AMEAÇA DE DESTRUIÇÃO DO BOSQUE EM JOSE BONIFACIO-SP Em José Bonifacio-SP um bairro está sendo erguido próximo a um reserva florestal, se não pretendem ver essa reserva destruida deve tomar algum cuidado.
As fotos abaixo mostram a proximidade das contruções de um novo bairro com uma reserva florestal, separada apenas por uma rua estreita(FOTOS), correndo o risco de incêndio que já aconteceu em 2010. Uma fagulha de uma residência na época da seca teremos ali um novo incêndio. Alem disso podem dar a desculpa e tentar alargar a rua, suprimindo centenas de árvores centenárias. Acorda senhores responsáveis pela urbanização da cidade!!!!! Nessa primeira foto uma rua se espreme entre as construções e a mata. 


Na foto abaixo uma vista a distância. 
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
O “problema” da rua fechada...
O “problema” da rua fechada entre Jd. do Bosque e Riacho Mte. Alegre. Entre os dias 12 e 16 de dezembro, fui dar uma olhada na rua que fica atrás do bosque (Prolongamento da av. Monsenhor Ângelo Angioni) que a Promotoria de Justiça do Meio Ambiente havia fechado por ser ali uma área de preservação ambiental, visto que o bloqueio tinha sido precário com apenas dois cavaletes e um fio de arame. Quando vi fiquei espantando, a minha desconfiança se confirma, a rua havia sido aberta novamente, não dava para distinguir se foi por vândalos e desrespeitadores da lei ou com autorização da própria Promotoria. Não fiz imagens alguma. Pra que? A força econômica é assim mesmo... E na sexta feira dia 16 de dezembro, passei por lá para confirmar se a rua continuava aberta. E fui surpreendido com a rua novamente fechada, com um diferencial, agora com montes de terra (Fotos) que irá impedir de vez que alguém tente desrespeitar essa ordem da Justiça do Meio Ambiente. Isso trouxe aos moradores que compraram seus terrenos nas proximidades uma dificuldade maior, mas não ficaram isolados porque existem outros acessos e os transtornos são mínimos. Não sei como foi a negociação da venda dos terrenos naquele local, mas houve falta de informação e planejamento por parte da Prefeitura Municipal de José Bonifacio e do loteador da área. Não informando aos moradores desse possível transtorno, que não é de tudo sem solução. “E como dizem não é o fim do mundo.” Pelo contrario, conservando o meio ambiente notadamente naquela local, o Riacho Monte Alegre será protegido nas suas nascentes. E a água vem em primeiro lugar sobre qualquer coisa, pois ela essencial a vida. Rivaldo R.Ribeiro  Veja mais fotos link: ALDEIA MUNDUS II |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h20
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Em José Bonifacio-SP região de São José do Rio Preto, abriram uma rua para ligar um novo bairro contrariando as leis ambientais. Uma rua aberta para o prolongamento da Av. Monsenhor Ângelo Angioni que fazia ligação a um novo bairro na cidade de José Bonifacio-SP, região de São José do Rio Preto foi aberta segundo consta em cima de uma área verde de preservação ambiental e próximo a nascente do riacho Monte Alegre. A promotoria de Justiça do Meio Ambiente mandou fechar a rua novamente e replantar as árvores. E agora, como ficam os moradores que usariam essa rua para chegar a suas casas? ... Mas sem duvida a preservação do meio ambiente é intocável, inegociável e apolítico, quando alguém vai contra esses princípios estaria cometendo um crime, sem exageros, contra a humanidade, uma vez que o planeta enfrenta graves problemas climáticos, causando desastres e secas em todo o mundo, afetando dessa forma a sobrevivência dos seres humanos e toda a vida existente. Salvar o planeta já não é mais ficção cientifica, são ações que devemos vivenciar no nosso dia a dia, permitindo assim que as futuras gerações e os mais jovens que com certeza irão vivenciar esse futuro sejam capazes de sobreviver num clima ameno e com água suficiente para manter a vida. A Prefeitura Municipal de José Bonifacio, vem fazendo esforços no sentido da melhoria do meio ambiente daquela cidade, com replantio de mudas em algumas margens de riachos e córregos que atravessam a cidade e outras boas ações, conforme demonstra na sua página http://www.josebonifacio.sp.gov.br/meioambiente. Contudo não resiste a especulação imobiliária, crescimento desordenado, e agressões a natureza pela própria prefeitura como os quiosques em uma praça da cidade, e obras que levou ao assoreamento dos dois riachos que cortam a cidade. Um paradoxo!  Vejam mais fotos no site ALDEIA MUNDUS II |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h11
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
PODAS DE ÁRVORES IRREGULARES. Numa determinada rua de José Bonifacio-SP podaram as arvores conforme as fotos, Alem de correr o risco destas arvores não conseguir sobreviver a essa agressão, pois estão impedidas de realizar a fotossíntese (produção de alimentos que a planta necessita) por falta de galhos, é mais um fator para o aumento da temperatura do lugar. Depois reclamam do calor e das tempestades. 
A foto abaixo está um exemplo correto de poda:  Se você tiver conhecimento de um crime ambiental como esse, deixe nos comentários, pode ser anônimo que iremos averiguar.
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 18h38
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|

Santa Casa de Misericórdia de José Bonifácio: Seguranças agem com truculência. “Hoje (11/11/2011) eu senti na pele a diferença de ser pobre ou rico.” O caso ocorreu num dos dias mais felizes da minha vida e com certeza de todas as pessoas envolvidas: parentes e amigos. O nascimento da nossa primeira neta, isso por parte das duas famílias, se Deus quiser a primeira de outros tantos. O parto foi realizado na Santa Casa daqui de José Bonifácio onde fomos atendidos por uma excelente equipe médica, enfermeiras e enfermeiros. Um atendimento clínico com alto grau de profissionalismo e dedicação até o ultimo momento que meu filho e minha nora saíram do hospital. Não acreditava que estava na tão criticada Santa Casa. Ação da segurança do hospital: Mas houve uma exceção que precisa ser corrigida, foi o momento que fomos interpelados por um segurança de forma grosseira, truculenta, com o objetivo de nos intimidar como se fossemos pessoas baderneiras e de má índole. Tentei contornar a situação dizendo a ele que permitiram que ficássemos ali até o termino do parto para que víssemos a criança, pois era grande a nossa ansiedade, acredito ser natural num caso desse. Até nesse ponto a conversa apesar de áspera corria quase normal, mas... O ponto crucial foi quando disse a ele que a cirurgia cesariana seria paga, se nesse caso não seria permitida a nossa presença ali? Nesse momento aconteceu algo que abomino: a diferença de tratamentos. O segurança teve uma mudança de comportamento de 360 graus: ficou amável, cordato e prudente. Nesse ponto eu fiquei enojado, indignado e perdi a paciência (comportamento o qual em muito me envergonho), não pelo fato da proibição da nossa estada ali, mas na forma de tratamento diferenciada daquele senhor despreparado depois que soube que éramos pagantes da cirurgia cesariana... Não somos ricos, sou funcionário municipal, minha renda é apenas meu salário base e um aluguel de imóvel que meu pai deixou de herança (Um pequeno salão comercial). Meu filho, o pai da criança trabalha muito numa empresa da cidade desde os 15 anos, (hoje está com 26 anos) para seu sustento e agora da sua nova família. Entretanto somos uma família organizada e fazemos de tudo para que um membro da família tenha um tratamento adequado e respeitoso na hora de alguma necessidade de saúde ou outra emergência. Vi ali em que sociedade nós vivemos, um homem que com certeza deve ser como eu, trabalhador, ter uma reação agressiva porque supunha que éramos paciente exclusivo do SUS. E mudar de atitude quando me apresentei como pagante dos serviços médicos. É lamentável e muito triste