VINHAÇA POLUI RIO DE MONTE APRAZIVEL-SP
VINHAÇA POLUI RIO DE MONTE APRAZIVEL-SP
Hoje a TV Tem noticias: 12 horas, nos informou de um triste acidente ecológico: a mortandade de peixes em um rio no município de Monte Aprazível-SP.
O rompimento de uma tubulação de uma USINA DE ALCOOL poluiu um rio de vinhaça matando peixes e outras espécies.
Esse tipo de “acidente” é o que vem a tona, por meio da imprensa, moradores do local, mais um desastre ao meio ambiente causado por esse tipo de indústria. Mas poderemos notar que existem muitos outros que são camuflados pelos interesses econômicos e políticos (queimadas, por exemplo: Poluem e muitos animais são mortos, alem dos problemas respiratórios que causam a população) Os políticos nos amam!!!
Como disse em outra mensagem abaixo: “somente o apocalipse e o juízo final para separar o joio do trigo, só assim a natureza poderá ficar em paz com seus iguais”
Porque leis constitucionais não são respeitadas, leis ambientais descartadas, e a lei maior o desrespeito toda a criação de Deus com certeza já está nos levando a um horizonte sombrio...
Categoria: NOTÍCIAS, AGUA.
Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 17h58
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Mudanças climáticas e a Igreja da esperança
Mudanças climáticas e a Igreja da esperança
Leonardo Boff *
Adital -
Luiz Cláudio Costa é um eminente cientista brasileiro da Universidade Federal de Viçosa-MG que colaborou nos trabalhos de mudanças climáticas e seus impactos na agricultura da Organização Meteorológica Mundial da ONU. Participando do Encontro Fé e Política, que reuniu mais de cinco mil pessoas nos dias 10 e 11 de novembro, em Nova Iguaçu-RJ, coordenou uma plenária sobre aquecimento global. Quero transcrever aqui seu testemunho, pois nos traz uma reflexão que, concretamente, nos pode ajudar. Escreve ele:
"O Prêmio Nobel da Paz conferido ao Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) e a Al Gore precisa nos levar a uma inquietação dinâmica e se transformar em ação-esperança de que é possível encontrar um novo modelo de vida, de desenvolvimento e construir estratégias para associar a necessidade e a vocação natural do homem ao desenvolvimento com a responsabilidade ecológica. Será que é possível mudar e encontrar novas maneiras de produção, de distribuição, de relacionamento com o próximo e com o ambiente? Se considerarmos somente a perspectiva de mercado estaremos, como enfatiza Leonardo Boff no Jornal do Brasil “ Construindo apenas uma Arca de Noé salvadora do sistema imperante, que escamoteia o cerne da questão, o próprio sistema, mas que não nos salvará do dilúvio...".
Durante o 6o Encontro de Fé e Política tive o privilegio de realizar uma reflexão técnica sobre o tema aquecimento global. Ai encontrei um jovem agricultor chamado Grenaldo Pinto, de Vermelho Novo, Minas Gerais. No dia seguinte à plenária, abordou-me Grenaldo: "Prof., eu preciso fazer alguma coisa na minha cidade para evitar o aquecimento global. O Sr. poderia mandar um CD com a sua apresentação para o padre da Paróquia de Vermelho Novo, a fim de que eu e ele possamos começar um trabalho de conscientização na comunidade?" E antes que eu respondesse esclareceu: "Professor, eu trabalho na enxada e devo precisar de cerca de dez dias do meu trabalho para pagar um CD deste...".
Após esse dialogo, eu que sempre tive confiança que a humanidade seria capaz de vencer o grande desafio do aquecimento global, passei a ter convicção. Refleti ainda sobre o nosso grande equivoco quando afirmamos que as mudanças climáticas foram causadas pela ação antrópica, ou seja, pela ação humana. Quanta injustiça para com o Grenaldo! As mudanças climáticas foram causadas por uma pequena parcela tão bem definidas por Ghandi: "A Terra tem o suficiente para o sustento de todos, mas não tem para a ganância de uns poucos." Mas, ao contrário, serão as ações antrópicas, de cidadãos engajados como Grenaldo que irão trazer a solução.
