os contaminam.

10. Não podemos confiar nas empresas de transgênicos. Elas têm um longo historial de contaminação tóxica e de enganos públicos. Há agricultores a ser processados por terem transgênicos nos seus terrenos que não compraram, não querem, não usarão e não vão vender.

Lista preparada por Octávio Lima, do Blog Ondas3, Portugal.

 http://www.gmwatch.org/10-reasons-why-we-dont-need-gm-foods

 

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 17h51
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 Relatório da UOL Busca ONU diz que as populações indígenas são parte da população mais pobre do mundo.

 

Não concordo no que diz respeito as causas! Pois as causas dessa pobreza não tiveram origem na sua sociedade primitiva e natural dos índios. 

Os UOL Busca índios ficaram pobres quando foram ou tiveram suas culturas invadidas pelo  "homem Branco", que nada de positivo acrescentaram em suas culturas e modo de vida, apenas doenças, (pois é o principal transmissor de todo tipo de enfermidades) destruição e desequilibro de sua sociedade que sobrevivia a milhares de anos daquela forma.

Onde está a pobreza do índio? Veio do homem branco.

 Riqueza ou pobreza depende muito do ponto de vista.

No posto de vista da maioria dos homens branco, riqueza é um ajuntar de coisas sem fim, passando  por cima de interesses da  sua propria sociedade,  meio ambiente, e muitas vezes  insensível aos seus próprios semelhantes.

E isse tipo de desenvolvimento  e riqueza  afeta os índios sobremaneira, os levando a todos os vícios doentios do homem branco.

Enquanto viviam na floresta longe da chamada civilização branca, os índios tinham de volta da natureza uma riqueza incalculável: Tinham saúde, alimentação, proteções do  UOL Busca Grande Espírito , viviam dentro das suas tradições naturais, e nada contribuíam para a destruição do Planeta, ao contrário era uma relação intima, de colaboração e cumplicidade com mãe natureza.

 O oposto da civilização branca que confusa com sua “riqueza” caminha para um horizonte sombrio...

 

“Com as primeiras arvores derrubadas começou a civilização. Com a ultimas arvores derrubadas a civilização terminará.”

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 15h58
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Pesquisas mostram que plantas reagem aos perigos externos

Foto:Rivaldo R.Ribeiro.    

Margem Córrego Monte Alegre-José Bonifácio-SP

 Arvore as margens do córrego Monte Alegre-José Bonifácio-SP, Foto: Rivaldo R.Ribeiro

 

Fragmentos do artigo:

...As plantas reagem a dicas táteis, reconhecem diferentes comprimentos de onda de luz, escutam sinais químicos, elas podem até mesmo falar através de sinais químicos.

 ...Ao analisar a proporção de luz vermelha e luz vermelha distante caindo em suas folhas, por exemplo, elas podem pressentir a presença de outros concorrentes clorofilados por perto, e tentar crescer para outro lado. Suas raízes percorrem a "rizosfera" subterrânea e empregam trocas interculturais e microbiais.

 ...Mesmo se você já tem um conhecimento considerável sobre as plantas ainda é surpreendente ver como elas podem ser sofisticadas.

Clique no link e leia o artigo completo:

REDE AMBIENTE BRASIL...

 

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Esse artigo me leva a refletir sobre a Amazônia, qual seria a reação das vegetações daquela floresta frente às mudanças climáticas, as queimadas, o desmatamento e ao aquecimento da Terra?

Poderíamos estar correndo um sério risco da desertificação não da Amazônia, mas também de outras regiões do Brasil como um reflexo em dominó.

Cansado (Rivaldo R.Ribeiro)

 

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 16h52
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PROJETO MUNICÍPIO VERDE/AZUL DO ESTADO DE SÃO PAULO

 

Clique no link abaixo e veja a POSIÇÃO DO SEU MUNICÍPIO em 2009, dos 563 municípios inscritos no programa, foram certificados 156.

 

Uma porcentagem ainda muito baixa, diante dos problemas climáticos que estamos enfrentando.  Problemas que exigem das autoridades de cada município um maior empenho para que alcancem a nota mínima de 80 pontos para ter direito do certificado de MUNICÍPIO VERDE/AZUL.

 

A natureza vem devolvendo as agressões do homem com violência e muita destruição. Ainda há tempo de revertemos essa situação critica que todo o PLANETA vem atravessando, se a humanidade não acordar teremos um futuro sombrio.

 

Natureza e meio ambiente independe dos movimentos partidários, pois todos serão beneficiados ou punidos conforme nossas ações daqui para frente.

 

Estamos num ano eleitoral, preparem-se para se defender dos oportunistas que nunca olharam para a causa ambiental, mas que nesse momento eleitoral vão se transformar em VERDES pés de alface atrás do seu voto. 

 

 

 

Alguns municípios que não alcançaram

 a pontuação de 80 pontos:

 

  ITARARÉ.........................................................       03,22

CAFELÂNDIA................................................       14,70

TABOÃO DA SERRA................................... .      20,07

FRANCO DA ROCHA................................... .      23,16

JOSÉ BONIFÁCIO......................................... .      28,07

EMBU............................................................ ...     30,16

PLANALTO......................................................      37,66

MIRASSOLÂNDIA..........................................      42,13

ARAÇATUBA...................................................     43,81

BIRIGUI.............................................................     45,82

SÃO PEDRO......................................................     49,50

CAMPOS DO JORDÃO....................................     50,65

SÃO CARLOS...................................................     51,80

MOGI DAS CRUZES........................................      53,57

MENDONÇA.....................................................      54,73

BAURU...............................................................     57,97

JACI.....................................................................     59,08

UBARANA..........................................................     61,34

GENERAL SALGADO.......................................     67,15

MONTE APRAZÍVEL................................... .....     68,03

PROMISSÃO.......................................................     70,40

SÃO PAULO........................................................     75,40

...

 

 

 

 Alguns municípios que foram certificados

 por terem alcançados 80 pontos:

 

 SANTA FÉ DO SUL...........................................      94,40

NOVO HORIZONTE...........................................      94,33

BURITAMA.........................................................      93,69

ADOLFO..............................................................      90,30

SOROCABA.........................................................      89,79

TANABI................................................................      87,99

SUD MENUCCI....................................................      87,50

GUAPIAÇU..........................................................       84,41

PENÁPOLIS.........................................................       84,17

CEDRAL................................................................    81,92

ICÉM......................................................................     80,48

UCHOA.................................................................      80,08

 

 

 

Vejam a relação completa no link:

 

 PROJETO:MUNICIPIO VERDE/AZUL 

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 02h05
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AS MENINAS DE FIJI:

Fonte: http://www.capuchinhos.org/

 

No decorrer da COP15, de surpresa, e perante o espanto de milhares de presentes,

(UOL Busca As meninas das ilhas Fiji9 jovens naturais das UOL Busca Ilhas Fiji, sobem ao palco da sala do Centro de Conferencias Bella, exibindo uma coreografia com o número 100.000.000. Uma delas, Leah Wickham, começa o seu discurso:

 

 “Tenho 22 anos, mas, antes de atingir o dobro da minha idade, poderei não ter uma terra aonde voltar.” As lágrimas não a deixaram continuar o discurso.

 

Os responsáveis, sem saber como sair do impasse, irromperam numa salva de palmas, única maneira de pôr fim àquele drama em palco.

 

 *************************

 

 

 

Comentário do Blog:

Quando o homem irá ter misericórdia do próprio homem?

 

Essa é uma pergunta que sempre me fiz. Estamos vivendo e vendo tragédias por causa do descontrole do clima em várias partes do mundo, e mesmo assim os lideres sociais, donos do poder, políticos querem apenas mostrar seu poder megalômano.

 

E numa analise entre todos os animais, somos os mais frágeis fisicamente, o que nos protege e a nossa dita inteligência. Qual o homem poderia sobreviver do frio, da chuva, do vento, do sol, de outros animais predadores se não tivesse a inteligência da construção?  

 

Mas o homem se perdeu quando saiu das cavernas, viu um mundo diante de si e resolveu conquista-lo, domina-lo. Mas o mundo que chamamos planeta Terra é indomável, nunca admitiria a tirania do homem.

 

UOL Busca Gaia se revoltaria e essa revolta já começou...

 

Rivaldo R.Ribeiro 777



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 15h33
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Aquecimento do planeta põe o Pantanal para correr

CLAUDIO ANGELO

Editor de Ciência da Folha de S.Paulo

 

Pesquisadores dos EUA calcularam a velocidade com que os ecossistemas do mundo inteiro terão de migrar para se adaptarem à mudança climática. E têm uma má notícia para o Pantanal: ele precisará se deslocar três vezes mais rápido que a média, o que o coloca em risco aumentado de colapso.

 

Para poderem se manter a uma temperatura constante à medida que o aquecimento global avança, as espécies do Pantanal precisarão se deslocar, em média, 1,26 km/ano, contra 0,42 km/ano da média global.

 

Embora os pesquisadores não falem em extinções em massa em seu estudo, eles deixam claro que alguns ecossistemas terão grandes dificuldades para se adaptar ao novo clima.

 

Segundo a pesquisa, publicada hoje no periódico "Nature", 28,8% dos biomas da Terra precisarão migrar a uma velocidade maior do que 1 quilômetro por ano para escapar do calor.

 

"Esse número é importante porque 1 km/ano é a estimativa mais otimista de velocidade de migração dos ecossistemas após o fim da última glaciação", disse à Folha Scott Loarie, da Universidade Stanford (EUA), coautor do estudo. O fim da Era do Gelo, há 10 mil anos, foi a mudança climática mais rápida dos tempos recentes --e levou a uma extinção em massa.

 

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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 01h02
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Cop 15; uma confraternização de fim de ano.

 

 

Depois de duas semanas de reuniões envolta por discussões e nenhuma resolução concreta, cessaram as negociações da COP 15 em Copenhague, na Dinamarca. O circo foi armado, os artistas se posicionaram, mas o público não gostou do espetáculo.

 

A conferência sobre as mudanças climáticas das Nações Unidas idealizada para, de um modo coerente e sustentável, frear o aquecimento global e amenizar suas conseqüências por meio de regulamentos e ações, resultou apenas numa “carta de intenções”.

 

Nesse subjetivo acordo, aprovado com relutância e sem unanimidade, ficou definido a manutenção do aumento da temperatura global a 2°C e uma suposta criação de um fundo emergencial de US$ 30 bilhões nos próximos três anos para ajudar os países pobres a combater as causas e efeitos das mudanças climáticas e angariar recursos para financiamentos de longo prazo de até 100 bilhões até 2020; e nada mais.

 

Nenhuma das nações ali reunidas se propuseram, de um modo concreto, viável e responsável, a criarem planos e metas com o intuito de reduzir drasticamente a emissão de gases de efeito estufa, melhorar as condições urbanas no critério “meio ambiente” englobando indústria, comércio e habitação em ações que visam a sustentabilidade e uma decrescente poluição, interromper o desmatamento predatório de florestas nativas evitando assim, a destruição de ecossistemas importantes que, futuramente, ocasionarão a extinção em massa de espécies, inclusive a humana.

 

A criatividade e a inteligência para a elaboração, mesmo que superficial, de algum planejamento envolvendo tais aspectos, foram barrados na entrada da conferência, juntamente com a seriedade que deveriam tratar essa situação e alguns milhares de manifestantes classificados como ecomaníacos.

 

Os mais ilustres convidados entre os representantes de 192 nações resolveram encobrir as verdadeiras “raízes do problema”, com um manto ilusório denominado “interesse econômico”. A urgência ECOlógica, foi substituída pela pretensão ECOnômica. Os senhores do destino pouco se importam que, atualmente, a insegurança alimentar pese sobre 1 bilhão de pessoas ou que 1,5 bilhão não tenha acesso à água tratada e saneamento. Por que se importariam se, em 2050, 1/4 da população do planeta sofra com a desertificação, as secas, as enchentes, a fome, as doenças, o rigoroso inverno, as ondas de calor e com possíveis conflitos e guerras sociais devido à desestruturação humana?

 

Um fundo bilionário de financiamentos é a resposta. Uma quantia suficiente para emprestar a povos afetados pelos efeitos das mudanças climáticas, o necessário para adquirirem materiais para a reconstrução de suas casas, alimentos, remédios, urnas funerárias, novas tecnologias e inclusive armas. Um fundo para financiar a eco-desordem global.

 

Muito obrigado inegáveis representantes da ordem global, mas optei por não aceitar essa “caixinha de boas festas” endereçada a todo ser vivo enviado agora no final de 2009. Prefiro refletir sobre minhas ações efetuadas em meu meio durante todo o ano, as quais me retornarão como reações de minha pura responsabilidade, desse modo, nego qualquer quantia oferecida a mim como congratulação por ter sido um ser humano que não pensou em seu próprio habitat natural, pois não fui.

 

Espero que demais humanos, não aceitem este resultado como a resolução do problema ambiental global e, não compartilhem desta “caixinha de boas festas” que não passa de um produto vergonhoso da festa de confraternização de final de ano da ONU intitulada COP 15.

 

Existe algo muito mais importante que ficou do lado de fora das pautas deste encontro, junto de meus amigos ecomaníacos.

 

Kleber A. Ribeiro

 

FONTE: MENTEVISOR



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 23h29
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PRINCÍPIO DE PRECAUÇÃO
Uma Maneira Sensata de Proteger a Saúde Pública e o Meio-Ambiente

The Precautionary Principle
A common sense way to protect Public Health and the Enviroment
preparado por: The Science and Environmental Health Network
tradução : Lucia A. Melim para Fundação Gaia

"Quando uma atividade representa ameaças de danos ao meio-ambiente ou à saúde humana, medidas de precaução devem ser tomadas, mesmo se algumas relações de causa e efeito não forem plenamente estabelecidas cientificamente."

Dentre os principais elementos do Princípio figuram: a precaução diante de incertezas científicas; a exploração de alternativas a ações potencialmente prejudiciais; a transferência do "ônus da prova" aos proponentes de uma atividade e não às vítimas ou vítimas em potencial daquela atividade; e o uso de processos democráticos na adesão e observação do Princípio -- inclusive o direito público ao consentimento informado.

Leiam mais no LINK abaixo sobre o principio da precaução, que nossos legisladores e poder judiciário ignoram, cometendo um desleixo com a saúde e segurança pública no que se refere ao meio ambiente.   

Clique aqui:

http://www.fgaia.org.br/texts/t-precau.html



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 23h44
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A mesa.

 

 

"Não há lugar para pessimismo. Nós achamos que quando os dirigentes se reunirem em torno de uma mesa o que pode parecer impossível de se concretizar, pode se concretizar." (Presidente Luís Inácio Lula da Silva, em declaração dada a respeito de Copenhague. 16 de novembro de 2009).

 

 

Nessa declaração do Presidente Lula ele colocou muita responsabilidade em uma mesa, geralmente as reuniões são em torno de uma mesa. Não sei qual há razão do  porquê não se reúnem sem a mesa, por exemplo, podem se reunir sentados no chão, em pé, ou acomodados em cadeiras ou poltronas. Por que a mesa?

 

Mas ao se reunirem sem uma mesa? Poderá ocorrer alguma confusão e a reunião se desunir e transformar em desunião ou numa desarrumação onde ninguém se entenderia por falta da mesa.

 

O assunto em torno dessa mesa é o aquecimento global, que quer dizer que o planeta Terra está ficando mais quente, assim quando suarem é bem provável que a mesa poderá disfarçar os odores. Mas a mesa poderá se vingar porque um dia ela foi uma arvore, lá na floresta junto com sua família, vivia ao sabor das chuvas e brisas, nela os pássaros faziam seus ninhos, animais da floresta comiam seus frutos e depois defecavam as sementes já com adubos naturais e outra arvorezinha nascia. Interromperam esse ciclo para ela ser apenas uma mesa...

 

Agora ela é apenas uma mesa onde todos a responsabilizam pelas decisões absurdas que tomam em torno dela... Mas conforme o nosso Presidente afirmou em torno da dita mesa o impossível se torna possível, isso porque todos sabem que estão debruçados sobre os restos mortais de uma arvore que é o ícone principal da vida. Porque é do verde que se origina o oxigênio matéria prima da VIDA.

 

Bem! Quanto as mesas, pensem o que quiser, estou ficando um pouco maluco com tudo isso: Aquecimento global, transgênicos, queimadas, pesticidas, agrotóxicos, nossa comida trocada por combustível e envenenada, nossa agua ameaçada. Nós todos queremos ficar ricos, seremos milionários mortos caindo aos pedaços saindo dos túmulos  como zumbis dos filmes de terror...

 

Mas parece que até o momento ninguém entra em acordo em torno da mesa, todos raciocinam egoisticamente imaginando defender seu pedaço geográfico de um planeta que abriga a todos, e, está em perigo. É no mínimo uma loucura!

 

Rivaldo R.Ribeiro

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 00h50
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Tô no Clima para Salvar o Planeta.

Tô no Clima para Salvar o Planeta.

 

 

Tô no Clima para Salvar o Planeta, da Campanha TicTacTicTac, acesse o site http://www.tictactictac.org.br/  e participe você também.

 

A 15ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP-15) acontece de 7 a 18 de dezembro em Copenhague, na Dinamarca.

 

Eu assinei, assine você também.