que vivemos num mundo e que o amor humano é dessa forma deixado de lado. Apenas o símbolo materialista do dinheiro tem importância. Nesse caso se a norma do SUS não permitia a nossa presença ali (Caso o parto fosse gratuito), que fossemos respeitados com dignidade nos informando as regras com educação, com certeza acataríamos sem nenhum problema. Reclamei com a enfermeira chefe, pois ele disse que a ordem partiu dela e nesse momento o pobre homem estava manso como um cordeiro, ela ficou calada e apenas me ouviu, depois afirmou que levaria o caso para diretoria, espero que sim. Somos gente e não animais dos estábulos expulsos quase a chicote por ser apenas pobres. Fico pensando nas pessoas simples, humildes e tímidas, como sofrem! Pessoas que são incapazes a uma reação diante de uma bestialidade como essa. Agora compreendo os "quebra paus" que dizem que acontece na Santa Casa, “toda reação vem de uma ação.” Lembrem-se disso. Ressalto aqui (Já nesse momento tudo em paz e resolvido) o meu elogio e agradecimento a atende CLAUDIA que profissionalmente e com muita educação soube nos dizer que não era permitida a permanência de mais duas pessoas diante do berçário para observar a nossa pequena neta que já nesse momento havia nascido para esse mundo, que temos a obrigação de mudar, para que ela e outros que virão não sofram a humilhação de ser apenas pobres. Enfim, apesar do incidente, me encontro feliz e realizado, a vida deu-me de presente a vitória de ser pai de um casal de filhos lindos e que me dão apenas alegrias e agora avô de uma princesinha. E ao segurança que não quero informar o seu nome, para não prejudicá-lo diretamente, mas que a direção do nosso Hospital compreenda que somos todos irmãos e precisamos da ajuda desse hospital nas horas felizes e nas tristes. E que a enfermeira chefe faltou-lhe discernimento básico hospitalar, nas atitudes que deveriam tomar diante dos usuários do hospital: a)Convencimento de forma diplomática das normas que regem o estabelecimento em cada caso. b)Evitarem falhas no julgamento não permitindo dessa forma que haja preconceito em nível social, cultural, econômico, religioso ou de cor, prejudicando a integridade física e psíquica. c)Induzir seus comandados a um comportamento de civilidade, evitando ações grosseiras inconcebíveis num ambiente hospitalar, que venha causar aos usuários vexames que poderão causar traumas psíquicos dando vez a um processo judicial de danos morais ou de direito ao consumidor. d)Um incidente de responsabilidade da administração, pois o funcionário recebe ordens da sua gerencia que por sua vez tem a responsabilidade de treiná-lo. Que eles nos acolham como se fossemos um deles. Que treinem seus empregados, pois trabalham num ambiente exclusivamente humanitário na lida com seres humanos, se um deles não for capaz de lidar com isso que vão apreender lidar com animais ou com as pedras. Que a Santa Casa faça jus do seu nome: MISERICÓRDIA. Fica aqui a minha indignação na forma de tratamento baseado na nossa condição social financeira, nunca na nossa honra de cidadão brasileiro com um direito essencial: A SAUDE. Espero que adotem uma política dentro da civilidade e humanitária com foco principal para Saúde da população mais necessitada e indefesa. Que não confundem uma pessoa que luta pelos seus direitos com um criador de casos, um erro inserido dentro de uma sociedade arcaica de país de terceiro mundo. Onde o povo é obrigado muitas vezes pela força a cumprir seus deveres, no entanto a ficar longe de seus direitos. Código Penal: Abuso de poder, intimidação de forma truculenta, causando constrangimento, em face ao desrespeito à dignidade da pessoa humana, cabendo por consequência responsabilidade e indenização às vítimas de abuso de poder e de autoridade. Pois poderia levar nesse caso a um vexame incontestável e ataque aos direitos humanos que deve ser respeitado em todo momento, pois não inexiste na democracia qualquer tipo de pretexto legal para a sua violabilidade. Um direito constitucional: Art. 6º e 196 - A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. Artigo 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, Rivaldo R.Ribeiro
|
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 14h14
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Você sabe qual a importância de uma árvore? Artigo de Rafael Morais Chiaravalloti e Luciani Maria Vieira Rocha  Obs. Foto : colaboração de Kleber A. Ribeiro [EcoDebate] As árvores são um dos organismos mais incríveis que existem na Terra. Por ficarem paradas, elas apresentam mais variações do que qualquer outro tipo de organismo. Assim, diante de uma modificação no ambiente, elas não podem se mover para algum lugar mais harmônico, e, a longo prazo, modificações começam a surgir para se adaptarem. Por exemplo, para se proteger contra fungos e bactérias, surgiu na árvore salgueiro uma substância chamada salicina. E como ela, milhares de outras substâncias e adaptações também foram aparecendo. A importância dessas substâncias para nossa vida é que a partir delas podemos elaborar novos produtos farmacêuticos. A salicina, por exemplo, foi a base para a elaboração da aspirina. Já a Mirta, rosa de Madagascar, é usada para o tratamento de leucemia e o Teixo do Pacífico no tratamento de câncer de ovário. Além disso, essas substâncias também são constantemente usadas para a elaboração de cosméticos, como a essência do perfume Chanel n° 5, que é proveniente da árvore da Amazônia Pau-rosa. Mas a importância das árvores para o equilíbrio do planeta vai mais longe. Embora com uma grande variedade, elas apresentam uma característica comum: todas fazem fotossíntese. O que significa dizer que durante o dia elas absorvem radiação solar e gás carbônico e liberam oxigênio e água. Pensando que nossa respiração é o contrário desse processo (respiramos oxigênio e liberamos gás carbônico), fica fácil entender a importância de uma árvore para a nossa sobrevivência. No entanto, o ponto forte desse mecanismo não é apenas a produção do oxigênio, mas também a liberação de água. Na Amazônia, por exemplo, a quantidade de água proveniente das árvores é tão grande que regula as chuvas de quase todo o mundo. Porém, mais uma vez, não precisamos ir tão longe, pois as árvores das áreas urbanas também têm um papel muito importante. O uso da vegetação é sempre apontado por vários pesquisadores como uma importante estratégia para amenização da temperatura do ar nas cidades, relacionada ao controle da radiação solar, ventilação e umidade relativa do ar. Um dos benefícios do uso da vegetação é a absorção de grande quantidade de radiação solar, emitindo uma quantidade menor de calor que qualquer superfície construída, por consumirem a maior parte da energia para sua sobrevivência. Além disso, as árvores oferecem menor resistência à dissipação do calor sob suas copas, garantem uma ação de descontaminação atmosférica e proporcionam sombra para os pedestres caminharem nos passeios durante o dia. Um dos estudos pioneiros feitos na cidade de São Paulo confirmou, em 1985, que as áreas urbanas com maior adensamento de prédios altos promoviam maior acúmulo de calor enquanto as áreas urbanas com maior cobertura vegetal e presença de árvores contribuíam para a perda de calor mais rapidamente[1]. De lá para cá, diversas pesquisas em várias cidades no mundo e no Brasil, continuam confirmando esses resultados. Também em São José do Rio Preto, uma cidade média no interior paulista conhecida pelo calor intenso, ficou muito claro que, principalmente no período noturno, há enorme vantagem no uso das árvores como elementos importantes na conformação das cidades. Na comparação das temperaturas do ar entre dois trechos de uma avenida de fundo de vale, um ocupado com prédios altos e outro com margens arborizadas, foram encontradas diferenças de até 3°C2. Apesar do desconforto térmico, ainda não se percebe a conveniência de se plantar mais árvores na cidade. Se as árvores pudessem se mover, provavelmente sairiam correndo. * Rafael Morais Chiaravalloti é biólogo e autor do livro “Escolhas Sustentáveis” (Editora Urbana). *Luciani Maria Vieira Rocha é mestre em planejamento urbano e pesquisadora da Universidade Paulista – UNIP Notas: [1] LOMBARDO, Magda. O Clima e a Cidade. Encontro Nacional do Ambiente Construído. ANTAC, p. 59 – 62, Salvador, 1997. [2] ROCHA, L.M.V.; SOUZA, L.C.L. Contribuição da vegetação e permeabilidade do solo para o ambiente térmico em avenidas de fundo de vale. XI ENCAC, VII ELACAC, Búzios, 2011 Colaboração de Kelly Andrade, para o EcoDebate, 25/10/2011 [ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ] Fonte: PORTAL ECODEBATE-Cidadania e Meio Ambiente |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h45
