Amazônia: foi um erro querer ser brasileira?
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Amazônia: foi um erro querer ser brasileira?
Não é de hoje que nos chegam notícias assustadoras sobre a Amazônia, e entre as novas, nada pior do que ter uma antiga certeza, apontada em relatório: O Brasil não tem sido eficaz em cuidar da Amazônia.
Ainda faltam recursos humanos e financeiros para estudo completo sobre a biodiversidade amazônica. E acreditam que apenas assim seria possível uma proteção. Creio que não acreditam errado, pois o Brasil realmente não tem investido o necessário em pesquisas científicas, o que com certeza daria a nós conterrâneos e patriotas dessa maravilhosa terra mais tranqüilidade em relação a temas sobre a floresta, que todos sabemos é o coração do mundo.
Assunto que não preocupa apenas os brasileiros, quando se trata da floresta Amazônica, o assunto é capa de manchete no mundo inteiro. E outro povo que tem interesse semelhante, ou até maior em nossa floresta são nossos queridos irmãos de América, a comunidade norte-americana, que sem se contentar com o grande patriotismo por seu país, tem demonstrado patriotismo ainda maior por patrimônios sul-americanos.
Patriotismo que poderia até ser bem vindo para o gosto brasileiro se acompanhado de recursos e idéias para um desenvolvimento sustentável e saudável para o coração do Planeta. Pena que não tem sido a idéia do governo estadunidense, que vive pregando a falta de capacidade brasileira no desenvolvimento sustentável, e que por outro lado estão muito bem envolvidos na questão do desmatamento da floresta.
E com tamanha confusão que envolve o tema, resta a nós brasileiros esperar uma preocupação maior do governo brasileiro em relação a esse assunto delicado, e não deixar apenas ao descaso e ao destino de decisões maiores o que deve ser feito em relação a floresta, afinal o Brasil não deve ser o Brasil por questão de dever e história, mas sim por questão de comprometimento e amor à um país abençoado por Deus, mas que desde o começo de sua história sofre com a má administração exercida vinda de fora, e pela falta de capacidade interna em resolver problemas de importância mundial.
O brasileiro sempre se viu como um povo do mundo, mas nunca teve a verdadeira visão de que a nação brasileira pode ser maior, e tem força para isso. Vivemos uma época em que o brasileiro já deixou por esquecida sua identidade.
Quem sabe fôssemos aqueles índios de outro mundo onde só dependesse de nós o bom aproveitamento de nossas riquezas, teríamos aproveitado melhor tamanha vastidão de capacidade que possui Nosso País.
FONTE: BLOG ESTAÇÃO SOL-Autor Cáspio
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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h22
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Dia Mundial de Combate à Desertificação
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Agricultura sustentável é tema do Dia Mundial de Combate à Desertificação
“Combater a degradação da terra para uma agricultura sustentável” é o tema que a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD, sigla em inglês) escolheu este ano para marcar o Dia Mundial de Luta contra a Desertificação e a Seca, comemorado em 17 de junho.
Leia mais sobre o perigo da desertificação, e a produção agrícola sustentável:
CLIQUE---->
LEIA MAIS, Fonte Portal AprendiZ
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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h24
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BOA NOTICIA
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A inauguração das estações de Bauru e Marília e um comando de fiscalização de fumaça preta na Marechal Rondon marcaram o início da Operação Inverno 2008
A CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental, vinculada à Secretaria Estadual do Meio Ambiente, está ampliando em 30% a sua rede automática de monitoramento da qualidade do ar no Estado. Nesta sexta-feira (13/06), foram inauguradas as estações automáticas de Bauru e Marília. Além disso, também nesta sexta-feira, a Agência Ambiental de Bauru, em conjunto com a Polícia Rodoviária Estadual, realizou um comando de fiscalização de fumaça preta emitida pelos caminhões, no km 340 da Rodovia Marechal Rondon, que resultou na autuação de 36 veículos diesel. E uma inspeção de funcionamento de catalisadores e de regulagem de motores, de veículos leves, foi promovida, durante todo o dia, no Aquarius Shopping de Marília.
Todas estas ações marcam o início da Operação Inverno 2008, que se estende de junho a agosto. No decorrer do período, a agência ambiental paulista e a SMA, em parceria com prefeituras municipais, órgãos governamentais e entidades privadas, promoverá uma série de ações, tanto de fiscalização como de inspeção e orientação, visando a regulagem dos veículos e a conseqüente redução dos poluentes.
Leia mais:
http://www.ambiente.sp.gov.br/Noticia
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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 15h45
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Monocultura, desmatamento e reflorestamento, mudança climática e o desequilíbrio da vegetação.
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Monocultura, desmatamento e reflorestamento, mudança climática e o desequilíbrio da vegetação.