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 00h28
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 Grupo Balbo adere ao Protocolo Agroambiental

 Jóia

Usineiro que aboliu o uso de agrotóxicos e a queima da cana há 20 anos assina documento para intensificar boas práticas ambientais

 

 

O Grupo Balbo aderiu ao Protocolo Agroambiental do Estado de São Paulo, com suas usinas São Francisco e Santo Antônio, localizadas em Sertãozinho, a 345 quilômetros da capital paulista. Com a assinatura do protocolo as usinas se comprometem a adotar medidas para proteger o meio ambiente. A ação é parte do projeto ambiental estratégico Etanol Verde da Secretaria Estadual do Meio Ambiente – SMA. A redução da queima da palha, a recuperação de áreas ciliares, a economia de recursos como água e energia, são itens que formam o Protocolo. Uma parceria do Governo do Estado, por meio das Secretarias do Meio Ambiente e de Agricultura, e a Única - União da Indústria Sucroalcooleira.

 

O Protocolo visa promover as boas práticas do setor sucroalcooleiro por meio de um certificado de conformidade. O Grupo Balbo há 20 anos já vem adotando essas medidas, por exemplo, suas usinas aboliram a utilização de agrotóxicos e a queima da cana. Há catorze anos, as usinas Santo Antônio e São Francisco consomem energia elétrica gerada nas próprias unidades, a partir do bagaço de cana, sendo auto-suficientes. A organização também produz cerca de 90 mil espécies arbóreas nativas brasileiras por ano, usadas para recuperar as matas ciliares da região.

 

Protocolo Agroambiental

Pelo menos 90% das usinas paulistas já aderiram ao Protocolo. São 154 unidades, além de 26 associações de fornecedores de cana, que representam 5.487 filiados. Com o Protocolo, o setor recuperará 243.202 hectares de matas ciliares.

Texto: Lucas Campagna

Mais informações no site www.ambiente.sp.gov.br/etanolverde

 

Fonte: http://www.ambiente.sp.gov.br/ 

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 00h13
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 Parabéns ao Xico Graziano,Secretário de Estado do Meio Ambiente do Estado de São Paulo pelo incentivo a causa ambiental, leiam abaixo: Jóia

 

Após melhorias ambientais, Ibirá, Cedral e Guapiaçu são beneficiadas com recursos do FECOP.

 

Em São José do Rio Preto, exemplo dos esforços destas cidades foi citado em palestra no Congresso dos Municípios.

 

Quem passa pelas cidades de Ibirá, Cedral e Guapiaçu, na região de São José do Rio Preto, conhece cidades típicas do interior: ruas calmas, tranqüilas, moradores prestativos e a beleza dos sítios e das águas que passam por lá. Mas poucos sabem que por trás destes cenários há administrações públicas comprometidas com a causa ambiental.

 

Desde o início do UOL Busca Projeto Ambiental Estratégico Município Verde Azul, em 2007, os prefeitos dessas cidades assumiram desafios ousados, como melhorar a situação dos aterros sanitários e investir em educação ambiental. Os resultados já podem ser observados e como “prêmio” pelos esforços estes municípios receberam, nesta quinta-feira, 29.10, das mãos do secretário de Estado do Meio Ambiente, Xico Graziano, as chaves de duas pás carregadeiras e uma retro escavadeira que vão auxiliar na gestão de resíduos destas cidades.

 

Os benefícios vieram do FECOP – Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição, que somente em 2009 já contribui com 125 municípios paulistas com recursos na ordem de R$ 24 milhões.

 

O critério de escolha dos beneficiados é a nota ambiental no projeto Município Verde Azul e o empenho das cidades com notas baixas para melhorarem a sua avaliação. “O nosso foco é mobilizar os municípios e ajudá-los a resolver os seus problemas ambientais, mas tem que mostrar resultados”, falou o secretário Xico Graziano, que acredita que é preciso ajudar os municípios que “fazem as coisas acontecerem”. “Não basta falar, tem que falar e fazer”.

 

Ibirá é um bom exemplo de município que “falou e fez”. O prefeito da cidade, Nivaldo Biscoito, conta que ano passado, durante a entrega dos certificados de municípios verdes, que Ibirá sequer concorreu, foi pedir ao secretário Xico Graziano ajuda para melhorar a situação ambiental de seu município. “Se a sua cidade não fez nada, como é que você quer me pedir alguma coisa?”, foi a resposta que o prefeito levou para casa.

 

“Nós fomos atrás, firmamos compromisso com a secretaria do Meio Ambiente e agora estamos aqui, recebendo estes equipamentos que serão usados em nosso aterro”, conta emocionado o prefeito que se preocupa, principalmente, em cuidar das águas minerais de seu município, que possuem efeitos medicinais e atraem turistas em busca de água de qualidade.

 

Ao contrário de Ibirá, o município de Cedral passou raspando na certificação do projeto Município Verde Azul em 2008. Com nota 79,18 (é preciso tirar nota acima de 80 para ser certificado) o prefeito José Pedrão impôs a meta de esse ano não voltar para a sua cidade com “as mãos abanando”. “Temos trabalhado pesado na conscientização da população sobre a importância de se preservar o meio ambiente”, conta o prefeito que se disse impressionado com a agilidade para receber o equipamento do FECOP. “Veio mais rápido do que eu esperava”.

 

Entre a não avaliada Ibirá e a quase certificada Cedral está o município de Guapiaçu que recebeu, no ano passado, uma das piores notas do ranking – 14,59. A prefeita Ivanete Vetorasso não se conformou. Em menos de um ano conseguiu melhorar a avaliação do aterro da cidade, que já chegou a ter avaliação 4,3 – inadequada – e hoje possui 9,1 em um índice que varia de zero a 10, formou parcerias, implantou um programa exemplar de educação ambiental na cidade e os resultados foram mostrados nessa quinta-feira.

 

 O Centro de Treinamento São Sebastião, onde ocorreu a cerimônia de entrega da pá carregadeira, estava repleto de trabalhos desenvolvidos pelos alunos da rede municipal com a turma da Criança Ecológica e peças de artesanato feitas com material reciclado pelos moradores da cidade. “A cidade está até mais limpa depois que começamos o trabalho de conscientização da população”, disse a prefeita.

 

Mas os três municípios não param por aí. Nas cerimônias de entrega dos equipamentos já pediram a Graziano mais benefícios. Agora, querem caminhões para auxiliar na coleta seletiva. O secretário impôs uma condição aos prefeitos: “se melhorarem as nota no ranking dos municípios, ano que vêm volto aqui para entregar estes caminhões”, prometeu . Para Graziano os equipamentos entregues aos três municípios não foi um presente da secretaria do Meio Ambiente, “mas uma conquista destas cidades após se esforçarem bastante. Esses municípios estão dando um exemplo para o Estado de São Paulo”.

Texto: Evelyn Araripe

 

Fonte: http://www.ambiente.sp.gov.br/ 

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 23h28
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Emergência.... Dinamarca-Copenhague.

Emergência.... Dinamarca-Copenhague.

Rivaldo R.Ribeiro

 

Os homens que imaginam que governam o mundo reúnem com freqüência para novos acordos climáticos.

 

O próximo será de 07 a 18 de dezembro em UOL Busca Copenhague-Dinamarca onde reunirão para decidir o futuro do planeta Terra, UOL Busca A COP-15 – 15ª Conferencia das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, da ONU.

 

São acordos em desacordos com o que realmente o planeta exige, estamos ribanceira abaixo e quase sem freios, e esses senhores discutem o problema como se fossem acordos comerciais entre as nações de um mesmo mundo em perigo. Portanto desconsideram a gravidade do problema onde todos terão o mesmo fim... 

 

A Terra chegou ao seu limite de desenvolvimento sustentável, mesmo assim estipulam metas de crescimento anuais para cada nação. As tecnologias que dispomos muitas são desnecessárias para a sobrevivência do homem e da vida, apenas representam status social de alguns grupos alienados ou de Alienígenas que estão por aqui com o propósito de nos levar ao caos e dominar uma civilização falida e encher o planeta de lixo e poluição.   

 

O transito veicular estão ridículos, no Brasil os veículos estão aumentando de tamanho, camionetes gigantescas que transportam apenas um passageiro, carros de passeio também seguem o mesmo padrão na maioria das vezes transportando apenas um passageiro. Um erro que os Americanos cometeram já no passado. São automóveis que ocupam espaço nas ruas, causam problemas de fluidez de trafico nas grandes cidades, piorando cada vez mais os problemas ambientais e sociais.

 

Não estou sendo pessimista, as noticias estão pessimistas, o clima não anda bem, a segurança alimentar em muitos paises pobres e em desenvolvimento está comprometida, os desastres causados pela natureza estão matando pessoas aos milhares.  Fenômenos climáticos estranhos em determinadas regiões estão acontecendo.

 

O UOL Busca degelo das calotas polares, nas cordilheiras dos Andes, Himalaia, UOL Busca Monte Kilimanjaro (O ponto mais alto da África) que vai cooperar com a crise mundial de agua. No caso das geleiras despejará nos mares sua água doce alterando a salinização e toda a biodiversidade marinha, alteração nos níveis dos mares causando inundações nas cidades costeiras e tantos outros desastres que os cientistas estão prevendo.    

 

“Pergunta, pois, aos animais e eles te ensinarão; às aves do céu e elas te instruirão.  Fala (aos répteis) da terra, e eles te responderão, e aos peixes do mar, e eles te darão lições.

 Entre todos esses seres quem não sabe que a mão de Deus fez tudo isso, ele que tem em mãos a alma de tudo o que vive, e o sopro de vida de todos os humanos?  (JO 12,7-10)”

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 00h54
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Coalizão de 15 ONGS protesta contra revogação de legislação ambiental

Coalizão de 15 ONGS protesta contra revogação de legislação ambiental

  

 

Um total de 15 ONGs ambientais, entre elas SOS Mata Atlântica, WWF e Greenpeace, enviaram comunicado conjunto contra propostas de revogação da legislação ambiental brasileira nesta terça-feira (6), em tramitação no Congresso.

 

O comunicado alerta sobre o risco de "revogação ou modificação das principais leis ambientais brasileiras", como o Código Florestal brasileiro, a Lei de Política Nacional de Meio Ambiente, a Lei de Crimes e Infrações contra o Meio Ambiente e a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação.

 

"As organizações abaixo assinadas alertam a sociedade brasileira para a gravidade da proposta da bancada ruralista no Congresso Nacional (PLs 1876/99 e 5367/09) que tramita em comissão especial formada por maioria de parlamentares ligados ao agronegócio", dizem as ONGs.

 

Elas alegam que "os principais instrumentos de gestão ambiental em vigor como a criação de unidades de conservação, as reservas florestais legais, as áreas de preservação permanente, o licenciamento ambiental e o Conselho Nacional de Meio Ambiente poderão ser revogados ou enfraquecidos para atender exclusivamente por encomenda setorial dos ruralistas".

 

Desmatamento zero - Mario Mantovani, diretor de mobilização da SOS Mata Atlântica, comenta que, como o presidente Lula disse que não é possível para o Brasil cumprir as metas de desmatamento zero, "a liderança do governo levou essas declarações a sério e votou junto com a bancada ruralista na proposta de desmontar a legislação brasileira."

 

Mantovani afirma também que a mobilização das ONGs na terça-feira, junto com a Frente Parlamentar Ambientalista, conseguiu ao menos barrar por enquanto a iniciativa.

 

As ONGs responsáveis pelo comunicado são:

Associação Preserve a Amazônia, Apremavi, Amigos do Futuro, Conservação Internacional, IPAM, Fundação SOS Mata Atlântica, Grupo Ambientalista da Bahia (Gambá), Greenpeace, Grupo de Trabalho Amazônico, Rede de ONGs da Mata Atlântica, SOS Pantanal, Instituto Socioambiental (ISA), Instituto de Pesqusas Ecológicas, Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) e WWF. (Fonte: Folha Online)

 FONTE:

http://www.ambientebrasil.org.br/   



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 00h36
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Sobre cerrado paulista

Resolução (Secretaria do Meio Ambiente) amplia proteção legal às áreas de Cerrado no Estado.

 

O Cerrado, que ocupa hoje menos de 1% do território paulista, é um dos biomas mais ameaçados do mundo.

 

Leia mais:

SECRETA MEIO AMBIENTE-SP.

 

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  Gabiroba ou gabirova.  

 Comentário Rivaldo R.Ribeiro:

FOTOS  INTERNET

 

E por falar em cerrado uma das frutinhas que mais ocorria nesse bioma era a gabiroba ou gabirova, são lembranças que nós que vivemos a infância no campo, aonde toda a família ia em busca dessa deliciosa frutinha, um verdadeiro eco-turismo.  

 

Com certeza fazia parte da alimentação de muitas espécies de animais, como tantas outras frutas como cajuzinho, jatobá (com a casca desse fruto era feito um xarope para bronquite com excelente resultado), jenipapo, pequi, mangaba etc.

 

Conclusão no cerrado poderíamos encontrar um verdadeiro pomar de várias  espécies de frutas, um celeiro para sobrevivência das espécies. Que infelizmente o “progresso” e a monocultura da cana de açúcar, pastagens etc., destruíram.   

 

Pesquise:  UOL Busca Gabiroba ou gabirova.

 

  

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 19h31
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Município Verde Azul tem 100% de adesões no Estado de São Paulo.

 

Todos os municípios paulistas estão comprometidos com as 10 diretivas do projeto.

 

 

O Estado de São Paulo pode comemorar! Em 13.08, o Projeto Município Verde Azul recebeu a assinatura da última adesão que faltava para que todos os municípios paulistas se comprometessem com as 10 diretivas ambientais avaliadas pelo projeto, que resultarão nas notas do ranking ambiental do Estado, que serão divulgadas no mês de novembro 2009.

 

Agora, os 645 municípios paulistas poderão entregar os seus planos de ação que apontarão suas metas para melhoria da qualidade ambiental. As administrações que comprovarem que estão fazendo a “lição de casa” passam a ter prioridade na captação de recursos do governo Estadual.

 

O Projeto

 

Participação, democratização e descentralização: esta é a receita do Projeto Estratégico Município Verde Azul, onde o Governo do Estado de São Paulo e os municípios trabalham em parceria na efetivação da agenda ambiental paulista. Com a gestão ambiental compartilhada, o Governo passou a ter os municípios como fortes aliados, tomando as decisões em conjunto e estimulando as ações municipais em prol do meio ambiente e da sociedade.

 

A adesão dos municípios ao Projeto se dá a partir da assinatura de um “Protocolo de Intenções” que propõe 10 Diretivas Ambientais que abordam as questões prioritárias a serem desenvolvidas:

1-Esgoto Tratado,

2-Lixo Mínimo,

3-Recuperação da Mata Ciliar,

4-Arborização Urbana,

5-Educação Ambiental,

6-Habitação Sustentável,

7-Uso da Água,

8-Poluição do Ar,

9-Estrutura Ambiental e

10-Conselho de Meio Ambiente.

A equipe da Secretaria Estadual do Meio Ambiente – SMA – orienta os municípios no preenchimento do Plano de Ação e no cumprimento das metas.

 

No final do ano será divulgado o ranking ambiental dos municípios paulistas, com uma nota que varia de zero a 100. As localidades que obtêm nota superior a 80 recebem o certificado de Município Verde Azul.

No ano de 2008 dos 332 municípios avaliados, 44 receberam o selo verde da SMA. Agora, com a adesão de todos os municípios, a tendência é este número aumentar. Além do maior envolvimento das cidades, que resultará em melhorias ambientais locais, com reflexos em todo o Estado, a ação fortalece o lema do projeto “Pensar globalmente, agir localmente”.

 

Fonte: http://www.ambiente.sp.gov.br/ 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 00h06
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A candidatura de Marina Silva a Presidência é um alento para uma terra devastada!

 

Hoje dia dos pais, eu tive a grata noticia da possível candidatura da Senadora Marina Silva a Presidência da Republica pelo PV em 2010.  É sempre assim quando acreditamos que está tudo perdido, surge uma esperança...

 

Todas as candidaturas sejam elas a Presidência, Prefeitos até aos vereadores alem da retórica de sempre, parece que o assunto natureza e meio ambiente é proibitivo.

Depois de eleitos  alguns deles tem tomado alguma atitude contra a destruição da natureza, mas apenas cercam o fogo sem nenhuma atitude concreta contra quem os coloca. Funcionam como bombeiros até o próximo incêndio.

 

Com a candidatura da Senadora Marina Silva esse assunto inevitavelmente virá a tona.

 

“Resido num município tomado pelos canaviais. Mesmo com a proibição pelo Governo do Estado de São Paulo, o cheiro das queimadas invade nossos pulmões, a respiração fica difícil e temo pela volta da minha bronquite da infância. Com um agravante agora mais velho e com hipertensão os problemas respiratórios são mais complicados...

Roubaram  nosso paraíso!”

 

Mesmo sabendo que haveriam queimadas com conseqüências danosas à saúde da população e o meio ambiente, permitiram a plantação desordenada dessa cultura, inclusive em áreas densamente povoada como nas regiões de São José do Rio Preto, José Bonifácio, Ribeiro Preto etc.

 

 Ainda mais, com incentivos pelo Estado do ICMs a 12% para o álcool hidratado e, 7% para o açúcar. Sendo que grande maioria dos produtos paulistas paga 18% de ICMS.

 

E agora o governo atual do Estado de São Paulo tenta apagar um fogo quase inextinguível incentivando a proteção ao meio ambiente. No entanto as usinas já estão instaladas e a monocultura da cana se espalha como erva daninha prejudicando o meio ambiente e a natureza, alem disso é um crime contra a humanidade por causa das queimadas que prejudicam a saúde da população.

 

Onde está o político capaz de resolver isso? Leis existem, mas temem em cumpri-las...

 

Portanto a Senadora Marina Silva é uma esperança para que essa situação não se agrave ainda mais...    