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
A rua mais bonita do mundo. Na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul-Brasil, existe uma rua que foi fonte de muito debate e causou sem exageros comoção nas pesssoas que amam a natureza e a vida, pois queriam modificá-la retirando todas as árvores nela existentes muitas delas centenárias, esse sacrificio criminoso seria por causa da Copa do Mundo 2014 e para construir um estacionamento no local. Mas a população reagiu criando o movimento “Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho - RESISTIR É PRECISO!”que repercutiu em vários meio de comunicação, sites e blogs. Eles também criaram seu próprio blog http://goncalodecarvalho.blogspot.com onde difundem os pontos de encontro social da rua e noticias da luta pela preservação da Rua mais bonita do mundo. Trata-se da Rua Gonçalo de Carvalho situada na cidade de Porto Alegre (Brasil), a qual foi decretada como Patrimônio Histórico, Cultural, Ecológico e Ambiental de Porto Alegre, a 5 de Junho de 2006. Por causa do manifesto o projeto absurdo foi adiado. O trecho abaixo foi extraído do post dia 24/09/11 do blog “Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho - RESISTIR É PRECISO!” (Depois da Gonçalo de Carvalho, outras ruas da cidade já foram declaradas como "Áreas de Uso Especial" pelo executivo municipal. Isso teria prejudicado a cidade em algo? É lógico que não! Graças aos "Amigos da Gonçalo", hoje em muitos lugares do planeta, a cidade de Porto Alegre não é conhecida no exterior apenas por seus dois grandes clubes de futebol, alguns esportistas destacados, pelo Fórum Social Mundial, alguns grandes nomes da Arte e Cultura e pela implementação do Orçamento Participativo. Também é citada como a bela e verde cidade onde existe uma rua que é considerada por muitos como "A Mais Bela do Mundo", em virtude da beleza de suas árvores e pela árdua luta por sua preservação. Gente, isso é ruim? Ser admirado e elogiado tanto no Brasil como no exterior e virar destaque nos principais veículos de nossa imprensa faz mal para a cidade? Não podemos acreditar que seja por "inveja", pois um dos integrantes do Movimento e administrador do Blog não mora e nunca morou na Rua Gonçalo de Carvalho. Por favor, prefeito e vereadores, as árvores das ruas não pertencem a quem mora nelas, pertencem a todos nós.) Leia mais no link do post... http://goncalodecarvalho.blogspot.com/2011/09/smam-adverte-arvores-fazem-mal-copa-do.html Página do blog sobre a rua Gonçalo de Carvalho: http://goncalodecarvalho.blogspot.com
Praça Sebastião Pereira Lima (Jardim Novo)-José Bonifacio-SP. A nossa praça também poderia ter o mesmo destino, não seria difícil transformá-la num lugar que elevaria o conceito do Bairro e da cidade de José Bonifacio. Basta conservá-la e reestruturar a sua jardinagem e arborização. Mas será que temos a mesma consciência social e ecológica como nossos irmãos do sul? Acredito que sim. Qual o cidadão não quer ter orgulho da cidade onde escolheu para viver? Nas fotos abaixo tive o cuidado de excluir os quiosques para que notem a diferença: Os quiosques despersonificam a jardinagem e paisagem, a praça perde a sua indentidade de praça.  Vejam abaixo uma comparação de fotos : 
Veja no link abaixo mais fotos e vídeos sobre esse assunto, as fotos no blog ALDEIA II pode ser ampliadas: http://aldeia-mundus777.blogspot.com/2011/10/rua-mais-bonita-do-mundo.html |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h36
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
PODAS DE ÁRVORES... Existem algumas árvores (fotos abaixo) na av. Joaquim Moreira, próximo a Associação Atlética do Banco do Brasil (BB), aqui em José Bonifácio (SP) com podas recentes. Achei que estava vendo uma miragem, pois a maioria das árvores de José Bonifácio-SP, estão sendo podadas incorretamente. Nessas fotos está um bom exemplo como devemos tratar nossas amigas, as podas devem ser feitas eliminando os galhos doentes e os que não estão à vista do sol para que a fotossíntese funcione bem (produção de açucares=alimento). Os galhos que ficam a sombra funcionam como parasitas, pois consome sem produzir a seiva comum a toda a planta, portando devem se suprimidos junto com os galhos doentes e já secos. Os galhos que recebem diretamente luz do sol ficam dessa forma responsáveis por toda produção de alimentos (seivas) que planta necessita. Assim o ato de suprimir os galhos de uma árvore nunca deve ser aleatoriamente, deve seguir as técnicas de podas para que todos os galhos recebam a mesma intensidade de luz, se NÃO o fizer irá causar desequilíbrio na fotossíntese nessa planta. Comprometendo a produção de alimentos ( seivas da planta) que a planta necessita. E essa produção desigual da seiva enfraquece a planta favorecendo a incidência de doenças, necroses dos galhos, tronco e a morte. "Vamos fazer uma experiência simples: cubram uma planta com uma lona escura e veja o que acontece, mesmo que ela seja irrigada não irá sobreviver. Isso porque todos os galhos dessa planta necessitam da luz para fotossíntese." A poda mesmo que seja feita do modo correto pode trazer outro malefício à planta, se no ato da supressão dos galhos não for feito com instrumentos afiados ou agindo modo desastrado venha causar fissuras e rachaduras profundas no tronco da planta, isso vem tirar a chance de defesa microbiano dessa planta. Concluindo como todos os seres vivos as plantas também necessitam de muito cuidado e carinho, para que se tornem indivíduos saudáveis e com muita beleza. Quem não exige o bom corte de cabelo? Clique no link abaixo e vejam um estudo que encontrei no site da Secretaria do Meio ambiente do Estado de São Paulo sobre o assunto. Veja mais sobre PODA clicando aqui.
Árvores podadas corretamente: 
VEJAM MAIS FOTOS NO BLOG: http://painel-mundus777.blogspot.com/2011/10/podas-de-arvores.html |
Categoria: F o t o s/Opinião
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 02h35
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
São José do Rio Preto e Araçatuba estão entre as piores cidades do mundo em qualidade do ar. A TV-TEM noticiou (29/09/11) que as cidades de São José do Rio Preto e Araçatuba (SP) estão entre as cidades com a pior qualidade do ar do mundo. Num levantamento feito pela OMS - Organização Mundial da Saúde perdendo por grandes centros como Tóquio, Berlim e Nova York. E por grandes centros industrializados no Brasil como São José dos Campos Isso era de se prever, eu examino os céus da nossa região a cerca de quatro anos. Ele se apresenta cada vez mais cinzento e com as tardes avermelhadas. A poluição urbana nas grandes cidades é uma das causas dessa qualidade ruim do ar, mas é das queimadas nos canaviais que pode estar a principal fonte da poluição do ar nessas regiões. Temos demonstrado isso ao longo desses anos com fotos da atmosfera e do horizonte onde sempre fotografamos os cogumelos das fumaças nas queimadas nos canaviais. Um desastre ambiental que nunca foi considerado pelas autoridades, pois atinge toda a natureza: a flora e a fauna onde é contabilizado centenas de animais mortos ou feridos durante as safras.