Os desmatamentos, as queimadas, somados as mudanças climáticas vão causar um desequilíbrio na vegetação, e ela não voltará como antes mesmo que houver tentativas de reflorestamentos para recompor essas áreas degradadas, porque essa nova vegetação não irá crescer da noite para o dia e com isso as mudanças climáticas vão se acentuando cada vez mais: mudanças nos ciclos de chuvas, mudança dos ventos, seriam como um carro sem freio ladeira abaixo. Alem disso as novas plantas não vão encontrar um clima propicio para o seu desenvolvimento como antes, a não ser que elas consigam a se adaptar, mas para que isso ocorra levaria gerações. Uma nova savana com certeza será formada.
Dessa forma as promessas de reflorestamentos pelas usinas de álcool ou outro responsável por qualquer dano ambiental, seria em vão, o núcleo dessa questão ambiental é a preservação em primeiro lugar, não existe outro caminho.
Qualquer governo responsável conduzido por homens de visão humanitária, tem que se aterem a isso, ou teremos um futuro de clima desértico, uma situação que já estamos observando atualmente: muito quente durante o dia e aquele friozinho a noite.
Será que teremos a capacidade de adaptação ao novo clima? Diante disso vamos analisar com afinco nossos candidatos nas eleições municipais desse ano e nas próximas, atitude de escolha para a nossa própria sobrevivência num clima saudável com qualidade de vida.
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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 15h17
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As eleições municipais se aproximam, não percam essa chance!!
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As eleições municipais se aproximam, não percam essa chance!!
Estamos chegando perto das eleições municipais, e diante dos problemas ambientais que o mundo vive, a analise dos candidatos é vital nesse momento. Candidatos omissos, calados diante dos poluidores;ou são financiados pelo setor da poluição, ou falta-lhes coragem para o combate dessa poluição criando novas leis e o cumprimento e adequação das que já existem.
Portanto ambientalistas de ultima hora ou políticos do “cala consente”, devemos ignorá-los em defesa da nossa saúde, dos nossos familiares e do futuro do planeta.
E no caso da monocultura da cana de açúcar, se não for a principal responsável é um dos fatores que compromete a produção de alimentos e pela alta dos preços. Um dilema: álcool ou alimento.
Essa alta afeta o bolso principalmente dos mais pobres, que nessa época os políticos tem um amor repentino. Um amor hipócrita que dura pouco...
A democracia nos dá essa chance de passar a limpo nossos direitos enquanto cidadãos, uma reedição dos rumos da nossa vida, da nossa comunidade, uma chance de melhorar ou piorar para sempre. O nosso senso na escolha dos nossos representantes, nos classifica como uma nação politizada, desenvolvida, ou apenas uma povo de cabresto sem identidade própria. Escolha o seu lado...
Rivaldo R.Ribeiro- José Bonifácio-SP
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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 14h11
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QUEIMADAS NOS CANAVIAIS. (Defesa do meio ambiente???????).
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QUEIMADAS NOS CANAVIAIS. O que é poluição?
Rivaldo R.Ribeiro-Jose Bonifacio-SP
Em 2002 o deputado estadual Arnaldo Jardim-PPS-SP (Hoje Dep.federal), conseguiu que a Assembléia Legislativa de São Paulo aprovasse um projeto (Lei 11.241/2002) que complementava a Lei das Queimadas (10.547, de 2001). Assim a extinção das queimadas teria um prazo de 20 anos para áreas mecanizáveis, com declive de até 12%, e de 30 anos para áreas não mecanizáveis, com declive superior a 12% . Dessa forma ficaremos totalmente livres dessa poluição só no ano de 2031.
Mas essa lei contraia:
Art. 225 Constituição do Brasil, VI (Meio ambiente).
E a Lei nº. 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.
Seção III Da Poluição e outros Crimes Ambientais Art. 54. Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora.
O QUE É POLUIÇÃO? Acho que todos os dicionários o significado é o mesmo. Será que nossos pulmões agüentariam por tanto tempo?
Um prazo muito longo que considerava apenas os interesses econômicos da monocultura da cana de açúcar, ignorando os problemas ambientais, mortandade cruel dos animais, a saúde das populações próximas dos canaviais que seriam submetidas durante 30 anos à poluição da fuligem e dos gases tóxicos causando graves enfermidades as crianças, velhos, e as pessoas de baixa resistência (câncer, doenças respiratórias e cardiovasculares).
Trinta anos como estava estipulado o prazo para o fim das queimadas, era um crime contra a humanidade, um desrespeito humano, que obrigava as pessoas com antecedência de problemas respiratórios e ver seu estado de saúde se agravar, ou o surgimento de novos casos em pessoas antes sadias.
Com os protestos de movimentos ambientalistas. Destaque na imprensa de animais carbonizados ou feridos. Maus tratos aos trabalhadores rurais canavieiros. Estudo que comprova o mal que causa à saúde a prática das queimadas, diante disso o governador do Estado de São Paulo Jose Serra e o seu Secretario do Meio Ambiente Francisco Graziano Neto, conseguiram um acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) para banir de vez as queimadas até o ano de 2014. Um prazo ainda longo, se analisarmos que a saúde de uma pessoa é frágil diante dessa poluição agressiva, alem dos danos a fauna e flora continuar, no entanto vai gradativamente pondo fim nesse crime ambiental.