A união de informações cientificas, vontade política, competência técnica e a fé de cidadãos como Grenaldo e de tantos outros que encontrei durante o 6o Encontro nos trazem a certeza de que podemos refletir, agir e mudar os hábitos e os valores equivocados que hoje regem o planeta. Para Grenaldo e seus colegas de encontro, a fé é muito mais que dogmas, o rito muito mais que atos mecânicos, e o amor muito mais que uma verbalização poética, são instrumentos de ação e, portanto têm o poder de transformar". Muito bem dito.
Teólogo e professor emérito de ética da UERJ
FonteSITE ADITAL: http://www.adital.com.br/site/index.asp?lang=PT
Categoria: NOTÍCIAS, AGUA.
Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 17h53
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BRASIL- CANA E MISÉRIA
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=30678
Classificação: 
Adital -
Riqueza e miséria: irmãs gêmeas da zona canavieira do litoral norte de Alagoas.
AGORA É UMA AMEAÇA AO MAIS RICO ESTADO DA FEDERAÇÃO, SÃO PAULO.
CLIQUE NO LINK E LEIA O INTERESSANTE ARTIGO.
Buscar na Web "BRASIL- CANA E MISÉRIA"
Categoria: Avaliação
Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 17h15
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BRASIL - EUCALIPTO NO RIO GRANDE DO SUL: AS ONGS, O GOVERNO E A FISCALIZAÇÃO. (DESASTRE AMBIENTAL)
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=30708
Classificação: 
A MONOCULTURA QUALQUER QUE SEJA ELA É UM DESASTRE AMBIENTAL E SOCIAL.
NO CASO DO RIO GRANDE DO SUL AS PLANTAÇÕES DE EUCALIPTOS ESTÃO LEVANDO AS PESSOAS CONSCIENTES E AS ONGs AMBIENTALISTAS AO DESESPERO E A TRISTEZA POR CAUSA DA "CEGUEIRA" OU INTERESSES IMEDIATISTAS DOS ADMINISTRADORES PÚBLICOS.
OS DESASTRES CLIMÁTICOS NÃO BASTAM PARA CONVENCÊ-LOS, A MORTANDADE DOS ANIMAIS E AS MIGRAÇÕES POR CAUSA DAS ALTERAÇÕES DOS BIOMAS LOCAIS NÃO BASTAM PARA CONVECE-LOS.
SÓ NOS RESTA ESPERAR O APOCALIPSE E QUE JUIZO FINAL SEPARE O JOIO DO TRIGO.
ASSIM QUEM SABE A NATUREZA E SEUS IGUAIS VIVAM EM PAZ!!!
Buscar na Web "BRASIL - EUCALIPTO NO RIO GRANDE DO SUL: AS ONGS, O GOVERNO E A FISCALIZAÇÃO. (DESASTRE AMBIENTAL)"
Categoria: Avaliação
Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 17h03
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A MONOCULTURA DO EUCALIPTO NO RIO GRANDE DO SUL
A MONOCULTURA DO EUCALIPTO NO RIO GRANDE DO SUL
(Rivaldo R.Ribeiro-José Bonifácio-sp)
Os dois artigos Eucaliptando – I e Eucaliptando – II O enigma da paixão pelas papeleiras, publicado no blog do Glauber Lima-RS e reproduzido aqui nos dois post anteriores é uma amostra do que pode ser as monoculturas.
E isso não é de agora, desde os tempos dos Senhores de Engenho, Coronéis de Cacau e Café, a política já era orquestrada como queriam esses senhores. E Brasil cresceu dessa forma, roto, uma sociedade desigual, que no final das contas todos somos vítimas, quem anda tranqüilo hoje nas ruas?
Porem a sociedade moderna de hoje, mais evoluída em todos os sentidos devem se ater a isso, pensando na nossa própria soberania.
Graças a Deus estamos numa democracia plena!! E o nosso voto é livre e soberano, e para isso poderemos fazer uma analise dos candidatos, como se fosse um raio X do comportamento deles diante da problemática do meio ambiente e dessas monoculturas. Como diz o chavão: “quem cala consente”. Se consente está sendo financiando pelas multinacionais ou por essa industrias poluidoras. E o rabo está preso!