Fotos feitas no município de José Bonifácio-SP próximo a São José do Rio Preto (SP). Assim poderemos concluir que não é apenas a cidade de São José do Rio Preto e sim toda região circunvizinhas está sento afetada pela má qualidade do ar, visto que a poluição se origina nas fazendas de cana de açúcar cultivada em toda região. Por do Sol com nuvens avermelhadas pelos gases da poluição na atmosfera, imagem feita a partir da rodovia estadual SP-425, que atravessa o município de José Bonifácio (SP): 
Depois coloquei minha câmera na direção de José Bonifácio-SP, vejam a cidade coberta pela poluição atmosférica: 
Vejam mais clicando aqui: |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h33
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Não destruam Nossa Praça, José Bonifácio-SP "Não pise na grama e conserve as flores" Esse aviso pode ser lido em muitas praças pelo Brasil afora. Nas fotos abaixo eu coloquei esses avisos numa montagem virtual, mas poderia ser real dentro de uma sociedade que pretende educar-se. Um patrimônio verde como a da nossa Praça Sebastião Pereira Lima (Jardim Novo), não pode ser prejudicado com uma praça de alimentação, onde todos nós sabemos os problemas que podem acarretar com a concentração de pessoas naquele local. A construção dos quiosques, circundados com mesas e cadeiras, bebidas alcoólicas que fatalmente resulta em pessoas alcoolizadas é decretar o fim duma praça que poderia ser um ponto de referência paisagístico na cidade. É decretar o sossego e a paz naquele centro da cidade. O verde é destaque no mundo todo, já existem praças no Brasil tombadas pela ONU em virtude da conservação e embelezamento das suas áreas verdes e jardinagens. Enquanto em José Bonifacio-SP... 
|
Vejam mais fotos da praça no link abaixo: http://aldeia-mundus777.blogspot.com/2011/08/em-jose-bonifacio-sp-praca-sebastiao.html
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h36
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
SALVE A AMAZÔNIA Postado: 17 agosto 2011 A Amazônia está correndo grande risco. A Câmara dos Deputados brasileira aprovou o esvaziamento do Código Florestal. Se não nos mobilizarmos agora, enormes extensões de nossas florestas poderão ficar vulneráveis a um devastador desmatamento.
O projeto de lei gerou revolta e protestos generalizados em todo o país, e a tensão está aumentando. Em uma tentativa de diminuir as críticas, matadores supostamente contratados por madeireiros ilegais assassinaram ativistas ambientais. Mas o movimento está contra-atacando -- em dois dias comunidades indígenas corajosas vão liderar enormes marchas por todo o país para demandar ação, e fontes internas dizem que a Presidenta Dilma está considerando vetar as mudanças.
Setenta e nove por cento dos brasileiros querem que Dilma vete as mudanças no Código Florestal, e temos de garantir que nossas vozes serão escutadas, pois a pressão interna está levando a algumas pessoas na administração da Dilma a apoiarem o veto. Assine a petição e junte-se a marcha para salvar a Amazônia! Nossos números serão mostrados em faixas na frente das marchas que acontecerão em todo o país. Vamos urgentemente chegar em uma petição com 1.5 milhão de assinaturas para SALVAR A AMAZÔNIA. Assine agora e, em seguida, encaminhe para todos Acesse o site do AVAAZ e participe dessa e de várias petições ao redor do mundo: 
Para ir para petição SALVA A AMAZÔNIA CLIQUE NO LINK: http://www.avaaz.org/po/save_the_amazon_brazil/?fp |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 12h11
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Superexploração dos trabalhadores nas plantações canavieiras é mascarada no estado de SP.
Quando lemos nos livros de história que durante o século XVIII e XIX, na chamada Revolução Industrial, os trabalhadores das fábricas européias chegavam a jornadas diárias de 12 horas ou mais, tendemos a nos espantar com tal condição exploratória e desumana de trabalho. O que muitas vezes não se percebe é que condições de exploração no trabalho continuam acontecer nos dias de hoje, muitas vezes em locais mais próximos do que se imagina. É o que afirma a socióloga e professora da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) Maria Aparecida Moraes Silva, que estuda o trabalho na agroindústria da cana-de-açúcar. Segundo Silva, há uma ideologia no estado de São Paulo que tenta negar e existência do trabalho humano nas plantações canavieiras, tornando invisível a superexploração dos trabalhadores neste setor – marcado, inclusive, por mortes por excesso de esforço. Segundo a pesquisadora da Ufscar a ideologia presente na agroindústria da cana-de-açúcar seria produzida por empresas, pelo Estado e meios de comunicação, difundindo que o cultivo da cana está sempre ligado à tecnologia, energia limpa, sustentabilidade e trabalho mecanizado. Silva lembra que “há um lado perverso do trabalho da pujança canavieira do estado de São Paulo; há contradições que permeiam esse mercado e perpassam a vida dos indivíduos que dela participam”. Segundo dados que Silva expôs em Mesa Redonda realizada no XV Congresso Brasileiro de Sociologia, atualmente o estado de São Paulo possui dois terços de toda sua área agricultável ocupada por esse tipo de cultura. Do ano de 2005 a 2011 foram 23 mortes por excesso de esforço nas plantações canavieiras paulistas. Para Silva, trata-se da depredação do corpo, onde a própria dignidade do ser é atingida. A visão sociológica entende por ideologia qualquer representação distorcida da realidade histórica e social, que cria um ofuscamento que impede que o indivíduo ou a grupo social perceba a diferença entre a aparência e a essência da sociedade. Uma ideologia é constituída por um conjunto de idéias e imagens que legitimam a organização social e estimulam os indivíduos a se adaptarem a esta. Entre os principais procedimentos ideológicos está a anulação da responsabilidade humana na construção de uma sociedade desigual e contraditória. Silva explica que a mão-de-obra migrante do Nordeste é majoritária neste setor devido, entre outros fatores, a um processo específico de socialização para o trabalho. O corte da cana não exige grande capacitação técnica para o trabalho. Antes, para tal tarefa, é necessária uma socialização que, de acordo com a socióloga, em São Paulo não existe: “estes trabalhadores migrantes são acostumado à terra, ao sol, à chuva, ao barro e a se submeterem a uma série de intempéries e situações que não estão mais cogitadas no imaginário dos jovens de São Paulo”. Tais trabalhadores estão expostos, inclusive, ao que chama de apropriação do afeto, já que são afastados de suas famílias para conseguirem seu sustento. Para Silva, o que acontece no “mar de cana paulista não é o fim do trabalho, mas sim novas formas de gestão deste trabalho e aumento do nível de exploração”. Processos de trabalho, produtividade e superexploração De acordo com o estudo do economista Francisco Alves, também da Ufscar, na década de 1950 a produtividade do trabalho no setor da cana, medida em toneladas cortadas por dia/homem ocupado na atividade, era de três toneladas; na década de 1980, a produtividade média passou para seis toneladas de cana por dia/homem ocupado e, no final da década de 1990 atingiu entre 12 toneladas de cana por dia. Alves explica que este aumento da produtividade se dá, sobretudo, pela forma de pagamento utilizada atualmente – decorrente de sua produção: quanto mais quilos de cana cortada, mais eles recebem. Anteriormente, o trabalho dos cortadores era medido por metro cortado. Segundo Alves, o cortador de cana pode ser comparado a um atleta corredor fundista, de longas distâncias, pois é necessário ter maior resistência física para a realização de uma atividade repetitiva e exaustiva, realizada a céu aberto, sob o sol, na presença de fuligem, poeira e fumaça, por um período que varia entre oito e 12 horas diárias. Segundo a pesquisa de Alves, a combinação do processo produtivo, do procedimento de trabalho e da forma de pagamento utilizados no corte de cana explicam a ocorrência das mortes dos cortadores de cana por esforço excessivo. — Para saber mais: ALVES, Francisco. Por que morrem os trabalhadores de cana?. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/sausoc/v15n3/08.pdf SILVA, M. A. M.; MARTINS, R. C. A degradação social do trabalho e da natureza no contexto da monocultura canavieira paulista. Sociologias (UFRGS. Impresso), v. 24, p. 196-241, 2010. Por Maria Teresa Manfredo, da ComCiência, Revista Eletrônica de Jornalismo Científico, LABJOR/SBPC. Fonte: PORTAL ECODEBATE-Cidadania e Meio Ambiente, 16/08/2011
[ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ] |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h24
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
DIA DO COMBATE À POLUIÇÃO:14/08/2011
O que você está Fazendo para diminuir a poluição? "Parem de poluir nossos rios"
Campanha blog S.O.S RIOS DO BRASIL: http://sosriosdobrasil.blogspot.com/
Meus blogs,tambem entram nessa luta: http://aldeia-mundus777.blogspot.com/ http://painel-mundus777.blogspot.com/
Categoria: Agua.