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 18h08
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Estudo aponta que até 4.550 espécies de plantas podem se extinguir na Amazônia

Estudo aponta que até 4.550 espécies de plantas podem se extinguir na Amazônia

 

 

 

Pesquisadores da Wake Forest University, nos EUA, fizeram simulações com mais de 40 mil das 50 mil espécies de plantas da Amazônia e chegaram à conclusão de que até 4.550 delas podem desaparecer até 2050 devido ao uso do solo da região para agricultura e pecuária.

 

Os pesquisadores Miles Silman e Kenneth Feeley estimaram taxas de perda do habitat natural na região (veja o mapa com a estimativa mais otimista feita pelos cinetistas, que simula uma situação de "governança," em que seriam tomadas medidas para conter a destruição do bioma) e, a partir disso, calcularam quantas espécies vegetais devem desaparecer. No cenário mais otimista considerado por eles, 2.400 espécies estariam condenadas até 2050.

 

Apesar de prever milhares de extinções, os modelos calculados pelos pesquisadores, caso se mostrem corretos, podem ser considerados positivos do ponto de vista da conservação ambiental, pois outros estudos semelhantes costumam prever números muito mais graves.

 

Os autores acreditam que isso acontece porque estes outros estudos consideravam que todas as espécies estavam distribuídas uniformemente pelo território. Feeley e Silman calcularam seus modelos levando em conta que a Amazônia Ocidental e as áreas próximas à calha do Rio Amazonas têm maior biodiversidade.

 

Segundo o artigo, a ser publicado na edição de julho da revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS), uma das principais novidades do estudo é a conclusão de que a extinção ou não de uma espécie de planta na Amazônia não tem tanto a ver com a vastidão do território pelo qual se espalha, mas com a localização de seu habitat.

 

Esse tipo de simulação, afirma o artigo, é importante porque aponta os riscos que os diferentes usos do solo representam para as diferentes espécies em cada parte da Amazônia.

 

As 40 mil plantas vasculares (aquelas consideradas “superiores”, com tecidos especializados para o transporte de água e seiva) incluídas no estudo representam cerca de 80% da diversidade que se estima haver na Amazônia. (Fonte: Globo Amazônia)

 

FONTE:http://www.ambientebrasil.org.br

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 17h18
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CPT(Comissão Pastoral da Terra): Anúncio do governo beneficia produtores do etanol

 

 

Adital -

A  Comissão Pastoral da Terra (CPT) criticou ontem (25) o documento - anunciado pelo governo brasileiro - que exige melhores relações de trabalho para que as empresas canavieiras do país garantam sua certificação social. Em nota divulgada à imprensa, a entidade considerou que o texto - resultado de um pacto assinado ontem entre governo, trabalhadores e produtores de etanol - "não acrescenta nada às conquistas já existentes na legislação trabalhista e nos dissídios coletivos".

 

Intitulado como "Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Cana de Açúcar", o documento é resultado de uma mesa de negociações de um ano entre governo, trabalhadores e empresários. O texto prevê a contratação direta (fim da terceirização) e o acesso do diretor sindical aos canaviais.

 

O documento que estabelece exigências para a "certificação social" ainda garante o transporte seguro e gratuito da cana de açúcar e seus derivados, assegura o mecanismo de aferição de produção previamente acertada com o trabalhador e exige o fornecimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPI).

 

Para a CPT, o documento anunciado pelo governo, na verdade, traz novidades para as empresas canavieiras, e não, para os trabalhadores. A nota diz que os empresários do etanol vão garantir para si o "atestado de qualidade" do trabalho desenvolvido no setor sucroalcooleiro "sem mudar suas práticas trabalhistas".

 

Segundo a CPT, essas normas já eram previstas pela legislação trabalhista atual. Para a entidade, o problema é que essas normas "são descumpridas, de forma crônica e contínua, pelas empresas que empregam os canavieiros brasileiros".

 

O coordenador da Campanha Nacional da CPT de Combate ao Trabalho Escravo, Frei Xavier Plassat, ressaltou que a única inovação do documento é o fim da terceirização, "que continua extremamente presente no Nordeste e Centro Oeste, isentando os empresários da responsabilidade trabalhista".

 

O frei, no entanto, considera o novo documento ineficaz. "A gente conhece a experiência de outras cadeias produtivas [como a mineração] que adotaram medidas de proteção ao trabalhador, mas continuaram reincidindo nos erros".

 

A Comissão Pastoral da Terra ressaltou, na nota, as denúncias de trabalho escravo e devastação ambiental na produção de agrocombustível no país. Os dados da Campanha Nacional de Combate ao Trabalho Escravo da CPT revelam que, em 2007, 51% dos 5.974 trabalhadores resgatados da escravidão no campo brasileiro provieram das lavouras de cana de açúcar. Em 2008, foram 48% de 5.266; e em 2009, 52% dos cerca de 1.830 resgatados sofriam exploração nos canaviais.

 

A entidade avalia que o acordo que prevê a "certificação social" deverá beneficiar apenas os usineiros, ironicamente chamados de "heróis nacionais", já que o etanol foi apresentado ao mundo pelo governo brasileiro como "alternativa limpa" à crise dos combustíveis fósseis. A CPT ironizou a limpeza do etanol, que apenas se constata "do cano de escape do carro para fora". Para a entidade, o processo de produção do biocombustível agrega "um altíssimo custo social e ambiental" e "concentração da terra e da renda".

 

Plassat ainda criticou a postura "meramente mediadora" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O trabalho escravo nos canaviais é a característica mais constante da história do Brasil. Isso acontece há séculos e com o apoio dos sucessivos governos. É uma pena que o nosso presidente [Lula] adote uma postura apenas de mediação, ao invés de prevenir, fiscalizar e punir", avaliou o frei.

 

Segundo a nota da CPT, o objetivo do governo foi de amenizar a imagem negativa que o etanol brasileiro possuía no mercado externo. No último dia 14, o presidente Lula já havia anunciado à comunidade internacional a criação da "certificação social" das empresas canavieiras brasileiras, em Genebra, durante a reunião da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

 

Ainda de acordo com a CPT, a "certificação social" é apenas um dos vários estímulos que o governo tem dado aos produtores do etanol. Só em 2009, a indústria canavieira do país já recebeu, até o momento, mais de R$ 3,2 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), 36% a mais que o valor investido no mesmo período de 2008. Parte desses recursos é extraída do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

 

 

FONTE: A D I T A L

 

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 01h39
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O QUE SÃO TRANSGÊNICOS?

 

Clique nos links abaixo e fique por dentro sobre os alimentos transgênicos, um problema pouco divulgado pela mídia, mas conforme a UOL Busca ONG GREENPEACE é muito grave, pode trazer danos a nossa saúde e um total desequilíbrio para o meio ambiente.

 

PAGINA INICIAL SOBRE OS TRANSGÊNICOS

http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/ 

 

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Milho transgênico está fora de controle. E nós cansamos de avisar...

 

http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/noticias/milho

 

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Os 7 pecados capitais dos transgênicos

 

Conheça os principais problemas dessa tecnologia que coloca em xeque a biodiversidade do planeta, provoca inúmeros problemas na agricultura mundial e afronta diretamente UOL Busca o Princípio da Precaução, da UOL Busca ONU.

http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/os-sete-pecados-capitais-dos-t

 

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Sobre Arroz Transgênico

http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/arroz-transg-nico

 

 

 

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Agora que você conhece os perigos dos transgênicos navegue pelo site do Greenpeace você irá encontrar as formas de protestos.

 

 

FONTE GREENPEACE



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h14
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Lei do Cerrado em São Paulo

Lei do Cerrado  em São Paulo

 

O governador José Serra também aproveitou as comemorações da Semana do Meio Ambiente para promulgar, na cidade de Bocaina, a UOL Busca Lei de Proteção do Cerrado, aprovada em 5 de maio último pela Assembléia Legislativa. Agora, o Estado de São Paulo possui leis mais rígidas que o próprio Código Florestal Brasileiro no que diz respeito aos licenciamentos e autorizações de supressão de vegetação do bioma Cerrado.

 

“O Cerrado ficou de fora da Constituição, foi esquecido. Temos que ter conhecimento da importância de sua fauna e flora e para isso é necessário que ele não desapareça”, argumentou o governador, preocupado com a realidade desse ecossistema no Estado de São Paulo, que ocupava, até a década de 60, 14% do território paulista, restringindo-se hoje quase 1%.

 

“O Brasil sempre pensou na Amazônia, no Pantanal e na Mata Atlântica, mas esqueceu do Cerrado sem saber que este é um dos biomas mais ricos em biodiversidade do planeta, e também um dos mais ameaçados”, explicou o secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano. Com a nova lei ficam mais rígidas as restrições nos licenciamentos em áreas de Cerrado, sendo proibidas qualquer tipo de intervenção em áreas de Cerradão - vegetação com mais de 90 % de cobertura do solo - e Cerrado Strictu-sensu  - vegetação que apresenta estrato descontínuo, composto por árvores e arbustos geralmente tortuosos.

FONTE: UOL Busca Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo

 

Comentário do editor do blog:

O governo do Estado de São Paulo vem fazendo a sua lição de casa na questão ambiental(Município Verde,Pactos das Aguas e Lei do Cerrado etc.), que hoje sem duvida alguma deveria ser o ponto central das preocupações de todos os governos, pois se trata da sobrevivência da própria humanidade e da preservação da saúde da população. 

 

Mas ainda estamos com pendências referente à monocultura da cana de açúcar, que pode e vai poluir o aqüífero guarani por causa  dos agrotóxicos , a poluição atmosférica e as fuligens  vindo das queimadas, e definir com responsabilidade áreas no estado para o plantio dessa cultura  



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 15h36
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Oficializada a grilagem da Amazônia

 

A Coordenação Nacional da Comissão Pastoral da Terra, CPT, se junta ao clamor nacional diante de mais uma agressão ao patrimônio público, ao meio ambiente e à reforma agrária.

 

No último dia 4 de junho, o Senado Federal aprovou a MP 458/2009, já aprovada com alterações pela Câmara dos Deputados, e que agora vai à sanção presidencial. É a promoção da “farra da grilagem”, como se tem falado com muita propriedade.

 

Com o subterfúgio de regularização de áreas de posseiros, prevista na Constituição Federal, o governo federal, em 11 de fevereiro baixou a MP 458/2009 propondo a “regularização fundiária” das ocupações de terras públicas da União, na Amazônia Legal, até o limite de 1.500 hectares. Esta regularização abrange 67,4 milhões de hectares de terras públicas da União, ou seja, terras devolutas já arrecadadas pelo Estado e matriculadas nos registros públicos como terras públicas e que pela Constituição deveriam ser destinadas a programas de reforma agrária. Desta forma a Medida Provisória 458, agora às vésperas de ser transformada em lei, regulariza posses ilegais. Beneficia, sobretudo, pessoas que deveriam ser criminalmente processadas por usurparem áreas da reforma agrária, pois, de acordo com a Constituição, somente 7% da área ocupada por pequenas propriedades de até 100 hectares (55% do total das propriedades) seriam passiveis de regularização. Os movimentos sociais propuseram que a MP fosse retirada e em seu lugar se apresentasse um Projeto de Lei para que se pudesse ter tempo para um debate em profundidade do tema, levando em conta a função social da propriedade da terra. O Governo, entretanto, descartou qualquer discussão com os representantes dos trabalhadores do campo e da floresta. 

 

Esta oficialização da grilagem da Amazônia está chamando a atenção de muitos pela semelhança com o momento histórico da nefasta Lei de Terras de 1850, elaborada pela elite latifundiária do Congresso do Império, sancionada por D. Pedro, privatizando as terras ocupadas. Hoje é um presidente republicano e ex-operário quem privatiza e entrega as terras da Amazônia às mesmas mãos que se tinham apoderado delas de forma ilegal e até criminosa.

 

Esta proposta de lei, que vai para a sanção do Presidente Lula, pavimenta o espaço para a expansão do latifúndio e do agronegócio na Amazônia, bem ao gosto dos ruralistas. Por isto não foi sem sentido a redução aprovada pela Câmara dos Deputados de dez para três anos no tempo em que as terras regularizadas não poderiam ser vendidas e a regularização de áreas para quem já possui outras propriedades e para pessoas jurídicas. Daqui a três anos nada impede que uma mesma pessoa ou empresa adquira novas propriedades, acumulando áreas sem qualquer limite de tamanho. Foi assim que aconteceu com as imensas propriedades que se formaram na Amazônia, algumas com mais de um milhão de hectares, beneficiadas com os projetos da Sudam.

 

Ironia do destino, Lula , que em 1998 afirmou  que “se for eleito, resolverei o problema da reforma agrária, com uma canetada”, ao invés de executar a reforma agrária prometida, acabou com uma canetada propondo a legalização  de 67 milhões de hectares de terras griladas na Amazônia, um bioma que no atual momento de crise climática mundial aguda grita por preservação para garantir a sobrevivência do planeta.

 

O mesmo presidente que, em entrevista à Revista Caros Amigos, em novembro de 2002 dizia: “Não se justifica num país, por maior que seja, ter alguém com 30 mil alqueires de terra! Dois milhões de hectares de terra! Isso não tem justificativa em lugar nenhum do mundo! Só no Brasil. Porque temos um presidente covarde, que fica na dependência de contemplar uma bancada ruralista a troco de alguns votos” acabou sendo o refém desta bancada, pior ainda, recorreu à senadora Kátia Abreu, baluarte da bancada ruralista, inimiga número um da reforma agrária, para a aprovação da medida no Senado. Já cedera à pressão dos ruralistas aprovando a Lei dos Transgênicos. Não atualizou os índices de produtividade estabelecidos há mais de 30 anos atrás, o que poderia possibilitar o acesso a novas áreas para reforma agrária. Não se empenhou na aprovação da proposta de emenda constitucional PEC 438/01 que expropria as áreas onde se flagre a exploração de trabalho escravo. Além disso, promoveu à condição de “heróis nacionais” os usineiros e definiu como empecilhos ao progresso as comunidades tradicionais, os ambientalistas e seus defensores.

 

Lula que, com o Programa Fome Zero, teve a oportunidade de realizar um amplo processo de reforma agrária, transformou-o, porém, em um cartão do Bolsa Família que a cada mês dá umas migalhas a quem poderia estar produzindo seu próprio alimento e contribuindo para alimentar a nação.

 

Os movimentos sociais do campo, inclusive a CPT, vem defendendo há anos, por uma questão de sabedoria e bom senso, um limite para a propriedade da terra em nosso País. Mas o que vemos é exatamente o contrário. Cresce a concentração de terras, enquanto que milhares de famílias continuam acampadas às margens das rodovias à espera de um assentamento que lhes dê dignidade e cidadania, pois, como bem afirmaram os bispos e pastores sinodais que subscreveram o documento Os pobres possuirão a terra “A política oficial do país subordina-se aos ditames implacáveis do sistema capitalista e apoia e estimula abertamente o agronegócio”.

 

Goiânia, 09 de junho de 2009.

 

Dom Ladislau Biernaski

 

Presidente da Comissão Pastoral da Terra (CPT)

FONTE:http://www.cptnac.com.br



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 02h00
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Etanol. Tirem o pé do acelerador...       

 

 

As grandes potências tecnológicas não vão ficar definitivamente reféns do petróleo e do etanol, com certeza estão trabalhando em alternativas mais avançadas.

 

O etanol deveria tirar o pé do acelerador, alem de tomar grandes extensões de terras, modificarem biomas, destruir as biodiversidades, queimadas, depender dos ciclos das chuvas que estão cada vez mais irregulares etc. comprometendo outros setores produtivos na agricultura. Não vejo um futuro de 100% de garantias que ele possa durar e se manter como um dos pilares da economia brasileira.

Pois é uma solução de curto prazo mesmo porque nunca irá atender a demanda de energia de paises como a China e a Índia que vem aumentando sistematicamente, ressaltando que o mundo está de olho nos problemas ecológicos e sociais que possa causar as monoculturas de cana de açúcar.

 

 Alicerçar a nossa economia no etanol é um desenvolvimento de uma perna só, pois se esse setor desmoronar ou entrar em dificuldades será como um jogo de dominó levará toda uma cadeia econômica junto.

 

O Brasil sempre cometeu esse engano por causa da ganância imediatista, as suas monoculturas têm atrasado o país e já tem nos levado pelo caminho de algumas crises.

 

Essa atitude está na cultura brasileira, podemos pegar, por exemplo, quando alguém monta um negócio que dá certo, logo em seguida muitos o seguem levando todos ao mesmo destino, que muitas vezes é a falência da grande maioria dos aventureiros.

 

No caso do etanol temos o receio que possa ter a mesma sina, se não houver diversificação de culturas e incentivo a agricultura familiar, pois é nela que realmente se produz nosso alimento de cada dia, e ao mesmo tempo nos livrando da temível concentração de rendas.

 

A tecnologia moderna avança rápido, as descobertas são surpreendentes, cientistas do mundo todo trabalham no aperfeiçoamento de várias alternativas para resolver o problema energético e de poluição do planeta.

 

Não seria surpresa se um dia uma manchete inundar os jornais dando conta de um novo motor movido com nova tecnologia energética, devolvendo definitivamente a humanidade aos tempos modernos... E isso já vem sendo uma realidade.

 

O japonês como era de se prever não “dormem no ponto”, a UOL Busca Mitsubishi Motors já começou fabricar o seu veículo UOL Busca elétrico iMiEV na sua fábrica de Kurashiki, UOL Busca Okayama (sul do Japão), que é uma aposta para impulsionar suas vendas. 