Observando o artigo do Glauber poderemos ficar atentos que os mesmos casos podem acontecer em outras partes do Brasil, inclusive aqui em São Paulo com a monocultura da cana de açúcar..
Todos sabemos dos problemas ambientais que esse tipo de cultura causa, além das queimadas, desmatamentos, o grande deserto verde expulsa muitas espécies de animais e acaba com muitas vegetais, isso é fácil de comprovar.
O uso de potentes agrotóxicos pode poluir os rios e os lençóis freáticos.
O etanol pode ser uma das soluções para o aquecimento global, mas leva atrás de si um rastro de problemas contra o bioma de uma região.
Como reflete o Glauber: porque a permissividade dos inimigos da natureza?Essa e a chave do enigma.
O termo Bioma é o conjunto da vida (Vegetal e animal), constituindo tipos de vegetações e animais que se identifica com a região, como o solo, água, ar e com as condições climáticas e biológicas próprias.
O Bioma é formado por toda a vida que existe numa determinada região, e com isso toda a diversidade biológica é parecida, uma identidade própria. Dessa forma o ser humano dessa região também faz parte desse bioma regional, ele foi adaptado com o clima, modo de vida e costumes.
Considerando isso, as monoculturas causam é um verdadeiro desastre ecológico e social se for concentradas apenas numa região. Trará desequilibro entre as espécies, controles das pragas pelos predadores naturais, com o clima e com a adaptação do ser humano dessa região que ali habita a anos.
Sobre o assunto “Bioma”, iremos discutir com mais profundidade em outros artigos.
Categoria: NOTÍCIAS, AGUA.
Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 02h59
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Eucaliptando – II O enigma da paixão pelas papeleiras
Eucaliptando – II
O enigma da paixão pelas papeleiras
( Glauber Lima-Santana do Livramento-RS)
É mal de enigmas não se decifrarem a si próprios.
(...)
O enigma tende a paralisar o mundo.
(Carlos Drummond de Andrade)
Existe um documento que é elucidativo a respeito dos verdadeiros interesses da tropa de choque da eucaliptagem: as prestações de contas dos candidatos às eleições do ano passado, registradas no Tribunal Superior Eleitoral. Ali se pode observar, por exemplo, que a então candidata ao governo do estado, Yeda Crusius, recebeu por vias legais módicos 825 mil reais e alguns quebrados das empresas de celulose. Isso significa um quarto do valor da sua milionária campanha de mais de três milhões e meio de reais. Imaginem o que deve ter entrado por fora, através do famoso caixa dois.
Já alguns dos deputados que hoje fazem a cruzada em prol do florestamento, tiveram parte de suas campanhas financiadas por essas empresas. O deputado Berfran Rosado, que publica panfletos e folders anunciando a redenção da Metade Sul através dos projetos dessas multinacionais, recebeu da Aracruz e da Votorantin cerca de 39 mil reais. Por sua vez, os deputados Vieira da Cunha (PDT), Edson Brum (PMDB), José Sperotto (PFL), Marco Peixoto (PP) e Pedro Wesphalen (PP), apenas para citar alguns, receberam 156 mil, quatrocentos e setenta e seis reais em doações.
Ao todo, as empresas doaram cerca de um milhão e meio de reais para 75 candidatos a deputado e governador na última eleição. Pelo menos em doações registradas no TSE. O que foi doado por fora, ninguém, além dos candidatos e alguns arrecadadores de dinheiro para as campanhas, jamais saberá. Mas pelo volume de estrutura de algumas candidaturas, percebe-se que não foi pouca coisa.
Essa é a chave do enigma. Esses valores explicam a paixão desenfreada da governadora e de alguns deputados pelas papeleiras. Além de ficarem com o rabo preso, não podendo criticá-las, sob o risco de terem esfregado na cara um documento provando que foram por elas financiados, preservam uma nobre relação para o futuro. Novas campanhas, novos financiamentos e novas cruzadas em defesa do Rio Grande.
Nisso estamos. O estado da federação que um dia foi o celeiro do país, caminha a passos céleres para se transformar em um deserto verde. E lamentavelmente a maioria do povo do Rio Grande, que habita um outro espaço geográfico que não o do pampa, sequer consegue compreender o que está em jogo.