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h39
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
SP: Ambientalistas querem impedir canaviais na região de aquíferos da estância hidromineral de Águas da Prata. Águas da Prata, estância hidromineral no interior de São Paulo, teme que o plantio contamine suas fontes de alta qualidade
Ambientalistas tentam barrar um projeto de um grupo sucroalcooleiro que prevê a plantação de canaviais numa região de aquíferos da estância hidromineral de Águas da Prata, no interior de São Paulo, a 238 quilômetros da capital. Eles alegam que o uso de defensivos agrícolas na cultura de cana pode causar a contaminação das fontes que produzem uma das águas de melhor qualidade em todo o mundo, comparadas às da estância de Vichi, na região central da França. Reportagem de José Maria Tomazela, em O Estado de S.Paulo. De acordo com a Associação dos Guardiões da Rainha das Águas (ONG Guará), a cidade de 7,2 mil habitantes tem um dos maiores índices de preservação de mata nativa do Brasil e nascentes espalhadas por todo o seu território, sendo 11 de água mineral medicinal, consumidas pela população e usadas por turistas. “Essas nascentes dão a dimensão da importância dos nossos aquíferos, tanto que a cidade tem lei que proíbe abrigar até mesmo cemitério e criação de gado em larga escala, para não contaminar os lençóis subterrâneos”, disse Yara Cavini, ambientalista da ONG. Segundo ela, estudos de lençóis freáticos em áreas de canaviais do Estado já demonstraram a contaminação por agroquímicos aplicados na cultura. A multinacional espanhola Abengoa Bioenergia, que tem usina de açúcar e álcool na vizinha São João da Boa Vista, arrendou parte da fazenda Retiro, em Águas da Prata, para plantar cana. As terras, que estão sendo preparadas para o plantio da cana, ficam em uma área da bacia do Rio da Prata, que abastece a cidade. Unanimidade. Em primeira discussão, a Câmara Municipal de Águas da Prata aprovou por unanimidade um projeto do prefeito Samuel da Silva Binati (PSC) que restringe a lavoura da cana no município. Se aprovada na segunda votação, que ocorrerá no próximo dia 10, a lei vai exigir que as plantações comerciais sejam submetidas a estudo de impacto ambiental. A norma proíbe o uso de fogo na colheita ou preparo do solo e também o cultivo num raio de 3 quilômetros da captação de água usada para abastecimento público ou para exploração de águas minerais. O infrator, pessoa física ou jurídica, fica sujeito ao pagamento de multa de R$ 3,5 mil por hectare. A Abengoa Bioenergia informou, por meio de assessoria de imprensa, que somente se manifestará após a votação final pela Câmara. EcoDebate, 05/08/2011 [ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ] |
Veja no Link: SOS ÁGUAS MINERAIS MEDICINAIS DE ÁGUAS DA PRATA (SP) - Parabens ao Prefeito da da Estância Hidromineral de O sr. agiu como um verdadeiro defensor do seu povo e da sua terra Que Deus o ajude,pois é um exemplo a seguir.
Categoria: Agua.
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h25
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
RIACHO CERRADÃO AINDA TEM ÁGUA... "E a gente ainda não se deu conta de que a nossa abundância (no bom sentido...) pode virar motivo de guerra planetária. Ou pode acabar antes." (Ricardo Gontijo)  Dois Sudaneses bebem água dos pântanos, com tubos plásticos, especialmente concebidos para este fim,com filtro para filtrar as larvas flutuantes, responsáveis pela enfermidade da lombriga da Guiné. (Clique e pesquise, é horrivel) O programa distribuiu milhões de tubos e já conseguiu reduzir em 70% esta enfermidade debilitante. 
Clique e pesquise: MAR DE ARAL: Aquele que foi o quarto maior lago do mundo, agora é um cemitério poeirento de embarcações que nunca mais zarparão...

RIACHO CERRADÃO-JOSE BONIFÁCIO-SP, ainda corre teimoso brigando contra ganância burra do homem... Contra o seu instinto de produtor de LIXO contra si mesmo. A água é vital para a nossa sobrevivência, existem lugares pelo mundo afora que está se tornando cada vez mais escassa, mas em nome de um desenvolvimento equivocado, pois está nos matando, quando por venenos agrícolas que ninguém consegue evitar, tanto pela poluição dos mananciais. E é bom lembrar o que corre nas nossas veias em maior parte é água, sendo o corpo humano constituido de cerca 70% do precioso liquido, portanto a água é fundamental na composição do sangue. Chegamos no ponto final? ... |
Categoria: Agua.
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h02
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Meio ambiente e Natureza. Praça Sebastião Pereira Lima-Jardim Novo  Quando me refiro ao mundo que vivemos sempre digo Meio Ambiente e Natureza, porque acho que são duas coisas distintas, mas relacionadas. MEIO AMBIENTE: As alterações do nosso meio ambiente é um reflexo da própria natureza que não está sendo respeitada, isso ocorre quando há desmatamento, desrespeito a sua soberania natural, poluição dos rios e atmosfera, queimadas nas florestas e agrícolas etc. Mas existe outra conotação do termo Meio Ambiente, que muitos esquecem: Fazemos parte de uma sociedade onde todos interagem, no ambiente trabalho, na religião, com os vizinhos, um Meio Ambiente que não tem nada haver com a natureza. Seria nosso Meio Ambiente próprio, onde todos devem respeitar a privacidade e individualidade de cada componente desse grupo social. Esse Meio Ambiente pode ser transformado negativamente ou positivamente apenas por um pequeno grupo. Esse grupo pode transformar e interferir no sossego da maioria: fazendo algazarras, sons de automóveis alem do permitido até altas horas da noite. Gritarias como se fossem selvagens, brigas, agressões a inocentes. São atitudes que nos atormentam e muda nosso meio ambiente, nosso principal habitat que é o meio urbano. E nosso Meio Ambiente social vem sendo alterado gradativamente em quase todas as cidades brasileira à medida que a educação cívica e social do povo declina. Olhando para nossa Praça Sebastião Pereira Lima, conhecida popularmente como Jardim Novo tem-se claramente a definição de um Meio Ambiente alterado. O apelido de Jardim Novo veio de uma total transformação da praça antiga que existia ali, foi duas modificações que levou os moradores das vizinhanças a loucura. Um determinado prefeito destruiu por completo a praça que o prefeito anterior havia feito, deixando aquele espaço em terra nua levando todos a loucura por causa da poeira, especialmente quando vinha os temporais de ventos fortes. Faltava bom senso aos mandatários da época, aos moradores das redondezas eles pouco se importavam quanto a sua saúde ou na limpeza de seus lares. Até que foi remodelada definitivamente ficando ali uma bela praça, onde todos se reuniam nas tardes para conversações e brincadeiras das crianças. O Meio Ambiente social do Jardim Novo era agradável e saudável. Um cartão postal aos visitantes. Serviu muitas vezes de locação para ensaios fotográficos. Os noivos pousavam junto às plantas ornamentais registrando em alguns casos os últimos momentos das cerimônias dos casamentos. Atualmente a Praça Sebastião Pereira Lima é uma total desarmonia no que se refere à denominação de Jardim ou Praça: Local de flores, plantas ornamentais, gramados, pontos de encontro de namorados, conversações de aposentados, descontração nos fins de tarde. Pois ela foi tomada por comerciantes desordenadamente numa total transformação da beleza que foi o JARDIM NOVO. E agora com a chancela da administração atual estamos vendo a criação de um futuro problema que poderá se tornar difícil e traumático para ser resolvido. Um exemplo foi a retirada dos “lanchinhos” próximo ao hospital de base em Rio Preto, para outro local. Foi traumático e desagradável tanto para os trabalhadores locais, tanto para o poder público que infelizmente teve que tomar tal atitude, salvo engano, até com uso de força.