 

Também a montadora UOL Busca Tesla Motors lançou um novo modelo de carro elétrico de cinco lugares, sedã “UOL Busca Model S” funciona com uma bateria de íons de lítio capaz de rodar até 360 quilômetros, 100% não poluente, e sua estréia nas linhas de produção está prevista para 2011, será o primeiro do mundo a ser produzido em escala industrial.

 

Em comparação com outros veículos da mesma categoria o “Model S” é de custo elevado, mas a Tesla afirma que com os incentivos fiscais concedidos pelo governo aos carros não poluentes e o baixo custo na sua manutenção e do combustível, ele passa a ser bastante competitivo.

 

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 00h43
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MUNICÍPIO VERDE.

 

Veja aqui a pontuação do seu município no Projeto Estratégico Município Verde do Governo do Estado de São Paulo.   

http://www.cetesb.sp.gov.br/municipioverde/relatorio/

Cobre das autoridades do seu município para que atinja a pontuação para ser certificado como Município Verde: 80 pontos. 

 


Acesse site da Secretaria do Meio Ambiente- Município Verde.

 http://www.ambiente.sp.gov.br/municipioverde/

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 17h06
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Projeto Município Verde, José Bonifácio-SP.

 

Segundo a edição de 03/05/09 do Jornal O INDEPENDENTE de José Bonifácio-SP, a Prefeitura de Jose Bonifácio fez adesão ao projeto UOL Busca MUNICÍPIO VERDE da Secretaria Estadual do Meio Ambiente de São Paulo no dia 28/04/09.

O UOL Busca ambientalista Rubens Cerozi Júnior que foi o primeiro, senão um dos primeiros que levantou a bandeira a favor do meio ambiente no município de José Bonifácio-SP está à frente do projeto, pois quando vereador fazia discursos veementes a favor da causa, tempos que a causa ambiental ainda não era tratado como é hoje: de forma alarmante e apocalíptica pela ciência e mídia.    

Um dos primeiros pontos do projeto é incluir no ensino fundamental a educação ambiental como matéria escolar, com o intuito de formar futuros cidadãos conscientes na preservação do meio ambiente.

É um passo a frente, contudo mesmo que supostamente as crianças tenham um forte poder de persuasão junto aos seus pais e adultos em geral, não poderemos contar muito como isso, pois conforme o Greenpeace as ações de proteção do meio ambiente TEM QUE SER  “ AGORA OU AGORA!" . O planeta não pode esperar mais. 

Mesmo com a boa vontade de Cerozi, é difícil ter esperanças, pois tudo continua como sempre: o desmatamento, a poluição, as queimadas nos canaviais ainda existem, pois nessa semana quando olhei para o horizonte da cidade de Jose Bonifácio-SP vi colunas de fumaça formando nuvens de gases poluindo a atmosfera, isso vai ocorrer até novembro...

É difícil de acreditar que seremos um município verde, talvez pudesse ser classificado como cinzento, pois alem do céu nublado por essa fumaça de gases nocivos que nos sufocam quando estamos sem vento, as fuligens inundam nossos quintais e causam problemas respiratórios aos alérgicos, velhos e crianças, ainda há maior consumo de agua para remoção dessas fuligens.

Classificar um município tomado pela gigantesca monocultura da cana de açúcar           (UOL Busca DESERTO VERDE de CANA DE AÇUCAR) como tantos pelo Estado de São Paulo como UOL Busca MUNICÍPIO VERDE, seria no mínimo uma incoerência.

 Entretanto estamos na torcida para que município  de Jose Bonifácio-sp e outras tantos sejam classificados como um autêntico e verdadeiro MUNICÍPIO VERDE, não por causa dos recursos prometidos pelo governo do Estado de São Paulo, mas sim para a preservação do UOL Busca ecossistema, UOL Busca biodiversidade, o item mais sensível que é o UOL Busca BIOMA local, e por fim do planeta e da sobrevivência da espécie humana.  

Caso contrário a UOL Busca CRIANÇA ECOLÓGICA quando adulta vai encontrar um planeta inóspito, inabitável, e como declara vários estudos: a fuligem e os gases tóxicos das queimadas nos canaviais podem ser cancerígenos, vamos pagar para ver???????????

Alem do UOL Busca PRINCIPIO DA PRECAUÇÃO que já escrevi neste site no dia 21/04/09 existem leis ambientais reforçados no art. 225 da constituição brasileira que questionam e proíbem tais praticas. Amo meu país, suas leis são modernas, mas a justiça não encara de forma humanitária várias causas, entre elas as ambientais.

 A natureza dará as respostas, aliás, ela já vem se manifestando, e as reações não são nada agradáveis...   

O titulo de MUNICÍPIO VERDE só poderá ser concedido realmente quando o meio ambiente for verdadeiramente respeitado, caso contrário será uma fraude.

LEIS:

Vejamos as Leis brasileiras onde se fundamenta o principio da precaução:

 UOL Busca Lei de Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 9391/81)-Art. 14

 UOL Busca Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998* , ou Lei da natureza. Clique(ART. 32 e 54)

 UOL Busca Art. 225 Constituição do Brasil, VI (Meio ambiente)

Rivaldo R.Ribeiro



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 21h27
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Vamos deixar o planeta em paz

Reedição de texto:

Vamos deixar o planeta em paz como ele foi idealizado pelo grande Arquiteto universal, senão Sua obra pode desmoronar!!...
Transposição do Rio São Francisco? Usinas Nucleares? Desmatamentos?Queimadas?
(Rivaldo R.Ribeiro-José Bonifácio-SP)

A raça humana com suas loucuras veio para mudar o mundo, são alterações que levaram o planeta na situação atual, e ainda querem continuar a modificar os pilares de sustentação de um sistema complexo que ainda não compreendemos!

Estamos inseridos num universo infinito que o equivoco da nossa grandeza não permite perceber. Um universo que a noite nos mostra apenas como pequenas e distantes estrelas, mas existem sabe-se lá quantos sistemas solares? Quantos planetas?

No entanto ficamos por aqui, onde Deus criou uma a uma, dois em dois, todos os vegetais, outros irmãos animais, tudo na natureza desde a uma bactéria a um elefante foi criado para subsistência da vida na Terra e seu equilíbrio.

 Porque Ele escolheu um planeta único dentro do sistema solar para que vida pulsasse? Sendo que no universo infinito até onde sabemos estamos sozinhos, em um pequeno ponto azul no espaço...

A Transposição do Rio São Francisco e a anunciada Usina Nuclear são mais um passo para o abismo que estamos cavando para o fim...

Olhando para o passado notamos que a humanidade sobreviveu até aqui porque os homens baseavam-se na lua e nas suas fases para o plantio das suas culturas, das cisternas e riachos colhiam sua água para higiene, alimentação e matavam a sede.

Seus meios de transportes eram tração animal, sua iluminação estava nos candeeiros , suas noites eram céus de estrelas, nas suas madrugadas a cortina de luz mostravam que vinha o sol, assim recolhiam o rebanho para o retiro do leite.

 Seus comportamentos vinham da Fé em Deus, a vida tinha sentido não era loucura!!!

Sinto muita pena das gerações futuras: herdarão as conseqüências das loucuras vaidosas e egocêntricas do presente, serão mutantes se sobreviverem!

Homens do presente imaginam eternos? Tens poucos anos... Seus sonhos não se realizarão porque não serão possíveis sonhos no meio das catástrofes.

O que importa "o resto" sem água e alimento? O que importa veículos e máquinas modernas sem água e alimento? O que importa avanço tecnológico sem água e alimento? O que importa o luxo supérfluo, grandezas opacas, hipocrisia social, altivez dos "reis e príncipes", sem água e alimento? O que importa tudo sem água e alimento?
Escolha! Morrer ou viver? Poluir pode ser o suicídio da humanidade, talvez seja a explicação: muitas tribos indígenas e povos antigos suicidavam-se diante do impossível, ou do que não compreendiam... A natureza não está sendo compreendida na sua "natureza", a nossa civilização perdeu-se...

E agora qual o caminho? Continuar poluindo? Continuar destruindo? E depois sentar num toco de arvore que foi derrubada esperando que a chuva chegue como antes?


Vidas secas de Graciliano Ramos: a fome aperta e eles comem o papagaio de estimação...

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 18h04
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Qual seria a opinião do Criador do Mundo ...

Arte: Kleber A. Ribeiro

Qual seria a opinião do Criador  vendo como o mundo está se transformando?

 

UOL Busca (Rivaldo R.Ribeiro)

 

 

Os seres "inteligentes" vão continuar sendo assim: os homens vão continuar poluindo, destruindo, matando uns aos outros... E a Força do universo não irá entender que está acontecendo!!! .

 

Pois Ele já nos enviou o Seu Filho para que nos ensinasse, continuamos a não compreender... Enviou outros homens santos e sábios para reforçar os Seus ensinamentos e ajudar-nos a compreender quem somos... E nós mesmo assim ainda não compreendemos... 

 

Ensinaram-nos a força do amor, da fraternidade, da paz, mas nunca queremos ouvir e tentar compreender...

 

Como será que o Criador do Universo vai reagir ao ver o Seu mundo do jeito que está?  Não vai reconhecer quem somos, poderá imaginar que houve algum engano da Sua parte.  Vai achar algo estranho e vai nos esmagar como baratas?

 

Pois quando houve a criação do mundo ele considerou tudo muito bom, colocou o homem com Deuses que iria reinar todas as outras espécies. Deu-nos essa responsabilidade junto à natureza, ao meio ambiente. E alem de tornarmos o planeta inabitável para nós mesmos, estamos levando ao extermínio espécies vegetais e animais que dão sustentação a vida.

 

Vamos fazer uma suposição:

Qual seria a sua opinião se no teu quintal você colocasse varias espécies, no principio ia tudo muito bem, mas depois de algum tempo por motivos estranhos, eles começassem a destruir tudo, a sujar suas próprias casas, a destruir os seus próprios alimentos saudáveis trocando por outros duvidosos.

 

Queimando áreas que lhes davam frutos e renovassem o ar para que respirassem, que favorecessem as chuvas, matando nascentes de agua onde poderiam matar a  sede, e no fim de tudo isso eles começassem a se matarem por pouca coisa ou por quase nada,  o desprezo da moral da família etc. 

 

As suas vidas que você planejou para que fossem vividos em paraísos, eles recusassem em troca de alguns brinquedos caros que iriam contribuir  para que o seu quintal ficasse com mau cheiro, com ar irrespirável, e tudo se transformasse numa confusão interminável e sem solução.

Com certeza você iria limpar esse seu quintal, porque as criaturas que você havia colocado lá não estavam retribuindo a sua gratidão e não davam mais nada em troca: só a destruição do seu quintal... 

 

Estou fazendo suposições radicais, mas existe uma consolação Deus com toda a sua infinita sabedoria e misericórdia com certeza vai continuar tentando, e como bom Pai não vai desistir de Seus filhos por causa da suas rebeldias. Um dia nós compreenderemos que não somos seres dotados apenas de inteligência, mas também de sabedoria basta ter a humildade de buscá-la, pois isso Deus nos deu desde o começo dos tempos... 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 17h03
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Se informe sobre o perigo dos transgênicos, use os links do GREENPEACE abaixo:

 

ARROZ TRANSGÊNICO.

Ninguém quer o arroz da Bayer!

 

Na semana passada, aconteceu em Brasília a audiência pública para debater a liberação ou não do arroz transgênico. Nela, ficou claro que ninguém quer o arroz da Bayer.

 

Ambientalistas, empresas, produtores e pesquisadores se posicionaram contra o plantio deste arroz de laboratório. Vamos continuar dizendo não aos transgênicos.

Ser cobaia não é bom: Veja os perigos dos arroz transgênicos clique:

http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/ser-cobaia-n-o-e-bom 

  

Seja um ativista ecológico ajudando o Greenpeace a nos ajudar clique no link abaixo e veja como:

http://www.greenpeace.org/brasil/participe/ciberativismo

 

 

Na coluna direita desse blog é sempre mantido um link para o CYBERATIVISMO GREENPEACE, para que você seja um ativista virtual ajudando o meio ambiente a natureza.    

 

Importante:

O  editor desse blog não tem nenhum vinculo empregatício com o Greenpeace, é uma relação apenas de colaboração para preservar a natureza e o meio ambiente, uma  luta de todos nós.  

  

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h29
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Terra

Tira as sandálias dos pés, porque o lugar onde estás é chão sagrado. (Ex 3,5)



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h47
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Usinas de cana podem ser adaptadas para produzir etanol a partir da mandioca

Usinas de cana podem ser adaptadas para produzir etanol a partir da mandioca

 

 

Pedro Peduzzi  - Agência Brasil - 2/3/2009

 

 

A obtenção de biocombustível a partir da UOL Busca mandioca pode ser feita também pelas usinas de cana-de-açúcar, devido às similaridades entre os processos de fermentação e de destilação dos dois produtos. A informação é do vice-presidente da UOL Busca Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (Abam), Antônio Donizetti Fadel.

 

“O processo de fermentação e destilação da mandioca é igual ao da cana. A diferença está na etapa de moagem e no processo de sacarificação, que transforma o amido em açúcar”, explica Fadel.

 

Segundo ele, há a possibilidade de se postergar a colheita da raiz pode tornar o produto mais atraente para os usineiros durante as entre-safras da cana.

 

“A mandioca permite uma maior liberdade para a definição da época de colheita, que pode chegar a até 30 meses após o plantio. A vantagem é que enquanto ela não é colhida continua crescendo. E, com ela, os lucros”, disse.

 

Fadel explica que com 12 meses a produtividade da mandioca é, em média, de 25 toneladas por hectare. “Mas, com 24 meses é possível chegarmos a 40 toneladas por hectare”, garante. (Fonte: Pedro Peduzzi/ Agência Brasil)

 

 

 FONTE:

http://www.ambientebrasil.org.br/   

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 16h25
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Os limites do capital são os limites da Terra

 Os limites do capital são os limites da Terra

 

Na atual crise, a questão principal não é salvar o sistema econômico, e sim a humanidade.

 

Uma semana após o estouro da bolha econômico-financeira, no dia 23 de setembro, ocorreu o assim chamado UOL Busca Earth Overshoot Day, quer dizer, "o dia da ultrapassagem da Terra". Grandes institutos que acompanham sistematicamente o estado da Terra anunciaram: a partir deste dia o consumo da humanidade, em 2008, ultrapassou em 40% a capacidade de suporte e regeneração do sistema-Terra. Traduzindo: a humanidade está consumindo um planeta inteiro e mais 40% dele que não existe. ..

 

 

 Em 1961, precisávamos de metade da Terra para atender as demandas humanas. Em 1981, empatávamos: precisávamos de uma Terra inteira. Em 1995, já ultrapassamos em 10% de sua capacidade de regeneração, mas era ainda suportável. Em 2008 passamos de 40%, e a Terra está dando sinais inequívocos de que já não agüenta mais. Se mantivermos o crescimento do PIB mundial entre 2-3% ao ano, em 2050 vamos precisar de duas Terras, o que é impossível. Mas, não chegaremos lá...

 

 Resta ainda lembrar que entre 1900, quando a humanidade tinha 1,6 bilhão de habitantes, e 2008, com 6,7 bilhões, o consumo aumentou 16 vezes. Se os paises ricos quisessem generalizar para toda a humanidade o seu bem-estar — cálculos já foram feitos — iríamos precisar de duas Terras iguais à nossa. A crise de 1929 dava por descontada a sustentabilidade da Terra. A nossa não pode mais contar com este fato e com a abundância dos recursos naturais. Nenhuma solução meramente econômica da crise pode suprir este déficit da Terra. Não considerar este dado torna a análise manca naquilo que é a determinação fundamental e a nova centralidade. ..

 

 

*UOL Busca Leonardo Boff é teólogo, escritor, professor emérito de ética da UERJ e membro da Comissão da Carta da Terra.

LEIA O ARTIGO INTEIRO:  

 http://www.cartamaior.com.br

 

Obs. Artigo sugerido pela leitora Rita de Cássia - Santo Antonio de Pádua-RJ



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 00h24
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Eco-simplicidade-Leonardo Boff

Chamo atenção pela beleza do último parágrafo *

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Eco-simplicidade

UOL Busca Leonardo Boff

Adital - O que se opõe à nossa cultura de excessos e complicações é a vivência da simplicidade, a mais humana de todas as virtudes, presente em todas as demais.

A simplicidade exige uma atitude de anti-cultura, pois vivemos enredados em todo tipo de produtos e de propagandas. A simplicidade nos desperta a viver consoante nossas necessidades básicas. Se todos perseguissem esse preceito, a Terra seria suficiente para todos. Bem dizia UOL Busca Gandhi: "temos que aprender a viver mais simplesmente para que os outros simplesmente possam viver".

 

A simplicidade sempre foi criadora de excelência espiritual e de liberdade interior. UOL Busca Henry David Thoreau (+1862) que viveu dois anos em sua cabana na floresta junto a Walden Pond, atendendo estritamente às necessidades vitais, recomenda incessantemente em seu famoso livro-testemunho: Walden ou a vida na floresta: "simplicidade, simplicidade, simplicidade". Atesta que a simplicidade sempre foi o apanágio de todos os sábios e santos. De fato, extremamente simples eram UOL Busca Buda, UOL Busca Jesus Cristo, UOL Busca Francisco de Assis, Gandhi e UOL Busca Chico Mendes entre outros.

 

Como hoje tocamos já nos limites da Terra, se quisermos continuar a viver sobre ela, precisamos seguir o evangelho da eco-simplicidade, bem resumida nos três "erres" propostos pela UOL Busca Carta da Terra:"reduzir, reutilizar e reciclar" tudo o que usamos e consumimos.