O próximo passo das multinacionais será tentar derrubar no Congresso Nacional a lei que proíbe a compra de terras por empresas estrangeiras em áreas de até 150 Km de distância de linhas de fronteira. Sob a alegação de que essa é uma lei ultrapassada, do tempo da ditadura (1979), o deputado Nelson Proença (PPS) quer derrubá-la.
A lei ultrapassada é modesta se comparada a outras de países do centro do capitalismo mundial, em matérias relacionadas à soberania nacional. Perguntem ao deputado se ele tem conhecimento de como são as regras para aquisição de terras por estrangeiros no templo da economia de livre mercado, os Estados Unidos da América. Lá, em alguns estados, é preciso que o estrangeiro se naturalize, ou que resida no país há mais de cinco anos. Em outros casos, existe a obrigação do estrangeiro de elaborar relatórios das aquisições à Secretaria da Agricultura. Até mesmo o México, que foi saqueado pelo neoliberalismo à época de Vicente Fox e seus lacaios, possui uma lei que condiciona a compra de terras por estrangeiros a uma autorização dada pela Secretaria de Relações Exteriores.
Ao contrário do que afirma o ex-secretário de assuntos internacionais do governo Britto, a nossa lei é permissiva demais. Tanto que possibilitou que até 2001 o Rio Grande já tivesse 400 mil hectares de terras nas mãos de multinacionais da celulose.
De acordo com o projeto de futuro das três empresas que vieram para o estado, nos próximos anos teremos a pequena extensão de um milhão de hectares de terras do bioma pampa transformadas em deserto verde. Terras gaúchas que passarão a ser propriedade dos piratas da era moderna, em nome do progresso e do futuro do povo do Rio Grande. Esse é o “novo jeito de governar”.
Blog do Glauber Lima-RS http://glaubergulartelima.spaces.live.com/blog/
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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 02h54
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Eucaliptando - I
Eucaliptando - I
Existe uma ladainha hoje no Rio Grande do Sul, infelizmente compartilhada por alguns setores que se dizem de esquerda, que é a de que a monocultura de eucaliptos seria a redenção para a empobrecida Metade Sul. As empresas Stora Enzo, Votorantin Celulose e Aracruz, por absoluta abnegação, estariam dispostas a investir milhões de dólares para ajudar o pobre povo do Rio Grande a sair da crise em que se meteu.
Infelizmente, esse é mais um assunto onde não há debate. Existe uma posição fechada assumida pelo governo Yeda, de transformar a metade do território do estado em uma uniforme e assassina lavoura de eucaliptos. Essa posição é compartilhada por todas as entidades patronais do Estado e pela mídia monopolista, capitaneada pelo grupo RBS.
A tentativa levada a cabo pelo Ministério Público Estadual, de fazer o debate regionalizado do projeto de Zoneamento ambiental – regramento mínimo legal a buscar conter a voracidade destruidora das papeleiras, que não estão nem aí para a biodiversidade, e que foi rasgado pela dona Yeda para abrir as porteiras de forma ilimitada para essas indústrias – foi um vergonhoso fracasso.
Aqui na região, a audiência foi realizada em Alegrete. O advogado Luis Claudio Quevedo resolveu dar uma xeretada, e para lá se dirigiu. Não conseguiu entrar. O clube onde era realizada a audiência estava lotado. Mas não era pela sociedade fronteiriça, ávida de informações prós e contras para tomar uma posição. Eram os pelegos da Força Sindical, quer alugaram vários ônibus e foram a todas as audiências, devidamente fardados com bonés e camisetas pró-multinacionais.
São os mesmos que promoveram na semana passada um debate em parceria com o governo de reconstrução, do senhor Wainer Machado, com o gracioso nome de “Seminário sobre o Bioma Pampa”, ou algo parecido, que contém uma idéia de cuidado com a sua preservação.