Com o crescimento da cidade fatalmente será exigido do futuro, a mesma atitude que ocorreu proximo ao Hospital de Base de Rio Preto. E ai?
Por falar em paisagismo hoje é aniversário de Roberto Burle Marx ,um bela coincidência com este post.
Quiosques sendo usado pelos moradores de rua: 
Vejam mais fotos no link: http://aldeia-mundus777.blogspot.com/2011/08 |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h32
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Água é a primeira coisa que alguém pede quando está moribundo e perdido num deserto! 

FOTO 1: RIACHO CERRADÃO. FOTO 2: CÓRREGO MONTE ALEGRE, com alguns trechos totalmente assoreado. José Bonifácio-SP está cercada por riachos e córregos poluidos e assoriados. A Prefeitura promete resolver esse problema ambiental, inclusive já com projetos prontos. Vamos aguardar! Vejam mais fotos no link: http://painel-mundus777.blogspot.com/2011/08/riachos-e-corregos |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h29
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
O TAMANDUÁ(Queimadas nos canaviais) 
O TAMANDUÁ(Queimadas nos canaviais) De: Rivaldo R.Ribeiro-José Bonifácio-SP Um tamanduá andava pelo seu mundo, entre árvores, galhos, flores, frutos e as formigas... Sempre foi assim, ninguém os incomodava, olhava as planícies, fugia de seus inimigos naturais, assim tocava sua vida instintivamente...
Certo dia veio um monstro de aço foi derrubando arvores, arbusto, afugentando animais, pássaros, até uma construção que ajudava a contar a história do lugar foi ao chão. Assim o nosso tamanduá e outros animais expulsos das suas moradas foram para outros capões de mato, e por lá eles ficaram....
A planície vermelha da terra revirada com o tempo foi ficando verde com aquelas plantas estranhas que nasciam rapidamente. O tamanduá olhava desconfiado, mas ficava por ali mesmo. Enquanto isso outros animais já se haviam aventurado por lá, até que era bom!!!
Assim certo dia o tamanduá resolveu entrar acompanhado de seu filhote no meio daquela nova vegetação estranha, quando de repente percebeu que havia fumaça e labaredas de fogo por todos os lados, olhou para seu filhote desesperado, uma lebre correu rapidamente para dentro do fogo se contorceu alguns minutos e morreu. Logo outro animal morria emitindo gritos horríveis, por todos os lados viam-se desespero e morte... O tamanduá aflito para salvar seu filhote olhou para o céu queria ver a direção da fumaça, mas o vento também confuso fazia redemoinhos e nada definia...
Alguns pássaros conseguiam levantar vôo, mas outros eram engolidos pelas labaredas e o calor insuportável: morriam como se fossem folhas secas...
O fogo foi aproximando rapidamente... Seu filhote olhou para o lado e o seu instinto de luta pela sobrevivência o fez pular no fogo e sumiu. O tamanduá no meio daquele inferno de fogo e fumaça corria atordoado para todos os lados, até que viu uma saída aonde o fogo já havia passado com sua destruição. Naquele rastro negro: aves, tatus, outros animais, todos mortos, entre eles um pequeno tamanduá que parecia seu filhote, mas estava deformado, contorcido, e não havia mais aquele cheirinho que todos sentem pelas suas crias que pudesse o identificar, tudo era cinza com aquele odor horrível do fogo. E ele cambaleante saiu fora dali com muita dor por causa das queimaduras e pela tristeza da morte de seu filhote.
Sozinho e aturdido tomou a estradinha, foi caminhando devagar com muita dificuldade, olhou para trás e via uma densa nuvem de fumaça que tomava conta do céu, quantos companheiros foram incinerados naquele dia?? Enquanto caminhava ele foi se aproximando de um sítio, os cães latiam, mas ele não teve medo, não sabia por quê?Talvez fosse a dor lancinante que sentia por causa das queimaduras. Perto da cerca os cães o acuavam... Nesse instante apareceu por ironia um homem jovem que o acolheu, colocou num pequeno cercado e depois outros homens o levaram para que fosse tratado das suas feridas e traumas...(?????) |
Categoria: Queimadas em canaviais.
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h58
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Riacho Cerradão-José Bonifácio-SP "A agua é um patrimônio do homem , poluí-la é um crime contra a humanidade" Na primeira foto o LUXO nos veículos estacionados... Mas o LIXO origem no LUXO, corre embaixo e leva consigo a VIDA... 