 

Trata-se de fazer uma opção pela simplicidade voluntária que é um verdadeiro caminho espiritual. Esta eco-simplicidade vive de fé, de esperança e de amor. A fé nos faz entender que nosso trabalho, por simples que seja, é incorporado ao trabalho do Criador que em cada momento ativa as energias que produzem o processo de evolução.

 

A esperança nos assegura que se as coisas tiveram futuro no passado, continuarão a ter no presente. A última palavra não a terá o caos mas o cosmos. Para os cristãos, o fim bom já está garantido, pois alguém de nós, Jesus e Maria, foram introduzidos corporalmente no seio da Trindade.

 

A eco-simplicidade nos faz descobrir o amor como a grande força unitiva do universo e de UOL Busca Gaia. Esse amor faz com que todos os seres convivam e se complementem. Na modernidade, nós nos imaginávamos o sujeito do pensamento e a Terra o seu objeto. A nova cosmologia nos afirma que a Terra é o grande sujeito vivo que através de nós sente, ama, pensa, cuida e venera.

 

Consequentemente, importa pensarmos como Terra, sentirmos como Terra, amarmos como Terra pois, na verdade, somos Terra, espécie homo, feito de húmus, de terra boa e fértil.

 

Ao sentirmo-nos Terra, vivemos uma experiência de não-dualidade que é expressão de uma radical simplicidade. Algo da montanha, do mar, do ar, da árvore, do animal, do outro e de Deus está em nós. Formamos o grande Todo.

 

Uma moderna legenda dá corpo a estas reflexões:

Certa feita, um jovem iniciante na eco-simplicidade, foi visitado, em sonho, pelo Cristo ressuscitado e cósmico. Este o convidou para caminharem juntos pelo jardim. Depois de andarem por longo tempo, observando, encantados, a luz que se filtrava por entre as folhas, perguntou o jovem: "Senhor, quando andavas pelos caminhos da UOL Busca Palestina, disseste, certa feita, que voltarias um dia com toda a tua pompa e com toda a tua glória. Está demorando tanto esta tua volta! Quando, finalmente, retornarás, de verdade, Senhor"?

 

*Depois de momentos de silêncio que pareciam uma eternidade, o Senhor respondeu:

"Meu irmão, quando para ti, minha presença no universo e na natureza for tão evidente quanto a luz que ilumina este jardim; quando minha presença sob a tua pele e no teu coração for tão real quanto a minha presença aqui e agora; quando não precisares pensar mais nela nem fazeres perguntas como esta que fizeste, então, meu irmãozinho querido, eu terei retornado com toda a minha pompa e com toda a minha gloria".



Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte* e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil


FONTE: A D I T A L

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 18h13
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Ex-pesquisador da Nasa ensina como se livrar da poluição em ambientes internos

 

Cristina Almeida - 12/01/2009 

  

O que uma nave espacial, uma casa e uma empresa têm em comum? A resposta é a existência de várias substâncias voláteis químicas capazes de fazer com que o ar que se respira nesses ambientes seja até dez vezes mais poluído do que o ar externo.

 

Especialistas afirmam que nesses locais há uma forte concentração de elementos altamente poluentes, o que pode ser a causa de alergias e asma, entre outras patologias mais graves.

 

O engenheiro ambiental Bill Wolverton, ex-pesquisador da UOL Busca Nasa, e autor do livro "Plants: how they contribute to human health and well-being"  ("Plantas, como elas contribuem para a saúde e o bem-estar"), com lançamento previsto para abril de 2009 nos EUA, explica que, durante as missões da base espacial Skylab, mais de 100 tipos de substâncias poluidoras foram encontradas dentro das naves espaciais.

 

Constatado o fato, cientistas e pesquisadores da Nasa mobilizaram-se para descobrir soluções para o controle do problema antes que as missões de longo prazo iniciassem.

 

A partir dessa descoberta, a U.S. Environmental Protection Agency UOL Busca (EPA - Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos) , vistoriou prédios públicos como escritórios, hospitais e creches, e neles identificou mais de 900 poluentes transportados pelo ar.

  

O elemento prevalecente era o formaldeído (formol). Altamente tóxico, esse composto tido como cancerígeno é utilizado em vários materiais de construção e também em móveis, vidros, espelhos, roupas e até no papel higiênico. Além desse gás, as pesquisas revelaram a presença de benzeno, xileno e tricloroetileno, (componentes de tintas, monitores, tapeçarias, fotocopiadoras e cigarros), bem como do clorofórmio (encontrado na água potável), amoníaco, álcool e acetona (carpetes e cosméticos), todos nocivos à saúde.

 

UOL Busca Filtros naturais

 

A solução foi encontrada na própria natureza. Os pesquisadores identificaram várias plantas de fácil cultivo em locais com pouca luz, cujos filtros naturais são capazes de neutralizar a poluição interna.

 

Muitas espécies podem ser utilizadas para esse fim, como a dracena, a samambaia e a babosa, mas as mais eficientes entre as plantas são a palmeiras areca e ráfis, de baixo custo e muito conhecidas por suas qualidades ornamentais.

 

Embora essas duas espécies se destaquem, o engenheiro americano esclarece que todas as plantas são capazes de remover poluentes transportados pelo ar. E isso ocorre porque "as folhas das plantas podem absorver certas substâncias químicas orgânicas, destruindo-as por meio de um processo chamado colapso metabólico, o que foi provado por um grupo de cientistas alemães que testou o formaldeído com o carbono-14, observando sua absorção e destruição metabólica dentro do clorófito (pigmentação verde)".

 

"O formaldeído é metabolizado e convertido em ácidos orgânicos, açúcares e ácidos de amido: quando as plantas transpiram vapor de água por meio de suas folhas, elas puxam o ar para as raízes. Isso nutre os micróbios com oxigênio, que consomem as substâncias químicas tóxicas contidas no ar, que lhes servem como fonte de alimento e energia", esclarece.

 

Vasos de água

 

Para melhorar a qualidade do ar em casas e escritórios, Wolverton sugere a utilização do maior número de plantas que um determinado espaço permita.

 

Ele recomenda que as plantas sejam cultivadas por meio da hidrocultura (hidroponia). "Nossos estudos revelaram que plantas cultivadas na água são mais eficientes na redução do transporte de fungos e bactérias do que as cultivadas em terra". O ideal, segundo o especialista, é ter uma planta para cada 9,29 m² quando cultivadas em hidrocultura, e duas no mesmo espaço, quando se utilizam vasos de terra.

 

Como as pessoas que mais se ressentem com a poluição interna são as crianças, idosos, doentes ou indivíduos com sistemas imunológicos comprometidos, Wolverton conta que países como o Japão já estão investindo em jardins ecológicos dentro dos hospitais para melhorar a qualidade do ar para pacientes e funcionários.

 

"Por precaução, somente plantas cultivadas por meio da hidrocultura devem ser utilizadas nos hospitais, por causa dos fungos e bactérias indesejáveis nesses ambientes".

 

UOL Busca Jardins supensos

 

Wolverton revela que a preocupação com a qualidade do ar nos ambientes profissionais coincide com a preocupação crescente em melhorar a qualidade do ar nos grandes centros. Por esse motivo, ele comenta, jardins nas coberturas dos prédios estão se tornando muito populares na Europa e na Ásia.

 

"No Japão, 20% de todos os novos prédios de Tóquio já possuem coberturas verdes. Na Índia, onde o ar é extremamente poluído, sou consultor em um projeto que prevê a construção de várias estufas nas coberturas de um grande complexo de prédios. O ar do interior desses edifícios circulará pelas estufas para ser purificado antes de retornar para os escritórios. Em essência, as plantas cultivadas na estufa funcionarão como se fossem os pulmões de cada prédio."

 

 FONTE:

http://www.ambientebrasil.org.br/   



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 16h07
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Comentário informativo da leitora Rita de Cássia – UOL Busca Santo Antonio de Pádua-RJ-28/01/2009, no post  de 25/01/2009- “Aos novos prefeitos: dêem uma olhadinha para o meio ambiente e a natureza!...”

 

 

Ministério do Meio Ambiente anuncia redução de queimadas até 2020

 

O ministro do Meio Ambiente, UOL Busca Carlos Minc, informou que o plano de UOL Busca Zoneamento Agroecológico da Cana-de-Açúcar - a ser anunciado em fevereiro - virá acompanhado de uma novidade: uma lei nacional para a redução progressiva de queimadas de palha nos 7 milhões de hectares de lavouras já consolidadas, entre 2010 e 2020.

 

 Além disso, a lei proibirá queimadas nos 6 milhões de hectares que serão abertos até 2017. "O Brasil estará 100% livre de queimadas em 2020", disse Minc. "Esse é um ganho muito importante porque, na queimada, se elimina matéria orgânica - com perda de biomassa que geraria energia -, se emite CO2 e se agride o pulmão dos trabalhadores."

 

 A decisão foi anunciada após reunião do ministro com o presidente Lula. Participaram do encontro também os ministros Reinhold Stephanes e Dilma Rousseff, entre outros.

 

Fonte: COMUNIDADE Espaço de Interação dos Petistas. 22/01/2009

VAMOS VER PARA CRER!

 

Rivaldo responde:

Grato Rita de Cássia! Esse torrão de terra é nosso, cada opinião ou informação sobre meio ambiente estaremos contribuindo para que o nosso paraíso se preserve: “ Brasil nome de uma arvore:UOL Busca Pau Brasil”, a nossa vocação ecologica está nas nossas raizes...Ou devia estar!!!

 Pois dessa forma estaremos mostrando aos nossos governantes que todos nós filhos dessa terra estamos preocupados com a causa ambiental.

Eu sempre repito: O desenvolvimento não terá efeito se houver um mundo morto...

As máquinas serão fantasmas abandonados para aterrorizar e testemunhar a nossa negligência para alguém das estrelas, que por ventura por aqui um dia aterrissar...

 

Que Deus tenha piedade dos Seus Filhos!

  



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 23h23
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De: Rivaldo R. Ribeiro-José Bonifácio-SP

 Aos novos prefeitos: dêem uma olhadinha para o meio ambiente e a natureza! Nestes itens está o inicio na prevenção das doenças, levando a um bom resultado os programas de saúde.

 UOL Busca Queimadas próximas cidade José Bonifácio-SP.

As promessas foram feitas: melhor saúde, educação, segurança publica, emprego, enfim muitas promessas reais e outras utópicas.

 Acreditamos nelas, e elegemos os políticos que consideramos com as melhores propostas e condições de administrar uma parte das nossas vidas, porque da outra cuidamos nós. 

 O meio ambiente e a natureza é um item de vital importância que não pode ser esquecido pelos novos administradores públicos, até porque ai está a origem de tudo: nossa saúde, nosso bem estar, UOL Busca produção de alimentos, agua, ar, onde se processam todas as reações para que se mantenha a crie a VIDA.

 Dessa forma quando cuidamos do nosso meio ambiente e da natureza, estamos dando um importante e decisivo passo para que as populações tenham uma vida saudável.   

 Sem isso, em nada adianta construir ambulatórios em cada canto de uma cidade... Porque com o nosso meio ambiente desequilibrado, virão as enchentes, calor sobre-humano, viroses e bactérias desconhecidas, doenças respiratórias por causa da poluição do ar pelas  UOL Busca queimadas da palha de cana  no  caso  do  Estado  de  São Paulo, um estado com grande densidade demográfica afetando grande número de pessoas.

Alem do perigo já profetizado pelos cientistas: UOL Busca o fim da vida no planeta.   

 Muitos candidatos ergueram a bandeira da SAÚDE para se elegerem, nada mais justo, pois esse é um ponto sabidamente delicado: com os corredores dos hospitais entupidos, atendimentos básicos em alguns casos chegam a péssimo. As UOL Busca especialidades médicas e exames sofisticados estão longe dos mais pobres, enfim algo que toca fundo nos sentimentos das famílias quando um ente querido se encontra em mal estado de saúde.

 Agora os eleitos não podem ser omissos e incoerentes diante das causas que podem levar as pessoas a adoecerem, uma vez que temos grande debilidade no tratamento dos efeitos, leis existem de sobra na área ambiental, basta coragem política e amor ao ser humano para cumpri-las.

 Dentro desse assunto grifamos um dos maiores problemas ambientais que as regiões agrícolas do Estado de São Paulo vêm sofrendo: UOL Busca AS QUEIMADAS NOS CANAVIAIS, pois atingem em cheio a saúde da população, visto que elas lançam grande quantidade de produtos químicos  na atmosfera, alem da grande quantidade de animais mortos e feridos.

 Que não se repita como os políticos anteriores fizeram: vistas grossas para o problema visando talvez interesse próprio.

 Aqui cito apenas uma pequena amostra desses danos ambientais, mas esses não bastaram para sensibilizá-los...

a) Os UOL Busca desastres climáticos, alterações nos ciclos das chuvas e intensidade.

b) Mortandade CRUEL dos animais silvestres colaborando com a UOL Busca extinção das espécies, forçando suas migrações por causa de alterações dos UOL Busca biomas locais e com isso mudança na UOL Busca biodiversidade que é variável em cada região ecológica,

c) Desmatamentos e alterações nos recursos hídricos,

d) Contaminação do UOL Busca Aqüífero Guarani pelo excesso de agrotóxicos

e) Influência direta na saúde das pessoas por causa da fuligem etc.

 Senhores novos administradores públicos: Que Deus vos proteja e abençoe nessa nova missão!

UOL Busca Rivaldo R.Ribeiro

 UOL Busca Paz e Bem!

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 13h39
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Grandes poluidores no planeta

 

Muitas coisas mudaram após a UOL Busca Revolução Industrial do século 18. Entre as mudanças que mais podem influir no futuro da humanidade no planeta está o quadro da poluição ambiental, grande parte pode ser atribuída aos países desenvolvidos, isso é indiscutível, mas o que torna esse quadro ainda mais alarmante é o fato de muitos países estarem em desenvolvimento, aumentando a demanda global por energia.

Em 2005, através de muitos estudos estipularam um aumento de 50% no consumo de energia até 2030. Valor que até o momento está se cumprindo fielmente! Enquanto a redução estipulada pelo UOL Busca Protocolo de Kyoto em fevereiro do mesmo ano fica com o objetivo cada vez mais distante.

 China já ultrapassou os EUA e se tornou o maior poluidor global, porém é um país ainda em desenvolvimento e se tornou o maior emissor do mundo em função do crescimento econômico e da matriz energética baseada em carvão. A China adota um critério próprio classificando as emissões per capita, caindo, assim para a oitava posição graças a gigante população, a China alega que, pelo fato de o país ainda estar em desenvolvimento ele tenha direito à, literalmente, queimar todo o seu carvão em prol do desenvolvimento. Enquanto defendem a idéia de um país como os Estados Unidos, que já tenha se desenvolvido e se solidificado economicamente, sim, precise diminuir o consumo de energia.

Os Estados Unidos ratificou a Convenção do Clima da ONU em 1992, porém rejeitou o UOL Busca Protocolo de Kyoto. Atualmente os Estados Unidos adota um padrão visando combustíveis renováveis, com a meta de produzir 15 bilhões de galões de biocombustíveis até 2015 e 36 bilhões até 2022.

A UOL Busca União Européia recebeu reconhecimento internacional por anunciar metas climáticas "ambiciosas", como reduzir pela metade as emissões até 2050. Os países do grupo possuem padrão para eficiência energética e fontes renováveis, se aperfeiçoou e está ganhando dimensões mais rígidas de 2008 a 2012. Até agora nenhum Estado membro acionou algum tipo de política mais rígida. A Rússia apresenta um cenário um pouco melhor graças ao declínio absoluto das emissões no início da década de 1990. Porém o quadro mudou muito a partir de 2009, em que o país aumentou constantemente a emissão e não há quase nenhum tipo de política estabelecido que possa controlar isso.

No Brasil a maior parte de emissões vem das mudanças e queimadas do solo que correspondem por 75% dos gases-estufa emitidos. O desmatamento mostra tendência decrescente, mas é muito sensível aos preços internacionais das commodities agrícolas.

O Brasil ratificou a Convenção do Clima da ONU e também o Protocolo de Kyoto. Criou o UOL Busca Proálcool para apoiar o uso do etanol como substituto do petróleo. No País, a gasolina regular contém 25% de etanol.

Na Índia as emissões per capita estão bem abaixo da média de um país em desenvolvimento, porém o País também apresenta o perfil de aumentar em emissões absolutas. Há forte dependência de carvão, embora alguns esforços surjam no sentido de melhorar a eficiência energética do País, bem como a participação de energias renováveis.

O Japão também tem índices de emissão relativamente baixos comparados à média de países industrializados, em virtude da alta eficiência energética e do uso de energia nuclear. Mas as emissões absolutas estão aumentando e não há nenhum projeto obrigatório em reduzi-las além do Protocolo de Kyoto e da Convenção do Clima, ratificados pelo País.

No Brasil o Plano Nacional de Mudança Climática é finalmente anunciado. O programa que foi lançado em setembro de 2008 pelo ministro Carlos Minc pretende dobrar a área de florestas plantadas no Brasil nos próximos sete anos, mas não estabelece metas de redução de desmatamento, responsável por 75% das emissões brasileiras de gases de efeito estufa. O documento destaca a intenção de aumentar de 0.5% para 20% a co-geração para a produção de energia e a substituição de 10 milhões de geladeiras até 2018. A versão final ainda deverá ser assinada no ínicio de 2009. Também buscamos a redução sustentada das taxas de desmatamento até que se atinja o desmatamento ilegal zero. Ou seja, a perfeição!