Essa questão, pra nós de Livramento, não é nova. A monocultura de eucaliptos já é uma realidade no outro lado da fronteira, em Rivera, há muito tempo. Quem for à região do Itaquatiá, poderá ver, nos fundos do assentamento Roseli Nunes, um imenso cinturão de eucaliptos já adultos. O que será difícil vislumbrar é mulheres e homens trabalhando no local. É de fato um deserto verde, de seres humanos e demais espécies vivas. Não se houve o cantar de um único pássaro, e as espécies vegetais nativas desaparecem a olhos vistos.
Isso eu não aprendi nos livros, mas na experiência in loco, real, do que significa o projeto dessas papeleiras. O que não quer dizer que eu seja contra o eucalipto em si, que há muito tempo está incorporado à nossa paisagem rural, sendo utilizado para lenha ou produção de moirões. Uma coisa é a espécie ser parte de um todo, outra coisa é ela ser o todo às custas da destruição das demais espécies animais e vegetais. Há uma grande diferença nos dois modelos.
Analisei com muito cuidado todos os argumentos utilizados pelos defensores da monocultura de eucaliptos, chamada eufemisticamente de florestamento. Não existe um único deles que sobreviva a um debate sério, quer seja do ponto de vista econômico, social, ou ambiental. A bem da verdade, o que está por trás disso tudo, como sempre em negócios dessa natureza, são milhões de dólares que essas empresas faturarão às custas da destruição do bioma pampa.
Mais uma vez o poder político conservador e o monopólio midiático, turbinados pelo patrocínio milionário de empresas multinacionais, impõem os seus interesses em nome da sociedade gaúcha. Até quando?
Blog do Glauber Lima-RS http://glaubergulartelima.spaces.live.com/blog/
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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 02h38
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Painel da ONU alerta para mudanças 'irreversíveis' no clima
Painel da ONU alerta para mudanças 'irreversíveis' no clima
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) concluiu nesta sexta-feira (16) seu relatório político sobre o estado do clima no planeta, alertando para impactos "irreversíveis" caso os governos não tomem medidas concretas contra o aquecimento global...
FONTE UOL NOTÍCIAS,LEIA MAIS...
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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 14h20
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Celulose acirra tensão entre Argentina e Uruguai
MAIS UM PROBLEMA AMBIENTAL
Celulose acirra tensão entre Argentina e Uruguai
BUENOS AIRES - Além das brigas internas do gabinete, a presidente argentina eleita Cristina Kirchner se depara com uma situação regional incômoda. O problema é o Uruguai, país com o qual a Argentina mantém o pior conflito internacional desde a Guerra das Malvinas em 1982, contra a Inglaterra. O pivô do conflito é a fábrica de celulose da empresa finlandesa Botnia, instalada no município uruguaio de Fray Bentos, sobre o Rio Uruguai, que divide os dois países.
Os habitantes argentinos da fronteira com o Uruguai - que fazem piquetes sobre as pontes que ligam os dois países, com a condescendência de Kirchner - exigem o desmonte da fábrica. Eles afirmam que a fábrica causará uma catástrofe ambiental e econômica à região.
O governo uruguaio, por sua vez, se recusa a impedir o funcionamento da fábrica, que representa o maior investimento que o país já recebeu em toda a sua história. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: http://www.fronteiradapaz.com.br/
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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 13h41
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Sobre comentário de um internauta de Livramento-RS
Sobre comentário de um internauta de Livramento-RS
O comentário abaixo foi inserido no 13/11/2007 10h51min, no post do dia 02 de novembro/07, notamos ali que por esse Brasil afora existe degradação ambiental, e a população perseguida pelo fantasma da falta de emprego, acreditam nas promessas politiqueiras e aceitam os ataques a natureza...
Realmente a vida anda melhorando!! Um calor insuportável, poluição de todo tipo, Chuvas torrenciais, tempestades com ventos fortes que nunca foram vistos, secas duradouras. Um total desequilibro climático.
Já existem cientistas afirmando que seremos vitimas de tornados e furacões, o primeiro exemplo deles foi em 29 de março de 2004, o Catarina, que devastou parte dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul com 100 casas destruídas e centenas de vítimas. Como sempre as autoridades foram alertadas pela defesa civil sobre a ocorrência da tempestade, foi sugerida a evacuação da população, foi negada. Erraram mais uma vez, os ventos atingiram a costa a 170 km/h.