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
As arvores situadas na Rua 07 de setembro,em frente à Fundação Oswaldo Bertazoni, estão precisando de cuidados. Por: Rivaldo R. Ribeiro Eu sempre tive por opção em publicar nos meus blogs artigos sobre meio ambiente e natureza de outros sites que dão essa autorizao de reproduzi-los, ou escrever sobre o problema ambiental no mundo, incluindo ai as queimadas nos canaviais que de forma contundente influi no clima por causa dos gases que essas queimadas acumulam na atmosfera, contribuindo para o aquecimento global. Mas à medida que meu site foi se tornando conhecido por aqui, alguns amigos me indagavam porque não escrever sobre José Bonifacio? Porque aqui também havia muitas agressões ao meio ambiente e na natureza. Faltava e falta muita conscientização sobre as causas ambientais. Assim sendo, já há algum tempo um amigo vem me falando sobre as arvores situadas a Rua 7 de setembro, em frente à Fundação de Ensino Oswaldo Bertazoni. Hoje 24/07/2011 eu fui lá ver de perto, fiquei desolado pelo que vi. Se não forem recuperadas com urgência logo estarão condenadas, por causa do maltrato nas podas, troncos corroídos aparentemente por cupins. Conforme demonstra as fotos abaixo. Eu sou contra o reflorestamento no estágio climático que estamos vivendo, porque muitas espécies levam cerca de 20 a 30 anos para chegarem ao tamanho equivalente a sua espécie. Para que não haja um mal entendido esclareço que devemos sim, plantar novas arvores, novas florestas, mas não acredito no reflorestamento pois se trata da reposição de uma area devastada e já modificada por essa agressão. Assim o clima ira permitir que elas desenvolvam normalmente? Não poderiam atrofiar por falta de adaptação ao novo clima? Dessa forma precisamos preservar e não destruir com a promessa do reflorestamento, proteger as espécies que já estão crescidas para tentar frear o aquecimento global e a mudança drástica do clima. Mas parece que isso não é o que acontece tanto por aqui como lá na Amazônia, as empresas predadoras destroem com promessa do reflorestamento. Dará certo? A natureza é soberana, ela não aceita que o homem interfere na sua ordem natural, pois se assim continuar todo o ecossistema irá desmoronar como um castelo de cartas... As arvores vistas de longe parecem saudáveis, mas de perto: 
Vejam o tronco no destaque: 
Vejam um ninho de cupins: 
Vejam mais fotos no link abaixo http://painel-mundus777.blogspot.com/2011/07 |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h19
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
José Bonifácio-SP sofre de novo com o SUFOCO das queimadas nos canaviais: A irresponsabilidade continua...! Hoje, dia 16/07/2011 eu dirigia pela Avenida Campos Sales na cidade de José Bonifacio-SP quando notei que sol escurecia, mas era um dia sem nuvens. Estamos vivendo um tempo seco, a chuva foi embora... Segundo o SIGAM - Sistema Integrado de Gestão Ambiental - SMA/CBRN a umidade relativa do ar nesse dia 16/07/2011 foi de apenas 25% (Região administrativa de São Jose do Rio Preto-SP.) Olhei para o horizonte e vi a causa: novamente a maldição das queimadas da palha da cana ou queimadas nos canaviais. O Sufoco estaria recomeçando... As pessoas já sofrem com o clima árido, o cheiro ardido destas queimadas que infelizmente jamais ficaremos livres, mesmo que cumpram as leis, proibição por causa da umidade do ar, mesmo que haja mortes de animais e de pessoas. Mesmo que mecanizem as lavouras. Os incêndios irão ocorrer, pois é uma cultura altamente inflamável que somando com o clima seco fatalmente isso irá sempre acontecer. O nosso horizonte de uma região próspera agora está vendo o retrocesso. Campos que antes eram verdes e enchia nossos olhos com plantações de arroz, milho, café, algodão, criação de gado, agora domina a cultura feia e nociva da cana de açúcar, que alem de poluir a atmosfera com suas queimadas já vem contaminando o aguifero guarani uma das maiores reservas subterrâneas de água doce do mundo com uso excessivo de agrotóxico. Aquifero Guarani e a Monocultura cana de açucar O governo perde tempo em não planejar um zoneamento agrícola para o Estado de São Paulo, pois tem uma grande densidade demográfica justamente onde concentra a monocultura da cana de açúcar que coincidentemente é um fator negativo a saúde dessa mesma população. Agora à noite o ar está irrespirável, as luminárias dos postes estão ofuscadas pela fumaça escondida pela noite, sofremos com isso... Cadê as autoridades que elegemos para nos defender? Cadê a justiça que confiamos? Até quando ficaremos aqui como cordeiros à espera das enfermidades que essa poluição possa causar. Antes que sejamos tosquiados temos uma das maiores armas que a democracia ainda nos permite: eleger realmente quem nos quer bem. Se isso não for possível, cabe apenas devolver o mesmo tratamento que os políticos nos impõem, jogar nosso voto na lata do lixo... 
Veja mais fotos , clique aqui: ALDEIA MUNDUS II |
Categoria: Queimadas em canaviais.
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h46
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
DIREITOS DA ÁGUA... DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA  1. A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos. 2. A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida e de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceder como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado no Art. 3º de Declaração Universal dos Direitos Humanos. 3. Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo a água deve ser manipulada com racionalidade, preocupação e parcimônia. 4. O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e dos seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente, para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos por onde os ciclos começam. 5. A água não é somente uma herança dos nossos predecessores, ela é sobretudo um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do Homem para as gerações presentes e futuras. 6. A água não é uma doação gratuita da natureza, ela tem um valor econômico: é preciso saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo. 7. A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento, para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração de qualidade das reservas atualmente disponíveis. 8. A utilização da água implica o respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo o homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo Homem nem pelo Estado. 9. A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social. 10. O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. http://www.uniagua.org.br/ |
Categoria: Agua.
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h49
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
LAGARTO TEIÚ Vejam que animal lindo encontrei lá pelos lados do Bairro Santa Maria-José Bonifácio-SP, até parecia que éramos velhos conhecidos.
Quando mirei a minha digital na sua direção ele pousou para foto.
Depois continuou andando tranquilo, atravessou a rua entrou num pasto ali perto, enfrentou uma coruja, e depois sumiu no meio do mato.
Isso é natureza, me alegra ver um animal desses. Não teve medo de um possível perigo que eu representava, isso traduz que ele nunca foi molestado pelo bicho homem. Que bom! OBS.Mas nunca ajam dessa forma, eles podem ser agressivos. 
Foto Rivaldo R.Ribeiro (clique aqui e pesquise): Lagarto Teiú- Ver mais fotos no blog ALDEIA MUNDUS II: http://aldeia-mundus777.blogspot.com/ |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h46
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Riacho Cerradão, Mau cheiro perpétuo - José Bonifácio, SP. Rivaldo R.Ribeiro Nós que lutamos a favor do meio ambiente, frequentemente somos abordados por cidadãos e cidadãs reclamando de algum possível crime ambiental. Entre eles estão podas de arvores indevidas e sem critérios, falta de conservação dos nossos riachos, poluição do ar pelas queimadas de cana, desmatamento, falta de arborização no centro da cidade e por ai vai... Mas nessa semana uma cidadã me disse que não suporta mais o mau cheiro que vem do riacho Cerradão. O Cerradão é um riacho que agoniza por causa da poluição que sofre há vários anos provavelmente vinda de um frigorífico que fica logo acima, ele corta a cidade de Jose Bonifácio-SP entre o centro e o Bairro da Saudade. Quando alguém levanta o problema sempre o argumento e a geração de empregos que o frigorífico oferece para centenas de trabalhadores. Mas o problema tem que ser resolvido, pois já se arrasta há anos e é um crime ambiental. José Bonifácio é uma cidade já com quase 40 mil habitantes, um comercio pujante, e seus moradores já não agüentam mais esse MAU CHEIRO INSUPORTAVEL que já se tornou perpétuo. Até quando o riacho Cerradão será útil apenas como esgoto de uma empresa frigorífica? No momento que as fotos eram tiradas, o mau cheiro era insuportável. Por causa daquele cheiro fétido interrompi as fotos, pois já me causava mal estar e irritação nas narinas e garganta. "A agua é um patrimônio do homem , poluí-la é um crime contra a humanidade" 
Aguas negras do Riacho Cerradão-atravessa a cidade de José Bonifácio-SP. 
Câmara do Vereadores município de José Bonifácio, sita na margem do Riacho Cerradáo. 