Ordem e Progresso. 

FONTE TEXTO:ESTAÇÃO TROPICAL-13/09/2009  

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 18h29
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GAIA.

O planeta Terra é um ser vivo?

 UOL Busca Rivaldo R.Ribeiro

Vista do espaço a Terra é maravilhosamente diferente de todos os outros planetas do sistema solar. É por causas dessas diferenças que talvez seja o único planeta que existe vida, e ela se mantém já por bilhões de anos.

  Por exemplo, em UOL Busca Marte há muito pouco oxigênio e maior parte é constituída de dióxido de carbono, e praticamente não existe metano na atmosfera desse planeta. As reações químicas não acontecem há muito tempo, por isso há um total equilíbrio químico em Marte, ao contrario ao que acontece aqui na Terra, dessa forma é de fundamental importância à conservação da vida na terra, já que as plantas produzem constantemente o oxigênio que reagem a outros gases produzidos por outros organismos em constantes reações químicas (VIDA).

 A UOL Busca Teoria de Gaia que a terra é um superorganismo vivo que se autoregula, com regras para sua própria sobrevivência e das vidas que dela dependem, em minha opinião procede, portanto a responsabilidade em proteger esse organismo cabe a nós. A Teoria de Gaia foi proposta em 1970 pelo cientista britânico UOL Busca James Ephraim Lovelock.

 O nome "Gaia" teve origem na mitologia grega, nome da antiga deusa grega pré-helênica que simbolizava a Terra viva.

 Todos os seres vivos têm a mesma base atômica, embora não tenhamos a mesma igualdade em função, por exemplo, um vegetal e um homem, um homem e gato, contudo o código genético é basicamente igual a todos, é composto com as mesmas letras em todos os seres vivos.

 Ora então estamos todos relacionados, quando nos alimentamos com um vegetal o nosso organismo assimila bem e o digere e faz com que prorrogamos a nossa vida. Quando um animal qualquer morre, e sua carcaça é enterrada o seu organismo se transforma parte da Terra alimentando os vermes que por sua vez serve de alimento para outros seres vivos, assim a Vida continua...

E Gaia se transforma num grande organismo vivo por ser base da transformação da vida e suporte dessa vida.

 A vida é realmente interrompida quando um ser vivo e incinerado nas UOL Busca queimadas agrícolas (Canaviais) ou queimadas das matas, elimina-se definitivamente os insetos, vegetais, animais, e seres do solo em definitivo: uma catástrofe porque interrompe os ciclos da vida.

 Embora a maioria dos cientistas sejam ateus, nunca levaram em consideração a luz divina da vida, por essa razão levaram o nosso pequeno ponto azul a essa situação.

 Assim quando li sobre essa Teoria achei uma grande semelhança com os pensamentos de UOL Busca São Francisco de Assis que se igualava com todos os seres da natureza como irmãos, elos de vida e de dependência um do outro. Ele tinha a Terra como mãe e Os elementos na natureza como irmãos. Leiam abaixo uma parte do poema UOL Busca Cântico do Irmão Sol, a Terra nos Sustenta e Governa:

 "Louvado sejas, meu Senhor,

Por nossa irmã a mãe Terra

Que nos sustenta e governa,

E produz frutos diversos

E coloridas flores e ervas "

  

A importância da água:

"Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã água,

que é tão útil, e humilde, e preciosa e casta."

Por essa razão sem dúvida São Francisco foi o primeiro ecologista, que enxergou a nossa relação como todos os seres vivos e os elementos da mãe Terra.

 O aquecimento global e suas conseqüências foram gerados pelo comportamento humano errôneo, é causa dos pecados do homem: ganância, avareza, egoísmo, vaidade, mania de poder e dominação etc.

A humanidade nunca olhou para si, não sei qual o caminho que homem queria e querem tomar com a poluição e a destruição do nosso pequeno ponto azul.

 Segundo Lovelock, bilhões de pessoas morrerão e os poucos que sobreviver só encontrará condições de vida no UOL Busca Ártico. Afirma ainda que no final do século, a temperatura média aumentará em 8ºc nas regiões temperadas e nos trópicos até 5ºc tornando a maior parte das terras imprópria para produção de alimentos, e inóspitas a populações.

 "Temos que ter em mente o assustador ritmo da mudança e nos darmos conta de quão pouco tempo resta para agir, e então cada comunidade e nação deve achar o melhor uso dos recursos que possuem para sustentar a civilização o máximo de tempo que puderem".

Sentenciou Lovelock.

 O clima nos assusta, enchentes, secas, ciclo das chuvas alteradas, o nível dos oceanos aumentando, derretimentos das geleiras e das camadas de gelo das altas montanhas, extinção das espécies. Pessimismo ou realismo?

Chegamos ao limite da fronteira para o crescimento da forma como conhecemos.

Qual seria a atitude a ser tomada?  



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 19h22
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A estupidificação da Humanidade-José António Saraiva

 Vejam o texto abaixo, o autor retrata a estupidez em que nos metemos:

A estupidificação da Humanidade  Legal

 Jornal "Sol" - José António Saraiva (Lisboa, Jornalista, Escritor)

 

Um destes dias entrei no carro e, maquinalmente, estendi o braço na direcção do rádio para o ligar. É um gesto que milhares de portugueses fazem diariamente ao início da manhã e ao fim da tarde. Mas a meio caminho suspendi o movimento. Apetecia-me ouvir o quê: música ou notícias? Subitamente percebi que aquilo que me apetecia mesmo era não ouvir nada. Apetecia-me gozar o silêncio. 


E aquele gesto que suspendi, aquele simples gesto de premir um botão, separa dois modos de estar completamente diferentes, para não dizer opostos. 


O indivíduo que liga o rádio do carro torna-se, a partir desse momento, um ouvinte - um 'consumidor' de música ou notícias. Inversamente, o indivíduo que conserva o rádio desligado pode ser um 'produtor', porque o silêncio permite-lhe pensar. 

 
Para bem das estações radiofónicas, a decisão de manter o aparelho de rádio desligado é cada vez menos frequente. Os indivíduos são cada vez menos produtores e cada vez mais consumidores. Já quase não sabem fazer mais nada senão consumir.


E não me refiro apenas - note-se - às compras (...) refiro-me ao consumo 'em geral'. 

 

As pessoas sentam-se ao volante e imediatamente começam a consumir rádio. Chegam a casa, sentam-se no sofá e começam a consumir televisão.

Depois sentam-se à mesa, naturalmente a consumir... comida. Depois do jantar ou vêem televisão, ou falam ao telefone ou ao telemóvel, ou põem-se diante do computador a consumir na internet textos ou imagens.

E na manhã seguinte voltam a ligar o rádio. E a caminho do emprego, depois de estacionarem o carro, põem os auriculares nos ouvidos e ouvem mais música, e no emprego ligam o computador - onde passam uma boa parte do tempo a consumir mais imagens, mensagens, e-mails, informação... E nos intervalos lêem os SMS que receberam.


Há duas gerações atrás as crianças fabricavam muitos dos seus brinquedos.  

Organizavam equipas de botão e de caricas, construíam carros de esferas e trotinetas, improvisavam bolas. Faziam álbuns para guardar os selos. Compravam construções de cartolina ou plástico para montar, algumas altamente complexas: palácios, fortalezas, aviões, navios, com centenas de peças que se tinham de recortar e colar com Cola Cisne (no caso da cartolina) ou com cola tudo (no caso das construções de plástico).

E havia outros brinquedos como o Lego, constituído por peças de encaixar (como se fossem tijolos) com as quais se fazia todo o tipo de construções ao sabor da imaginação.


Estas crianças que construíam os seus próprios brinquedos ainda estavam próximas do homo faber, do homem fabricante dos utensílios necessários para sobreviver.


Mas em duas gerações tudo mudou. As crianças deixaram progressivamente de construir brinquedos e tornaram-se furiosas consumidoras. Não constroem nada, mas têm os quartos cheios de brinquedos comprados nas lojas. E nos tempos livres consomem televisão e DVD ou jogam no computador, enquanto comem bolachas, pipocas ou batatas fritas e bebem Coca-Cola.


O problema agrava-se pelo facto de, a esse vazio produtivo, se somar uma demissão de pensar. Na sua fúria consumidora, os homens desabituaram-se de pensar. Perderam a disponibilidade para pensar. Não têm tempo para pensar. Têm medo de pensar. Têm preguiça de pensar. Quando arranjam um bocadinho livre sentem-se mal, agarram-se ao telemóvel a marcar números, a falar, a receber mensagens.


A expressão "opinion makers" é um produto desta sociedade onde as pessoas só consomem e não pensam. Até porque, se lhes sucede - num momento raro - pensarem um bocadinho e chegarem a uma conclusão diferente da que é partilhada pela maioria, assustam-se e acham que se enganaram. Sentem-se, pois, mais seguras a consumir as opiniões alheias, as opiniões das pessoas pagas para pensar. As tais opiniões dos opinion makers ou opinion leaders.


(...) Dizer-se que as pessoas hoje têm mais informação é uma ilusão: consomem, de facto, mais informação, funcionam como esponjas, mas depois não usam essa informação porque não produzem quase nada.


(...) Máquinas cada vez mais velozes e sofisticadas multiplicam por milhões produtos pensados por uma pequeníssima minoria de criadores.
E essa legião de consumidores assemelha-se progressivamente a uma legião de escravos - escravos de todos os tipos de consumo, inclusivamente das opiniões de outros.


Durante séculos a Humanidade evoluiu porque os seres humanos eram obrigados a produzir e a pensar. Hoje vive-se a situação contrária: como os homens estão a desabituar-se de pensar, a Humanidade encontra-se num processo de estupidificação.

FONTE:

 http://www.acmedia.pt/opiniao/estupidificacao.htm

 

Associação Portuguesa de Consumidores dos Media.

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 13h25
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Santa Catarina sempre te amamos!

"Estou muito triste pelo povo de Santa Catarina, poderia ser um deles ou um de nós... Somos todos um”.

 Rivaldo R.Ribeiro-Jose Bonifácio-SP

 

O fenômeno que está ocorrendo num dos mais lindos Estados da Republica Federativa do Brasil,Santa Catarina, nos leva a muitas indagações?

 

Alguns já afirmaram que isso já houve por lá, mas não com tanta intensidade.

 

Os tornados foram inéditos, é por causa do aquecimento global? Seria isso?

 

Ou seriam as profundas mudanças no meio ambiente feita pelo homem, nos Estados acima de Santa Catarina? 

 

Seriam apenas conjecturas, uma ciência empírica que muitas vezes já deram resultados positivos, graças as observações e comparações  antes e depois de determinados acontecimentos, reações etc.

 

Porque vem formando essas barreiras que está impedindo que as frentes frias subam? 

 

Causando secas nos Estados de Paraná e chuvas irregulares do Estado de São Paulo: verdadeiras tempestades que em muitos casos nos levam a crer em verdadeiros furações.

 

Quais foram as atividades que mais alterou o meio ambiente no Estado de São Paulo com queimadas sistemáticas, desmatamentos etc.? É um caso para meditações sérias, porque o sofrimento está atingindo nossos irmãos que nada contribuíram para essas mudanças no meio ambiente.

 

Cabe a ciência estudar com urgência a origem desses fenômenos em Santa Catarina. 

 

Sejam culpados ou não, hoje em vi com tristeza nuvens de fumaça subindo para atmosfera, não deu para identificar se eram nos canaviais ou não, mas as probabilidades eram grandes, pois é o que mais acontece por aqui...

 

São gases que podem influir e alterar o clima, notadamente nesse caso que é um monocultura de proporções gigantescas.  

 

Obs. A ilustração do post anterior é de meu filho Kleber.  

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 00h51
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RESPOSTA DA NATUREZA...

 

A REVOLTA DA NATUREZA!

Ventos acima de 80 quilômetros por hora, enchentes, desabrigados, destruição e a população apavorada. Essas são os ultimas ocorrências climáticas em muitas regiões do Brasil. 

As alterações feitas no meio ambiente pelo homem é o que pode estar causando esse desequilibro climático. 

O aquecimento global atinge todo  o planeta, entretanto se a natureza fosse respeitada em determinadas regiões, os problemas causados pelas mudanças do clima no mundo poderiam ser minimizadas nestas regiões onde a natureza estivesse mais protegida e intacta. 

Como irá o homem socorrer-se?



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 00h34
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As fronteiras do o crescimento econômico serão infinitas?

 

 As fronteiras do crescimento econômico serão infinitas?

 

Rivaldo R.Ribeiro

Os  recursos naturais da terra vêm sendo usados de forma abusiva, destroem e dissecam a suas veias,  por causa disso ela começou a reclamar e avisar que não está suportando mais tanta tortura, os seus limites estão se exaurindo. E o homem uma espécie indecifrável, como compreender um ser que vem destruindo a si mesmo, construindo um caminho sem volta. Alem da insana perversidade das guerras que é uma ameaça universal, o  homem desrespeita seu próprio habitat tornando o seu meio ambiente inóspito a si as futuras gerações,  vem se corrompendo ao brilho extinguível do materialismo. O materialismo que o faz agigantar-se fora de si, mas o torna pequeno dentro de si, e isso muitas vezes os faz destruir o que não compreende, pois essa nova vida o leva a cegueira.

Onde foi parar a sua condição de filhos do amor de Deus? Nosso Senhor Jesus Cristo o compreendeu, indicou o caminho, mas quantos o seguiram e o seguem?

  

Na historia humana alguns tentaram mostrar o caminho que Jesus indicou, entretanto a maioria foram mortos ou considerados loucos... Contudo a Sua Luz ficou impressa nos corações de muitos cristãos e discípulos que ainda hoje tenta mudar o homem, portanto a esperança permanece...

 

A crise financeira que o mundo atravessa ameaçando uma recessão mundial, talvez não seja uma tragédia e sim um alivio ao sufoco que o crescimento vem causando ao planeta na questão ambiental. Não me confundem com um socialista que está festejando derrocada do capitalismo, mas criticando um capitalismo de desenvolvimento predatório que não prevê as conseqüências causadas ao meio ambiente, e sim os lucros desmedidos que está levando a mais remota possibilidade de melhora de condições de vida do ser humano.  O bem estar que vemos hoje é ilusório, porque é frágil como um castelo de cartas.

 

Às vezes fico imaginando onde está essa fronteira de crescimento? Porque a terra sempre foi do mesmo tamanho e ainda podemos considerar que ela vem diminuindo, porque as fontes vitais dos ecossistemas que fornecessem recursos para a preservação da vida no planeta estão se esgotando e não são como antes.

 

Todos que tem quarenta ou cinqüenta anos de idade, ou até menos, podem comprovar conforme suas experiências que o crescimento econômico que todos os governos pregam nada resolve quanto à solução da fome e da pobreza no mundo. Isto porque a ganância humana é abominável, enquanto aplaudem o desenvolvimento e o enriquecimento de alguns, outros morrem de fome, morre o verde, poluição das águas, destruição das florestas, contaminação do solo, poluição do ar, os alimentos envenenados com agrotóxicos, e por ai vai... O desenvolvimento e o progresso em muitos casos não vieram para trazer soluções, e sim problemas. Ou estou escrevendo bobagens?  Vamos olhar para nossas crianças e sem exagero pessimista, o que o crescimento econômico da forma como conhecemos irá trazer para quem sobreviver, que tipo de clima irão encontrar no futuro?  Que tipo de sociedade?

 

O crescimento econômico deve tomar outro caminho e outro nome, deveríamos agarrar ao desenvolvimento sustentável literalmente: abandonar invenções poluidoras que para nada servem a não ser poluir e ostentar a hipocrisia do status social. Levar o desmatamento a nível zero e retomar o reflorestamento das áreas devastadas. Revigorar as matas ciliares e com isso ressuscitar os rios e córregos.

 

E um dos pontos mais importantes para salvar o planeta: proteger a biodiversidade trazendo de volta as condições para a sobrevivência dos animais, insetos e microrganismos, porque vai ser neles a origem de um recomeço, porque são eles que transformam a natureza doente em sadia, são um remédio para o solo, polinização das flores que serão frutos, replantam as matas semeando suas sementes, povoam os céus e rios, servem para cadeia alimentar, enfim eles irão reconstruir a VIDA NO PLANETA, não foi por acaso  que Deus os criou primeiro na obra da Criação (Gênesis 1-2), preparou o paraíso e depois criou o homem.

  

Assim o homem veio após a criação de todas as espécies, portanto onde está o direito de sermos os destruidores de um planeta que nos deu todas as chances para a vida, que ofereceu seus frutos, sua água límpida, seu ar respirável, e todas as delicias que todos nós apreciamos? 

 

Chegamos o momento de agir como São Francisco de Assis, devolver ao “PAI” o que Lhe pertence ou ficaremos sem a nossa casa: O nosso planeta azul.   

 

"Louvado sejas, meu Senhor, Por nossa irmã a mãe Terra Que nos sustenta e governa, E produz frutos diversos E coloridas flores e ervas".

 

"Louvado sejas, meu Senhor, Pela irmã Água, Que é mui útil e humilde E preciosa e casta. " (São Francisco de Assis)

 

 

                                   

******************************************************************************* 

Veja também:  

Folha Online: Mundo tem que abandonar obsessão por crescimento, diz revista.  

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 23h38
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Amazônia e Nordeste Brasileiro

Comentário de Rita de Cássia Teixeira-Sto Antônio de Pádua – RJ -

18/10/2008, artigo do Cáspio 30/06/2008.