O fenômeno surpreendeu os meteorologistas do Brasil e dos Estados Unidos, daí podemos tirar uma certeza: a mãe natureza deve ser respeitada porque ainda não a compreendemos totalmente,pois a sua resposta a esse desrespeito sempre é devastadora. Como afirmaram moradores da região assustados: O que viram não vão esquecer tão cedo.
A ocorrência de algumas tempestades violentas aqui no Estado de São Paulo, com ventos acima da média, já podem ser classificadas como tornados de baixa intensidade por duas razões: pela força dos ventos e pela sua concentração apenas em uma pequena área: Como se fosse um grande redemoinho.
O que vamos esperar para o futuro? Se estamos construindo, ou melhor, destruindo nosso clima, mudando e alterando os rios, desmatamentos, expulsando animais e insetos que fazem parte natural do controle das pragas e doenças, inundando as lavouras com agrotóxicos e jogando gases na atmosfera através das queimadas!
Se não bastasse tudo isso, a ameaça das Usinas nucleares!!!
E maioria dos trabalhadores que sonham com seus empregos serão as primeiras vitimas dessas catástrofes, pois quase sempre moram em locais de enchentes, nas ribanceiras que desmoronam e levam vidas ou em construções frágeis, e as promessas políticas de trabalho que muitas vezes são semelhantes à escravatura, nunca levam em consideração os problemas que essas pessoas enfrentam, ou venham a enfrentar com as degradações ambientais: problema de saúde, moradia destruída etc.
Enquanto isso a grande monocultura avança, as grandes indústrias poluidoras aparecem como salvadoras da pátria, que num primeiro momento nos faz acreditar na solução do desemprego e outros e não ao contrário: são causadores dos maiores danos ambientais, que podem levar a uma seqüência de tantos outros problemas, inclusive um eterno desemprego, visto que terra poluída e a desertificação torna o solo improdutivo e estéril.
Será que essas populações serão socorridas durante as catástrofes ou protegidas delas?Será que nosso “moderno” sistema de saúde suprira todas as necessidades que essa população terá na sua saúde, por causa da poluição do ar, da água, até dos alimentos?
Pois é companheiro JN Canabarro, que fez o comentário abaixo, por essas e outras razões que o nosso planeta azul está balançando... E a sua preocupação alem de justa infelizmente é de poucos...Mas prejudicarão milhares de pessoas pelo mundo todo, pois o nosso planeta nada mais é do que uma pequena aldeia, tudo e todos pertencemos ao mesmo sistema vital: queiram ou não.
Cito um fragmento de um artigo “Migrante e Ecologia - Dom Demétrio Valentini, Bispo de Jales-SP.”: Parece se comprovar o ditado que ironicamente era atribuído ao liberalismo: “Fiat quaestus, et pereat mundus!”, “haja lucro, e pereça o mundo!”.
Comentario do internauta:
"Meu caro Rivaldo Ribeiro, aqui na nossa terra - RS - temos uma região chamada "Metade Sul", que pertence ao bioma pampa. Um grande número de políticos querem transformar toda esta região com a plantação de eucaliptos, pinos, acácias e outras árvores exóticas. Não estão se importando nem um pouco com o nosso ecossistema. Querem plantar milhares de milhares de árvores, transformar isto aqui num grande deserto verde. Vai ser uma catástrofe, mas eles nos chamam de atrasados, retrógrados e que somos contra o progresso e geração de empregos. Acho que eles vão ganhar essa luta, lamentavelmente. Nossa governadora e seus apadrinhados estão propagandeando, dizendo que este tipo de florestamento é necessário para o futuro. A população está entrando na onda. Os fazendeiros não querem mais criar gado, mas plantar eucalipto. Vão mudar a lei pra poder florestar na fronteira." http://blogducana.zip.net/' - [Livramento - RS - Brasil].
Categoria: O P I N I Ã O/NOTÍCIA.
Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 17h59
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Mudança climática pode abalar paz mundial, diz documento(FOLHA ONLINE- Ambiente)
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u343375.shtml
Classificação: 
A mudança climática não supõe apenas um risco para o meio ambiente, mas também pode representar "profundas ameaças" para "a paz e a estabilidade no planeta"...