Não pertenço à indústria do petróleo como o presidente Lula acusa os críticos do etanol, mas não sei por que tenho um pouco de receio do futuro com o avanço desordenado da monocultura da cana de açúcar.
Espero como brasileiro nativo, patriota, amor a minha família, ao ser humano e a vida, que um dia o etanol venha a provar que eu estou errado, porque dessa forma meus filhos e netos terão uma vida melhor do a que vivemos hoje. ESPERO!!
Somos todos parte da Criação, nega-la, destruí-la, é renegar a Deus nosso Pai, a hipocrisia reinante confunde as pessoas, proferem palavras de Fé em Deus, mas lutam contra Ele, é um contra-senso o medo da revolta da natureza, das tempestades, enchentes, secas, fome, e fazer orações a Deus para Ele nos socorra. Se tudo isso foi causado por nossas irresponsabilidades enquanto criaturas de Deus, pois apenas a nós Ele concedeu inteligência.
(Quando contemplo o firmamento, obra de vossos dedos, a lua e as estrelas que lá fixastes: Que é o homem, digo-me então, para pensardes nele? Que são os filhos de Adão, para que vos ocupeis com eles?
Entretanto, vós o fizestes quase igual aos anjos, de glória e honra o coroastes.
Destes-lhe poder sobre as obras de vossas mãos, vós lhe submetestes todo o universo.
Rebanhos e gados, e até os animais bravios, pássaros do céu e peixes do mar, tudo o que se move nas águas do oceano. SALMOS 8, 4-8)
"Louvado Seja Deus"
Artigo publicado no site da Diocese de Sao Jose do Rio Preto,clique:
http://www.bispado.org.br/aspx/Noticias.aspx?c=3121 |
Categoria: QUEIMADAS NOS CANAVIAIS
Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 13h20
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NOTICIAS DO SETOR SUCROALCOOLEIRO
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NOTICIAS DO SETOR SUCROALCOOLEIRO
Setor sucroalcooleiro é o que mais polui em São Paulo
Segundo dados da Companhia Tecnológica de Saneamento Ambiental (Cetesb), o setor sucroalcooleiro recebe o maior número de multas por poluição ou desrespeito à legislação ambiental. Entre janeiro de 2007 e abril de 2008, o governo de São Paulo autuou 102 usinas e o valor total arrecadado de multas chega a R$ 49,3 milhões. De acordo com o diretor de controle de poluição ambiental da Cetesb, Otávio Okano, cerca de 70% das multas aplicadas são em decorrência de queimadas irregulares. A fumaça atinge áreas urbanas e pode causar problemas respiratórios e cardiovasculares. Somente a usina de São José, no município de Colina (SP) soma R$ 604 mil em multas devido a queimadas e ao despejo de poluentes líquidos nas águas da região. (fonte: Folha de São Paulo)
Relatório da Anistia cita violação de direitos humanos em canaviais
Pela primeira vez, a Anistia Internacional citou em seus relatórios a preocupação com o desrespeito aos direitos humanos no setor de cana-de-açúcar brasileiro. Segundo o relatório anual de 2008, com dados de 2007, divulgado no dia 28 de maio, “o trabalho forçado e condições de trabalho exploradoras foram registrados em muitos Estados, inclusive no setor de cana-de-açúcar, que cresce rapidamente”. Para o porta-voz da Anistia no Brasil, Tim Cahill, é preciso estar atento para que o desenvolvimento econômico causado pela produção da cana-de-açúcar – base para a produção do etanol – não se dê às custas de violações de direitos humanos. “É importante que o governo brasileiro comece a regulamentar esse setor, a realmente policiar. Nós sabemos que existe algum policiamento por parte do Ministério Público e do Ministério do Trabalho, mas é preciso ser mais forte”. A Anistia Internacional também prepara uma pesquisa sobre o impacto da expansão da agroindústria no respeito aos direitos humanos no Brasil. Serão avaliados, além do setor da cana-de-açúcar, o setor madeireiro e de produção de laranja. (fonte: Anistia Internacional)
Para estudo, expansão dos biocombustíveis ameaça pequeno agricultor.
A demanda por cultivos intensivos para alimentar a produção energética e a expansão dos biocombustíveis ameaça diretamente o trabalho de pequenos agricultores. Com o aumento no valor das propriedades, os camponeses podem ter que deixar suas terras para darem espaço a grandes plantações. Os impactos dos biocombustíveis foram destaque no estudo “Alimentando a exclusão? O ‘boom’ dos biocombustíveis e o acesso dos pobres à terra”, publicado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e pelo Instituto Internacional para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, no dia 2 de junho, e que será apresentado durante a reunião da FAO, na Itália. O documento ainda recomenda que um sistema de certificação dos biocombustíveis seja adotado para garantir que o pequeno agricultor tenha acesso a terra. O certificado garantiria que nem o meio-ambiente nem a população local foram prejudicados com a produção do biocombustível. (fonte: Estadão)
Fonte: Comissão Pastoral da Terra
http://www.cptnac.com.br/index.php |
Categoria: NOTÍCIAS, AGUA.
Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 12h23
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