 

Amazônia e Nordeste Brasileiro

 

 A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.

 

 Já o nordeste não tem tanta riqueza. Será por isso que lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos? Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres. Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito? É uma reflexão interessante...

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h27
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Dom Frei Luiz Flávio Cappio e a luta contra a transposição do Rio São Francisco.

 Dom Frei Luiz Flávio Cappio e a luta contra a transposição do Rio São Francisco.

 

 

 Adital -

Um testemunho espiritual e profético na luta pela Sustentabilidade da Vida

 

"Meu rio de São Francisco, nesta grande turvação, vim te dar um gole d’água e pedir sua bênção". (Inspirado em Guimarães Rosa, refrão de música de frei Luiz)

 

1. Pra começo de conversa

 

A maior devastação ambiental da história do Brasil está em curso e cresce em progressão geométrica. Eis um sinal dos tempos e um sinal dos lugares que compõem o Brasil. Do pau-brasil a brasas, eis um futuro iminente do país-continente aclamado por tantos no passado como um paraíso terrestre, caso não consigamos frear a avalanche de devastação ambiental da nossa única casa comum: o Planeta Terra.

 

Artigo Frei Gilvander Luiz Moreira leia mais :

CLIQUE:ADITAL/NOTÍCIA

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 23h02
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ETANOL uma atitude inteligente.

 

ETANOL uma atitude inteligente.Até que ponto?

 

Na edição n. 536 da revista Época de 25/08/2008 anexaram  uma cartilha da UNICA (União da Indústria de Cana de Açúcar), com o tema: ETANOL uma atitude inteligente. A cartilha aponta vários benefícios ambientais na produção do etanol.

 

Mas esqueceram de citar os malefícios dessa cultura:   

1)As fuligens das queimadas leva muitas pessoas a terem problemas respiratórios: como alergia, tosse, irritação nos olhos e garganta, também pode causar câncer, enfisema pulmonar etc. E com a saúde não se brinca, pois se trata de um direito do homem.

O clima no interior paulista já está semelhante a um processo de desertificação:

Quente durante o dia e frio a noite. Como o Saara. E por causa dessa mudança brusca de temperatura, as pessoas sempre apresentam gripes e resfriados, alteração no humor e dores pelo corpo por causa da flexibilização da massa corpórea.

 

2)Durante a queima da palha da cana muitos animais são desalojados do seu habitat e muitos são mortos ou feridos.

  

3)A monocultura modifica os biomas com danos que serão irreversíveis na fauna e flora. Coincidentemente o clima vem apresentando índices alarmantes na umidade de ar, que chegou nessa semana na região de São Jose do Rio Preto próximo aos 18%, clima de deserto. Com isso uma pessoa sofre alterações em todo o seu metabolismo, mal estar, dores de cabeça, a disseminação de viroses. Eu nunca vi uma situação como a que estamos vivendo!

 

4)O uso de agrotóxicos e herbicidas nas áreas paulistas tomadas pelos canaviais é um agravante, pois está exatamente nas regiões que apresentam grande concentração demográfica e ainda tem no subsolo uma das maiores reservas de água potável do mundo: o aqüífero guarani, correndo assim o risco da contaminação dessas águas que abastece milhões de pessoas nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Goiás. E nos paises Paraguai, Uruguai e Argentina.

 

5) Não é auto-sustentável, pois depende das chuvas, do clima que pode ser mudado pela própria atividade por causa da mudança drástica causada pelo desmatamento. Não é sustentável porque prejudica a qualidade de vida da população nativa, que está sendo obrigada a conviver com o transito dos caminhões de transporte de cana que já vem sendo causa de muitos acidentes, poluição atmosférica etc.. Pequenos agricultores estão sendo sufocados por causa do encarecimento da terra e dificuldade nos arrendamentos, prejudicando a agricultura familiar que é responsável pela produção da maior parte dos alimentos. 

 

6) Animais estão invadindo as cidades fugindo das queimadas ou a procura de alimentos naturais que já não existe mais, apenas gomos de cana! Regiões antes ricas na fauna e flora, estão morrendo.  

 

7)Na cartilha existem instruções para economizar Água, entretanto as queimadas forçam as pessoas a usarem agua para remoção das fuligens, isto para que não haja inalação destas partículas prejudicando as pessoas na hora da limpeza.   

 

Esses são apenas alguns pontos negativos da monocultura da cana de açúcar. E a UNICA distribuiu uma cartilha na tentativa de convencer a população apenas mostrando um lado do etanol, entretanto existem muitos: positivos e negativos.     

O governo quando pensou nos biocombustíveis da cana de açúcar, começou uma corrida não levando em conta os problemas ambientais e sociais. Não levou ao conhecimento da sociedade os seus problemas ambientais e o perigo dessa poluição, um dever que está no art. 225 da Constituição Brasileira.

 

Seremos palco de um desenvolvimento primitivo baseado nas grandes monoculturas do passado, que apenas nos levou ao atraso em relaçao a outras nações. Ou avançaremos rumo ao século XXI que se desenha como um século sem direitos a erros?

Pois o planeta terra já se mostra cansado das loucuras humana.

 

QUEIMADAS NOS CANAVIAIS  Que Deus tenha misericórdia de nós! Quantos animais foram mortos aqui?Pelo amor a Deus parem com isso! Que espécie de criaturas somos? 

 

FIRE IN OF SUGAR CANE: May God have mercy on us! How many animals were killed here? For the love of God stop with that! What kind of beings are we?

 

 

 FEUER IN DER Zuckerrohr: Möge Gott, erbarme dich über uns? Wie viele Tiere getötet wurden hier? Für die Liebe Gottes mit Stop that! Welche Art von Wesen sind wir?

 

 

Incendie dans de la canne à sucre: Mai Dieu aie pitié de nous! Combien d'animaux ont été tuées ici? Pour l'amour de Dieu arrêter avec ça! Quel genre d'êtres sommes-nous?

 

 

FUEGO EN CAÑA DE AZÚCAR: Que Dios tenga piedad de nosotros! ¿Cuántos animales fueron muertos aquí? Por el amor de Dios termina con esto! ¿Qué clase de seres somos?

 

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 23h55
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Do Fome Zero aos Agrocombustíveis

Do Fome Zero aos Agrocombustíveis

 Roberto Malvezzi (Gogó)

Quando Lula tomou posse, uma de suas primeiras atividades foi reunir seu ministério e levá-lo até Guaribas, sertão do Piauí. Andando longo trecho de ônibus, os ministros que só conheciam o sertão pelos livros e TVs, puderam pôr o pé na realidade. O gesto era simbólico e, como já advertia Frei Betto, não era a revolução, mas era o que podia um governo eleito pelo voto. Lula proclamara o “Fome Zero” como uma das metas principais de seu governo. Depois, diante de observações feitas aqui das bases do Nordeste, o próprio Ministério do Meio Ambiente proclamou o “Sede Zero”. De qualquer forma, soava diferente de todos os governos anteriores.

 

O tempo se encarregou de mudar Lula e seu governo. A adesão firme ao agro e hidronegócios fez com que optasse pelos transgênicos ao invés de uma agricultura familiar diversificada e rica em alimentos, embora invista também nela, mas jamais na mesma proporção. Optou pela transposição do São Francisco ao invés de investir em obras descentralizadas de abastecimento, como as adutoras para as cidades do Nordeste. Finalmente, optou pelos agrocombustíveis em detrimento da produção de alimentos. Dá para demarcar passo a passo, numa linha do tempo, as mudanças profundas na rota do governo Lula.

 

Em Salvador, inaugurando obras e fomentando a aqüicultura nos mangues brasileiros, também em detrimento das populações pesqueiras do litoral, Lula disse que “não seria louco de deixar de encher o tanque do povo para encher o tanque dos carros”. De repente, parecia o velho Lula, com aquele semblante de indignação diante das injustiças brasileiras. Mas, a realidade é que ele estava apenas querendo justificar sua opção pelos agrocombustíveis, sempre na argumentação que não existe paradoxo entre produzir alimentos e agrocombustíveis. O assunto é uma espada no pescoço de seu governo e não faltam estatísticas de todos os tipos para contestar a linha de pensamento do presidente.

 

Esses dias o preço das comodities agrícolas despencou e o programa do biodiesel da mamona faliu. O aumento da fome no mundo, em um ano, já passa de 100 milhões de pessoas. O preço dos alimentos explodiu. Contraria as metas do milênio e coloca a humanidade numa encruzilhada tenebrosa. O governo, ao pôr os melhores solos brasileiros a favor dos agrocombustíveis, ao incentivar a América Central e a África para o mesmo caminho, a pretexto de favorecer a renda dos agricultores, pode estar incentivando a escassez de alimentos no mundo. E não adianta falar em safra recorde porque essas comodities não põem a mesa do povo brasileiro.

 

 Assim, um governo que fez do combate à fome sua grife, pode terminar seus dias colaborando com o aumento da fome sistêmica em todo o planeta.

 

Fonte: Comissão Pastoral da Terra 

 http://www.cptnac.com.br/index.php

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h50
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O outro lado da cana e do álcool

Blog ciência em dia, Folha on-line.

Jornalista Marcelo Leite

 

Analise dos impactos do agronegócio e da indústria da cana nos direitos humanos, inclusive os civis, sociais e ambientais, no Brasil.

 

Acesse o LINK: O outro lado da cana e do álcool



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 01h07
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Monocultura, desmatamento e reflorestamento, mudança climática e o desequilíbrio da vegetação.

Monocultura, desmatamento e reflorestamento, mudança climática e o desequilíbrio da vegetação.

 

Os desmatamentos, as queimadas, somados as mudanças climáticas vão causar um desequilíbrio na vegetação, e ela não voltará como antes mesmo que houver tentativas de reflorestamentos para recompor essas áreas degradadas, porque essa nova vegetação não irá crescer da noite para o dia e com isso as mudanças climáticas vão se acentuando cada vez mais: mudanças nos ciclos de chuvas, mudança dos ventos, seriam como um carro sem freio ladeira abaixo.   Alem disso as novas plantas não vão encontrar um clima propicio para o seu desenvolvimento como antes, a não ser que elas consigam a se adaptar, mas para que isso ocorra levaria gerações.  Uma nova savana com certeza será formada.

 

Dessa forma as promessas de reflorestamentos pelas usinas de álcool ou outro responsável por qualquer dano ambiental, seria em vão, o núcleo dessa questão ambiental é a preservação em primeiro lugar, não existe outro caminho.    

 

Qualquer governo responsável conduzido por homens de visão humanitária, tem que se aterem a isso, ou teremos um futuro de clima desértico, uma situação que já estamos observando atualmente: muito quente durante o dia e aquele friozinho a noite.  

 

Será que teremos a capacidade de adaptação ao novo clima? Diante disso vamos analisar com afinco nossos candidatos nas eleições municipais desse ano e nas próximas, atitude de escolha para a nossa própria sobrevivência num clima saudável com qualidade de vida.         

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 15h17
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Uma Terra para Viver

Uma Terra para Viver

 

No ano internacional do planeta terra, convidamo-los a optar por uma atitude constante de amor à Terra onde vivemos e donde nos alimentamos. Somos responsáveis por ela, e sabemos que somos nós que a estragamos. Também sabemos que a poluição da Terra, e da natureza em geral, é responsável por inúmeras doenças, alterações climáticas e conseqüentes catástrofes ecológicas. Que mais esperamos? O início de um novo ano e o Tempo da Quaresma poderão ser um bom marco para tomarmos a decisão de mudar de comportamento.

 

O povo da Bíblia considerava a terra como o primeiro e o maior dom de Deus, pois era sobretudo da terra, com os seus campos e rebanhos, que tirava o sustento e a vida. O Deus Providente servia-se dela para o alimentar e conservar, continuando a obra da sua Criação.

 

Outros povos consideravam-na como a mãe que nos alimenta. A Mãe-Terra era, mesmo, objeto de culto nas civilizações antigas. Na sociedade moderna e laica, o homem perdeu esta visão de fé a respeito da Terra, deixando de a relacionar com o Criador. E assim, esvaziou-a do seu valor fundamental, julgando-se com direito a escravizá-la e explorá-la, em vez de a dominar e respeitar (Gn 1,28). É lamentável.

 

Esta falta de respeito da geração moderna pela Terra, despoletou nela uma violenta reação contra os seus habitantes, provocando toda a sorte de calamidades conhecidas. Porque “a Natureza nunca perdoa”, diz-se. E a Terra, criada como um paraíso de Deus para os seres humanos (Gn 1-2), tornou-se frequentemente um vale de lágrimas. Que fazer, para torná-la mais habitável? Os políticos, os movimentos e partidos ecológicos têm programas para enfrentar tão graves problemas. E não vemos muitos cristãos na primeira linha. Também é lamentável.

 

Na hora de enfrentar os problemas da humanidade em relação à Terra, não podemos esquecer-nos de Francisco de Assis Patrono dos Ecologistas, no seu Cântico das Criaturas. No “Altíssimo, Onipotente e bom Senhor” do Mundo, ele descobriu “a nossa Irmã e Mãe Terra” e soube cantá-la, com ternura e gratidão, porque ela “nos sustenta e governa e produz frutos diversos e coloridas flores e ervas”. E até vivemos em sua casa.

 

 

Frei Herculano Alves,

 

in Revista BÍBLICA, nº 314

Fonte: http://www.capuchinhos.org/terra/uma_terra_para_viver.htm 

 

  



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 21h26
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Com as modificações repentinas causadas pelo homem em um bioma...

Com as modificações repentinas causadas pelo homem em um bioma, será impossível a adaptação da vida vegetal e animal em curto espaço de tempo.

Vamos supor que algumas espécies da fauna e flora sobrevivem por centenas de anos numa área com a temperatura média equilibrada, os ciclos de chuvas regulares, ou se houve variação elas ocorreram gradativamente em milhares de nos, a VIDA teve tempo para adaptar-se.       

Agora, essa área é alterada de repente pelo homem através de uma grande obra como a transposição do Rio São Francisco, ou pelo agronegócio da monocultura que transformara grandes áreas dessa vegetação, a média das temperaturas dessa área poderá se alterar, os ventos podem mudar de direção, assim essa vegetação não irá reconhecer seu ambiente se definhando e perdendo as folhas, seus troncos sufocados não terão mais brotos, não produzirão mais frutos.

Os animais que há séculos ali vivem, já estão adaptados  àquele meio ambiente,  terão que migrar ou morrerão de fome ou de doenças, esse equilíbrio e relação entre fauna e flora em uma área definida chama-se BIOMA.

O ser humano também faz parte de um bioma: a região onde vivemos somos acostumados com o clima, a água, os frutos, com os animais e os peixes dos rios da nossa região, dos quais muitos se alimentam. Muitas vezes o nosso espaço é modificando pelo “progresso”, pela poluição, modificando o clima trazendo desconforto as pessoas que sempre viveram nesse espaço, nesse bioma.   

Assim não podemos chegar numa região e ir destruindo tudo, modificando rios, desmatando as florestas, expulsando animais, modificando o relevo e até altitudes, sem antes estudar e compreender todos os impactos que isso venha causar nessa região.  Portando é um desastre ambiental e social propor um tipo de desenvolvimento econômico inadequado com as características de um bioma.

Essa é uma das razoes que na minha ínfima opinião, discordo das monoculturas, principalmente da cana de açúcar que é uma das mais agressivas ao meio ambiente, em áreas densamente povoadas, ou em regiões que provocam o desmatamento e poluem os mananciais com os agrotóxicos, transformando o bioma de uma região impondo a adaptação dos animais e vegetais em curto espaço de tempo.

Estamos vivendo numa encruzilhada: a humanidade deve evoluir-se no sentido de compreender o sentido da VIDA, abandonando atitudes de consumo supérfluo que nada acrescentam para a nossa sobrevivência, ou continuar apenas pensando num progresso que vai nos levar ao mundo desconfortável, inóspito, e sem condições de sobrevivência para várias espécies, inclusive a humana.  Precisamos tomar o caminho certo...

Os ambientalistas estão fazendo a sua parte: alertando e tentando conscientizar as pessoas, uma tarefa difícil diante da cegueira dos que governa o mundo. A Natureza está ai, diante de nós, já pediu socorro por várias vezes, Deus o Criador já deu as ultimas chances ao homem, agora Ele espera que nós compreendamos isso, ou será o nosso fim...  

No Brasil os maiores Biomas são:
Bioma AMAZÔNIA 
Bioma CERRADO 
Bioma MATA ATLÂNTICA 
Bioma CAATINGA 
Bioma PAMPA 
Bioma PANTANAL 

 

VEJA MAIS SOBRE BIOMA: ADITAL-Os Biomas Brasileiros

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h59
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MENSAGEIROS DA PAZ, NÃO PERMITAM QUE APAGUEM O ARCO ÍRIS!!!

 

O TEXTO ABAIXO EU DEDICO A d.LUIZ FLAVIO CAPPIO PELA SUA FÉ,  AMOR AO PRÓXIMO E A NATUREZA DE SAO FRANCISCO DE ASSIS.

MENSAGEIROS DA PAZ, NÃO PERMITAM QUE APAGUEM O ARCO ÍRIS!!!
(Rivaldo R.Ribeiro)

Os mensageiros da Paz estão tristes...
Tombam os fracos e inocentes...
Tombam as florestas e o que nelas habitam,
Os rios se tornam sangue venoso, o ar em gás letal.
Os bons se dispersam dão lugar aos devastadores...
Jovens confiantes tapam olhos e ouvidos à sua miséria...

Cidades barulhentas estão desertas, apenas movem-se as máquinas...
Palácios fortificados fogem com medo,
Fecham-se, se calam, ilhados em si mesmo.