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Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 15h00
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DENUNCIE, DEFENDA-SE...
Denuncie!
Constituição Brasileira diz que o governo e a sociedade devem dividir a responsabilidade pela preservação e conservação da natureza. Assim, para cumprir o seu papel, cada pessoa deve ter uma conduta responsável e consciente sobre possíveis impactos ambientais.
A população deve denunciar às autoridades competentes atividades ou práticas que ameacem o meio ambiente. Com essa ajuda, as denúncias podem chegar mais rapidamente aos órgãos responsáveis pela fiscalização, aumentando as chances de adoção das medidas necessárias para a resolução do problema. Quanto mais detalhadas as informações contidas na denúncia, mais rápida e eficiente será a atuação da fiscalização.
O Ibama é o órgão do Governo Federal responsável pela execução, controle e fiscalização ambiental. Também responde pela integridade das áreas de preservação permanentes e de reservas legais, além de promover o acesso e o uso sustentado dos recursos naturais e muitas outras ações voltadas à conservação do meio ambiente. As irregularidades podem ser denunciadas diretamente ao Ibama, por meio da Linha Verde, criada especialmente para esse fim.
Além disso, existem os Conselhos Municipais e Estaduais de meio ambiente que são espaços de participação local para definição de políticas públicas e de pressão para que os problemas relacionados ao meio ambiente possam ser monitorados e/ou resolvidos.
O Ministério Público do Estado ou Procuradorias também podem ser procurados para registrar denúncias. Uma matéria de jornal, um depoimento ou um dossiê sobre agressões ao meio ambiente são suficientes para que um procurador da Câmara de Meio Ambiente do Ministério abra um inquérito a ser enviado à Justiça.
Se a situação envolver a compra, venda ou transporte ilegal de animais silvestres brasileiros, a denúncia pode ser feita à Rede Nacional Contra o Tráfico de Animais Silvestres (Renctas).
Ao denunciar é importante apresentar dados claros e precisos acerca do tipo de ocorrência como: nome da rua, número, município, estado, ponto de referência e se, possível, nome ou apelido do responsável.
Fonte desse texto:
Ong WWF-Brasil http://www.wwf.org.br/participe/denuncie/index.cfm
Obs.Quanto aos Conselhos Municipais do meio ambiente, eles não são formados em muitos municípios, as razoes podem ser falta de espaço (??!!)
Categoria: O P I N I Ã O/NOTÍCIA.
Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 14h15
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Quimioterapia em Gaia
Quimioterapia em Gaia(Planeta Terra)
Luiz Eduardo Cheida - cheida@alep.pr.gov.br
Desde a Antigüidade, navegadores buscaram passagem, ao norte, do Pacífico para o Atlântico. Em vão. A grossa camada de gelo sob as águas jamais permitiu a concretização do sonho. O consolo, mesmo com a perda de milhares de vidas, foi abrir o Canal do Panamá. Daqui a poucos anos, entretanto, a passagem ao norte estará aberta. O degelo, que se processa com uma rapidez geológica estonteante, fará o serviço. Finalmente, a humanidade terá sua tão sonhada passagem ao norte.
A molécula de gás carbônico demora 1.800 anos para degradar-se no espaço. A concentração atual deste gás, na atmosfera, é de 400 ppm (parte por milhão), a maior em 650.000 anos. Cada ppm equivale a 2,1 bilhões de toneladas do gás. No ritmo atual, esta concentração dobra em 50 anos.
Níveis como este farão a temperatura média da Terra aumentar em até 6 graus Celsius, com tenebrosas conseqüências. Esta quantidade de gás não subiu sozinha. Nós a mandamos para lá.
O carbono que impede o calor solar de retornar ao espaço é resultado das atividades humanas. Fizemos a sujeira. Temos que limpar.
A tarefa mais imediata é a de trazer estes níveis para cerca de 380 ppm e mantê-los assim, ou menos, nos próximos séculos. Não se trata mais de estabilizar as emissões e sim, reduzi-las. Porém, enquanto alguns tentam isso, países como a China erguem uma termelétrica a carvão por semana! Os Estados Unidos construirão 280 delas nos próximos 30 anos! O uso do carvão, mais barato e acessível, disparou nos Estados Unidos, mesmo sabendo-se que ele, quando queimado, emite muito mais CO2. Fazer o quê? Entre preço e poluição, fica-se com o preço.