O silêncio soluça no meio da devastação,
Os mensageiros da Paz estão tristes e angustiados,
Ninguém se importa!
Não abaixem a cabeça, continuem insistindo...
Não queremos ouvir gritos, desesperos, fome...
Não queremos ver planícies vermelhas e movediças,
Não queremos ver o céu sem arco íris,
Não vamos permitir que apaguem o céu...

Estão tristes quase ninguém se importa com isso,
Mas um dia correrão para vocês atordoados em busca de uma gota de água!!

Ai de ti, devastador que ainda não foste devastado,
Salteador que ainda não foste saqueado!
Quando acabares de devastar, serás devastado,
Quando acabares de saquear, serás saqueado.
(Isaias 33,1)

"Meus queridos amigos, meu espírito de luta se deprime, não consigo compreender meus iguais, sinto no coração e na alma uma tristeza funda que quase me paralisa, porque tanta devastação?".




Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 23h36
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GREVE DE FOME POR JEJUM

"GREVE DE FOME" POR JEJUM

(Rivaldo R .Ribeiro)

 

O termo “greve de fome” será substituído de agora em diante por jejum, como o próprio frei D.Luiz já corrigiu.

 E na historia humana muito se ouviu falar sobre o jejum, uns podem ser curtos de poucas horas, outros de apenas de algum alimento de costume, ou com grande sacrifício pela Fé como fazia nas grutas o patrono da ecologia o pequeno pobre com o mesmo nome do rio: São Francisco de Assis.

 

Uma atitude que não podia ser diferente vindo de outro franciscano, o que me dá muito orgulho por ser também devoto de São Francisco de Assis, devoção  já descrita em  outro blog de minha autoria : http://carisma.franciscano.zip.net  

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h00
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EXEMPLO DA SUÉCIA:

O COMENTÁRIO DO DIA 11/12/07 ABAIXO, NO POST DO DIA 08/12/2007,  TRADUZ A POLÊMICA EM TORNO DA TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO. ISSO É MUITO BOM: O DEBATE.

O QUE FALTOU SEGUNDO D. LUIZ: O DEBATE MAIS APROFUNDADO DO GOVERNO COM A SOCIEDADE, NÃO TEMOS INTERESSE ALGUM EM OMITIR OU DELETAR A OPINIÃO DOS NOSSOS VISITANTES. GRATO SR. ROGERIO PELA SUA MANIFESTAÇÃO.

 E PROMETEMOS PESQUISAR MAIS A FUNDO ESSE E OUTROS CASOS DE TRANSPOSIÇÃO, INCLUSIVE UM DO RIO COLORADO NO ESTADOS UNIDOS, PARECE-ME QUE NÃO DEU CERTO. qUALQUER INFORMAÇAO A RESPEITO FICAREMOS GRATOS.

 

COMENTÁRIO DIA 11/12/07 NO POST DO DIA 08/12/07

EXEMPLO DA SUÉCIA: "200 Anos atrás, a Suécia construiu um braco navegável de 98 km para ligar lagos ao Mar Báltico, conectando lagos menores e rios num total de 270 km, e nunca houve nenhum problema ambiental ou qualquer outra ladainha piegas ignorante tão apregoada nestes malditos dias em que as esquerdas dominam para destruir em todo o Mundo." *NÃO HÁ NENHUM DESRESPEITO E ESTÁ DENTRO DO CONTEXTO, MAS SEI QUE DELETARÃO PQ NÃO INTERESSA A VCS EXPOR UM EXEMPLO BEM SUCEDIDO EM UM PAÍS EVOLUÍDO COMO A SUÉCIA.
Rogerio] [rog@rog.br] [SE]



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 01h31
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Sobre comentário de um internauta de Livramento-RS

 

Sobre comentário de um internauta de Livramento-RS

 

O comentário abaixo foi inserido no 13/11/2007 10h51min, no post do dia 02 de novembro/07, notamos ali que por esse Brasil afora existe degradação ambiental, e a população perseguida pelo fantasma da falta de emprego, acreditam nas promessas politiqueiras e aceitam os ataques a natureza...

 

Realmente a vida anda melhorando!! Um calor insuportável, poluição de todo tipo, Chuvas torrenciais, tempestades com ventos fortes que nunca foram vistos, secas duradouras. Um total desequilibro climático.

 

Já existem cientistas afirmando que seremos vitimas de tornados e furacões, o primeiro exemplo deles foi em 29 de março de 2004, o Catarina, que devastou parte dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul com 100 casas destruídas e centenas de vítimas. Como sempre as autoridades foram alertadas pela defesa civil sobre a ocorrência da tempestade, foi sugerida a evacuação da população, foi negada. Erraram mais uma vez, os ventos atingiram a costa a 170 km/h.

O fenômeno surpreendeu os meteorologistas do Brasil e dos Estados Unidos, daí podemos tirar uma certeza: a mãe natureza deve ser respeitada porque ainda não a compreendemos totalmente,pois a sua resposta a esse desrespeito sempre é devastadora. Como afirmaram moradores da região assustados: O que viram não vão esquecer tão cedo.

A ocorrência de algumas tempestades violentas aqui no Estado de São Paulo, com ventos acima da média, já podem ser classificadas como tornados de baixa intensidade por duas razões: pela força dos ventos e pela sua concentração apenas em uma pequena área: Como se fosse um grande redemoinho.

O que vamos esperar para o futuro? Se estamos construindo, ou melhor, destruindo nosso clima, mudando e alterando os rios, desmatamentos, expulsando animais e insetos que fazem parte natural do controle das pragas e doenças, inundando as lavouras com agrotóxicos e jogando gases na atmosfera através das queimadas!

Se não bastasse tudo isso, a ameaça das Usinas nucleares!!!

E maioria dos trabalhadores que sonham com seus empregos serão as primeiras vitimas dessas catástrofes, pois quase sempre moram em locais de enchentes, nas ribanceiras que desmoronam e levam vidas ou em construções frágeis, e as promessas políticas de trabalho que muitas vezes são semelhantes à escravatura, nunca levam em consideração os problemas que essas pessoas enfrentam, ou venham a enfrentar com as degradações ambientais: problema de saúde, moradia destruída etc.

 Enquanto isso a grande monocultura avança, as grandes indústrias poluidoras aparecem como salvadoras da pátria, que num primeiro momento nos faz acreditar na solução do desemprego e outros e não ao contrário: são causadores dos maiores danos ambientais, que podem  levar a uma seqüência de tantos outros problemas, inclusive um eterno desemprego, visto que terra poluída e a desertificação torna o solo improdutivo e estéril.

Será que essas populações serão socorridas durante as catástrofes ou protegidas delas?Será que nosso “moderno” sistema de saúde suprira todas as necessidades que essa população terá na sua saúde, por causa da poluição do ar, da água, até dos alimentos? 

 

Pois é companheiro JN Canabarro, que fez o comentário abaixo, por essas e outras razões que o nosso planeta azul está balançando... E a sua preocupação alem de justa infelizmente é de poucos...Mas prejudicarão  milhares de pessoas pelo mundo todo, pois o nosso planeta nada mais é do que uma pequena aldeia, tudo e todos pertencemos ao mesmo sistema vital: queiram ou não.

Cito um fragmento de um artigo “Migrante e Ecologia - Dom Demétrio Valentini, Bispo de Jales-SP.”: Parece se comprovar o ditado que ironicamente era atribuído ao liberalismo: “Fiat quaestus, et pereat mundus!”, “haja lucro, e pereça o mundo!”.

 

Comentario do internauta: 

"Meu caro Rivaldo Ribeiro, aqui na nossa terra - RS - temos uma região chamada "Metade Sul", que pertence ao bioma pampa. Um grande número de políticos querem transformar toda esta região com a plantação de eucaliptos, pinos, acácias e outras árvores exóticas. Não estão se importando nem um pouco com o nosso ecossistema. Querem plantar milhares de milhares de árvores, transformar isto aqui num grande deserto verde. Vai ser uma catástrofe, mas eles nos chamam de atrasados, retrógrados e que somos contra o progresso e geração de empregos. Acho que eles vão ganhar essa luta, lamentavelmente. Nossa governadora e seus apadrinhados estão propagandeando, dizendo que este tipo de florestamento é necessário para o futuro. A população está entrando na onda. Os fazendeiros não querem mais criar gado, mas plantar eucalipto. Vão mudar a lei pra poder florestar na fronteira." http://blogducana.zip.net/'    - [Livramento - RS - Brasil].

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 17h59
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POLÍTICO ADORA BEIJAR CRIANCINHAS

POLÍTICO ADORA BEIJAR CRIANCINHAS, ANTES DAS ELEIÇÕES! AGORA ALGUNS DELES ESTÃO DISTRIBUINDO MUDINHAS DE PLANTAS.

 

 

Se tem uma coisa que me irrita é hipocrisia, seja qual for ela: religiosa, amizades, e a da maioria dos políticos.

Estamos num tempo de transformações climáticas que podem ser catastróficas. E todos estão de acordo num item: a poluição industrial para manter os nossos confortos nos últimos anos, pode levar a humanidade ironicamente a um grande desconforto,  muitas espécies a extinção, e inclusive grupos humanos. 

 

Diante disso, distribuir mudas de árvores pode ser uma tentativa ótima para compensar a sujeira que tornamos o nosso planeta, deste que não houvesse um detalhe importante: segundo    http://www.iniciativaverde.org.br  uma árvore pode levar até 37 anos para  absorver o gás carbônico que emitimos em pouco tempo.

 

A hipocrisia de distribuírem mudas de árvores fazendo vistas grossas aos poluidores e agressores da natureza é no mínimo um presente  sem utilidade alguma. Pois se não combatermos a poluição a degradação ambiental com urgência, essas mudas provavelmente não irão se desenvolver num novo clima por falta de tempo para adaptação.    



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h28
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Por que tantos crimes ambientais???

Por que tantos crimes ambientais???

Rivaldo R.Ribeiro-José Bonifácio-SP

Navego pela internet, visito órgãos de noticias, sites e ongs ambientais, em todos eles mostra a luta entre os que querem que a vida prevaleça e os querem os lucros imediatos por meio destrutivos da natureza e a morte.

 

É difícil de entender tantos crimes ambientais, muitos deles patrocinados pelo poder público ou fazendo vistas grossas ao problema.

 

É difícil de entender esses crimes ambientais que  estão nos levando uma possível catástrofe climática, em que todos vão sair perdendo.  

 

Já são notadas muitas transformações climáticas: nos regimes de chuvas, calor exagerado, chuvas violentas, secas prolongadas, o derretimento das geleiras.

 E porque parte da humanidade luta a favor da vida e outra parte quer a sua destruição. Seria ignorância ou burrice mesmo?

Ou estamos dominados por extraterrestres que querem nos destruir  e não estamos damos conta disso?Parece filme de ficção, mas é o que nos leva a crer.

Porque é inconcebível a idéia de tanta agressão ao meio ambiente, com uma voracidade destrutiva que vai causar problemas que vão prejudicar a nós mesmos. Então por quê? Por quê esse cabo de guerra é tão disputado?...   

 

As queimadas nos canaviais continuam, os desmatamentos continuam, a poluição continua, a fauna e a flora continua sendo destruídas, e muitos viram as costas a tudo isso fazendo de conta que não é com eles. É com todos nós!

 

Ignorância é uma coisa, mas burrice e outra, desculpe o pouco quilate da expressão, mas acho que é burrice jogar estrume nas nossas camas e depois dormir em cima. Pois é o que estamos fazendo, sujando nossos espaços e transformando nosso habitat impossível para sobrevivência.

 

Mas o que nos consola é que ainda temos anjos de Deus como a Ministra Marina Silva e tantos outros que estão dando a sua“vida” a favor da vida mais ampla:  “a sobrevivência da humanidade”.   

 

 



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 21h05
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O ARCO ÍRIS

O ARCO ÍRIS

O arco íris é um fenômeno deveras intrigante e de muita admiração, nas lendas populares dominavam histórias fantásticas para todos os gostos e imaginação.

 Diziam que no final do arco íris havia um pote de ouro, ou a ameaça das mães aos meninos travessos dando conta que a passagem por baixo do arco íris trocariam de sexo, e os garotos dessa forma se comportavam depois das chuvas.

E o que mais me convencia era que o arco íris seria o caminho para o céu, porque nos vem a mente algo perfeito, de grande equilíbrio de paz e harmonia. Hoje compreendo que ele pode ser o reflexo do equilíbrio na natureza: um caminho para o céu. Céu? Paraíso: campos verdes, florestas protegidas, flores, insetos, vida...

O arco íris é um fenômeno da física, óptico e meteorológico que quando a luz branca do sol atravessa as gotinhas de água na atmosfera após uma chuva "normal", transformam nas cores brilhantes que se formam no Céu. As gotinhas funcionam como um prisma que decompõe a luz branca do sol em varias cores (7) (vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, indigo ou anil e violeta).
Assim o arco íris atesta o equilíbrio climático na região de sua ocorrência, pois são formados após chuvas calmas e tranqüilas, como diziam o pessoal lá da roça "uma benção que veio do céu." Aquela chuvinha branda que aquieta a alma e faz bem ao coração.

Um fenômeno maravilhoso que já tornam raros, com aridez que se tornam nossos campos, por causa das queimadas, desmatamentos, os arco íris só poderão ser vistos nas fotos.


Intimações de Imortalidade

"A luz que brilhava tão intensamente
Foi agora arrancada dos meus olhos,
E embora nada possa devolver os momentos
De esplendor na relva e de de glória nas flores,
Não sofreremos, melhor, encontraremos força no que ficou prara trás".
(Willian Wordsworth)



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 20h12
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PESADÊLO NUCLEAR

PESADÊLO NUCLEAR

 

Segundo relato esse homem ainda estava vivo na hora da foto.


FOTOS COPIADAS NA INTERNET, em razão da terrível cena de algumas fotos optamos em não publica-las.
06 DE AGOSTO DE 1945:ESSA É UMA LEMBRANÇA TRISTE QUE NÃO DEVEMOS ESQUECER!!... ALÉM DE SERVIR COMO UM EXEMPLO PARA QUE NEM UMA GERAÇÃO O SIGA...

No dia 06 de Agosto de 1945 , 8,15 da manhã na cidade de Hiroshima-Japão, a Little Boy nome da primeira bomba atômica foi lançada do avião bombardeio B-29 chamado de Enola Gay . Matou mais de 80 mil pessoas instantaneamente e milhares por causa da irradiação ou ferimentos.

Nuclear: a mais terrível energia descoberta pelo homem, aquela explosão equivale a uma bombinha de São João comparadas com as de hoje, que além da destruição pode provocar um nuvem nuclear obstruindo a passagem dos raios do sol por meses viveremos nas trevas,sem estrelas, sem lua, só escuridão, isso dizimará a vida na Terra porque nenhum ser vivo conseguirá sobreviver ao intenso frio.

Como todos os atos de destruição do homem tem um objetivo ou desculpas,as bombas de Hiroshima 80 mil mortes e Nagasaki com 100 mil mortes, foi acabar com a 2ª. Guerra mundial com extermínio de milhares de vidas humanas inocentes: crianças, velhos, homens, mulheres, animais e um terrível dano ao meio ambiente. Vamos refletir sobre isso!!!

Não haveria uma forma menos covarde de forçar a rendição do Japão?
Para alguns historiadores o Japão iria se render porque seu exército já estava aniquilado e já haviam pedido a Russia a intermediação na negociação para sua rendição, eles queriam apenas preservar o seu Imperador Hiroíto e a monarquia, mas as bombas pode ter tido outro endereço a guerra fria que já se mostrava no horizonte entre americanos e soviéticos, uma disputa entre o socialismo Soviético e o capitalismo americamo que durou por mais de 40 anos, até o término da União Soviética e a simbólica derrubada do muro de Berlim com a reunificação da Alemanha.Ou foi uma vingança de de Pearl Harbor? Que na manhã de domingo de 07 de dezembro de 1941 a frota americana no Pacífico foi dizimada pelos aviões torpedeiros japoneses. Política!!!Política!!! Ou vigança...
No final das contas,os inocentes sempre pagam pelas loucuras de seus lideres...



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h52
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Somos Guardiões das Obras de Deus...

DEUS NOS CONFIOU E SOMOS GUARDIÕES DAS SUAS OBRAS, ESTAMOS TRAINDO A SUA CONFIANÇA??

A GLORIA DO CRIADOR NOS ESPLENDORES DA CRIAÇÃO

SALMO 8, 1-10
1. Ao mestre de canto. Com a gitiena. Salmo de Davi.
2. Ó Senhor, nosso Deus, como é glorioso vosso nome em toda a terra! Vossa majestade se estende, triunfante, por cima de todos os céus.
3. Da boca das crianças e dos pequeninos sai um louvor que confunde vossos adversários, e reduz ao silêncio vossos inimigos.
4. Quando contemplo o firmamento, obra de vossos dedos, a lua e as estrelas que lá fixastes:
5. Que é o homem, digo-me então, para pensardes nele? Que são os filhos de Adão, para que vos ocupeis com eles?
6. Entretanto, vós o fizestes quase igual aos anjos, de glória e honra o coroastes.
7. Destes-lhe poder sobre as obras de vossas mãos, vós lhe submetestes todo o universo.
8. Rebanhos e gados, e até os animais bravios,
9. pássaros do céu e peixes do mar, tudo o que se move nas águas do oceano.

10. Ó Senhor, nosso Deus, como é glorioso vosso nome em toda a terra!



Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 17h16
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“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.
Art.225 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988


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