As reservas mundiais de petróleo, mesmo ao alucinante ritmo atual, não acabam antes de 100 anos. Mesmo depois de o petróleo acabar, há carvão no mundo para mais de 200 anos. Então, a depender das opções atuais, temos sujeira para mais de 300 anos.
A ONU projeta um aumento de 160% na demanda mundial por energia, nos próximos 30 anos. E ainda não há energia limpa o suficiente para prover de luz, calor e conforto as futuras gerações. Assim, quem quer filme de horror, sintonize o canal de nações como estas duas, verdadeiras pragas de gafanhotos. Por isso, não se trata mais de estabilizar as emissões e sim, reduzi-las. É tarefa imediata. Não é tarefa gradual. Não é entrar na descendente das emissões de forma soft, ligth, slow-motion ou que porcaria venham a propor aqueles que ainda indagam se este negócio é sério ou se é mais uma armação dos países pobres para cima dos países ricos.
A fase de dúvidas já se encerrou. Continuar emitindo gases de efeito estufa nestas proporções, é reproduzir aquela conhecida condição onde o médico conta para o doente que ele tem câncer de pulmão e, em resposta, o paciente acende um cigarro, como que para combater o stress da notícia.
Por falar na doença, o paralelo não é de todo incorreto. Estamos diante da mais séria ameaça à estabilidade planetária. Reduzir as emissões pode significar privações. Mas, não é dessa forma que os médicos agem, diante de um doente que corre sérios riscos? Nestas ocasiões, o tratamento é pouco simpático. O remédio, amargo demais. As recomendações, cruéis.
Segundo a hipótese de James Lovelock, a vida é um ser único, auto-regulador, chamado Gaia. Então, quimioterapia em Gaia! Vai cair os cabelos, dar ânsia de vômito, amarelar os olhos, empalidecer as bochechas? É ruim. Mas, melhora? Então, bem-vinda seja!
Fique frio, estamos juntos nessa.
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-Luiz Eduardo Cheida é médico, deputado estadual e presidente da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa do Paraná. Foi prefeito de Londrina, Secretário de Estado do Meio Ambiente, membro titular do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) e do Conselho Nacional de Recursos Hídricos.
É permitida a reprodução dos textos ou fazer "link" para eles no seu "website" desde que citada a fonte do(s) autor(es) e do portal EcoTerra Brasil www.ecoterrabrasil.com.br
Categoria: NOTÍCIAS, AGUA.
Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 11h30
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POLÍTICO ADORA BEIJAR CRIANCINHAS
POLÍTICO ADORA BEIJAR CRIANCINHAS, ANTES DAS ELEIÇÕES! AGORA ALGUNS DELES ESTÃO DISTRIBUINDO MUDINHAS DE PLANTAS.
Se tem uma coisa que me irrita é hipocrisia, seja qual for ela: religiosa, amizades, e a da maioria dos políticos.
Estamos num tempo de transformações climáticas que podem ser catastróficas. E todos estão de acordo num item: a poluição industrial para manter os nossos confortos nos últimos anos, pode levar a humanidade ironicamente a um grande desconforto, muitas espécies a extinção, e inclusive grupos humanos.
Diante disso, distribuir mudas de árvores pode ser uma tentativa ótima para compensar a sujeira que tornamos o nosso planeta, deste que não houvesse um detalhe importante: segundo http://www.iniciativaverde.org.br uma árvore pode levar até 37 anos para absorver o gás carbônico que emitimos em pouco tempo.
A hipocrisia de distribuírem mudas de árvores fazendo vistas grossas aos poluidores e agressores da natureza é no mínimo um presente sem utilidade alguma. Pois se não combatermos a poluição a degradação ambiental com urgência, essas mudas provavelmente não irão se desenvolver num novo clima por falta de tempo para adaptação.
Categoria: O P I N I Ã O/NOTÍCIA.
Postado por RIVALDO R. RIBEIRO às 22h28
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