Empresa frigorifica poluidora do riacho Cerradão. Ver mais fotos no blog ALDEIA MUNDUS II: http://aldeia-mundus777.blogspot.com/ |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h13
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|

Foto Rivaldo R.Ribeiro Olhares direcionados ao meio ambiente Príncipe Charles escreve livro sobre sustentabilidade em parceria com ambientalistas. Canais de televisão, como o Discovery Chanel, exibe a série Planeta Humano, documentando o momento evolutivo do homem e suas formas de sobrevivência. São Paulo tem em sua grade de programação a Virada Sustentável. Mas e a sociedade, também tem registrado em sua agenda um compromisso ambiental? A um ano da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), algumas pessoas não sabem o que ela significa, ou até mesmo que ela exista. Questionadas 23 pessoas na Praça da República, em São Paulo, no dia 09 de maio, 7 delas sabiam de sua existência, 3 sabiam seu propósito e 13 não sabiam nem o que significa RIO+20. A conferência visa à renovação e o engajamento dos líderes mundiais com olhar sob o desenvolvimento sustentável do planeta. O encontro será realizado no Rio de Janeiro em 2012 e serão abordados diversos temas, entre eles a contribuição da economia verde para o desenvolvimento sustentável, a eliminação da pobreza com foco sobre a questão da estrutura de governança internacional na área do desenvolvimento sustentável, os resultados da prática da Agenda 21. A exemplo dela tiveram outras, como por exemplo a ECO-92, também no Rio de Janeiro, a Conferência de 1972 na Suécia, o encontro de 2002 na África do Sul, e a Conferência de Nagoya, no Japão. Algumas diretrizes são aplicadas nestes encontros, como por exemplo, o Protocolo de Quioto que visa a redução de gases que causam o efeito estufa e a Agenda 21 que busca uma reflexão diante do desenvolvimento sustentável. Para o professor José Pedro de Oliveira Costa, pesquisador da Universidade de São Paulo, que participou da Conferência de Nagoya, no Japão, decisões estabelecidas no encontro vão depender do desenvolvimento de novas tecnologias, controle e redução da população humana e compensações ambientais. De acordo com o Itamaraty o setor florestal no Brasil é responsável também pela geração de emprego. É responsável por cerca de 3,5% do PIB, 8,4% das exportações e pela geração de 6,5 milhões de empregos diretos e indiretos. A exploração de recursos naturais encontra-se amparada por dispositivos previstos na Constituição Federal, no Código Florestal, na Lei de Crimes Ambientais, na Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação e na nova Lei de Gestão de Florestas Públicas de 2006. Mas para o pesquisador, um dos princípios do equilíbrio sustentável é a preservação. “É necessário para a nossa sobrevivência na terra que 1/3 das áreas sejam designadas para proteção integral, 1/3 para áreas de uso sustentável e o restante para uso extensivo”. Só a consciência e o conhecimento destas atitudes não bastam. Para o professor, isto tudo tem que sair do papel. “Para a proteção integral de nossa biodiversidade, ou até mesmo de nossas florestas, será preciso criar muitas áreas protegidas e manter em boas condições aquelas de visitação pública”, completa Costa. Biodiversidade, fatores climáticos, gases poluentes, desequilíbrios ambientais, todos estes assuntos estão e estarão em pauta nestas conferências caminhando paralelamente ao desenvolvimento sustentável. “Na Amazônia, por exemplo, é preferível que aquelas populações utilizem as terras com consciência, com agricultura e não desmatamento para grandes plantações de soja ou criação de gado”, completa o pesquisador. Luana Copini é participante do Projeto Repórter do Futuro, que visa à interação de alunos de jornalismo e da sociedade civil sob estudos e experiências com relação à Amazônia e ao meio ambiente. EcoDebate, 22/06/2011 [ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ] Fonte: PORTAL ECODEBATE-Cidadania e Meio Ambiente |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h15
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
CRIANÇA DESAPARECIDA EM CATIGUÁ-SP Menino de 4 anos desaparece de uma fazenda em Catiguá , SP

"Nícolas" Se alguém ver esse menino, entre em contato com a policia
de Catiguá-SP ou qualquer Delegacia mais próxima. A familia está desesperada e o caso está comovendo a todos nós da região de São José do Rio Preto-SP DIVULGUE AOS SEUS CONTATOS...
Jesus Cristo meu Senhor Tu és o Deus dos pequeninos, guarde e proteja essa criança,Nicolas, até que alguem o encontre. |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h26
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Crise que mudará hábitos de consumo já está a caminho, artigo de Thomas L. Friedman Crise que mudará hábitos de consumo já está a caminho, artigo de Thomas L. Friedman Você deve se perguntar se daqui a alguns anos nós olharemos para a primeira década do século XXI – quando preços dos alimentos dispararam, preços da energia subiram, a população mundial cresceu, tornados arrasaram cidades, inundações e secas estabeleceram recordes, populações foram desalojadas e governos ameaçados pela confluência de tudo isso – e nos perguntaremos: o que estávamos pensando? A reportagem é de Thomas L. Friedman, do The New York Times e publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, 11-06-2011. Como foi que não entramos em pânico quando havia evidências óbvias de ter cruzado algumas linhas vermelhas de crescimento/clima/recursos naturais/população todas de uma vez? “A única resposta pode ser a negação”, argumenta Paul Gilding, veterano empresário ambientalista australiano que descreve este momento em um livro intitulado The Great Disruption: Why the Climate Crisis Will Bring On the End of Shopping and the Birth of a New World (A grande ruptura: por que a crise climática trará o fim da compulsão da compra e o nascimento de um novo mundo, em tradução livre). “Quando se está cercado por algo tão grande que requer que se mude tudo na maneira de pensar e ver o mundo, negar é a resposta natural. Mas quanto mais se espera, maior será a resposta requerida.” Gilding cita o trabalho da Global Footprint Network, uma aliança de cientistas que calcula quantos “planetas Terra” precisaremos para sustentar nossas taxas de crescimento correntes. O grupo mede quanta área de terra e água é necessária para produzir os recursos que consumimos e absorver nosso lixo, usando a tecnologia existente. Estamos crescendo a uma taxa que está usando os recursos da Terra bem mais rapidamente do que eles podem ser sustentadamente repostos, de modo que estamos comendo o futuro. Neste momento, o crescimento global está usando o equivalente a 1,5 Terra. “Ter apenas um planeta torna esse problema realmente significativo”, diz Gilding. Isso não é ficção científica. Quando estive no Iêmen, no ano passado, vi um caminhão-tanque entregando água na capital, Sanaa. Por quê? Porque Sanaa pode ser a primeira cidade grande do mundo a ficar sem água dentro de uma década. É isso que ocorre quando uma geração de um país vive a 150% de capacidade sustentável. “Se você cortar mais árvores do que planta, ficará sem árvores”, escreve Gilding. “Se colocar nitrogênio adicional num sistema de água, mudará o tipo e a quantidade de vida que a água pode suportar. Se engrossar o lençol de gás carbônico da Terra, a Terra ficará mais quente. Se fizer todas essas e outras ao mesmo tempo, mudará a maneira como o sistema todo do planeta Terra se comporta, com impactos sociais, econômicos e na sustentação da vida. Isso não é especulação, é ciência do colegial.” É também um assunto atual. “Nos milhares de anos de civilização da China, o conflito entre humanidade e natureza nunca foi tão grave como é hoje”, disse recentemente o ministro do Meio Ambiente da China, Zhou Shengxian. “A diminuição, deterioração e exaustão de recursos e o desequilíbrio do ambiente ecológico se tornaram gargalos e empecilhos graves ao desenvolvimento econômico e social da nação.” O que o ministro chinês está nos dizendo, diz Gilding, é que a Terra está cheia. Estamos usando agora tantos recursos e eliminando tanto lixo na Terra que atingimos uma espécie de limite. A economia vai ter de encolher em termos de impacto físico.” Não mudaremos sistemas, contudo, sem uma crise. Mas não se preocupem, estamos chegando lá. Estamos hoje apanhados em dois circuitos. Um é que aceleração do crescimento populacional e aumento do aquecimento global juntos provocam uma elevação dos preços dos alimentos. Uma elevação dos preços dos alimentos causa instabilidade política no Oriente Médio, que provoca uma alta nos preços do petróleo, que acarreta preços mais altos dos alimentos, que provocam mais instabilidade. Ao mesmo tempo, a produtividade aumentada significa que menos pessoas são necessárias em cada fábrica para produzir mais coisas. Sendo assim, se quisermos mais empregos, precisaremos de mais fábricas. Mais fábricas produzindo mais coisas causam mais aquecimento global. Aí os dois circuitos se encontram. Solução Gilding é, ao final, um “eco-otimista”. Quando o impacto da Grande Ruptura iminente nos atingir, diz ele, “nossa resposta será proporcionalmente dramática, nos mobilizando como ocorre nas guerras. Mudaremos numa escala e velocidade que mal conseguimos imaginar hoje, reformando por completo nossa economia, incluindo nossos setores de energia e transporte, em poucas décadas”. Nós perceberemos, ele prevê, que o modelo de crescimento movido pelo consumo está quebrado e que temos de mudar para um modelo de crescimento mais movido pela felicidade, com pessoas trabalhando menos e ganhando menos. “Quantas pessoas”, pergunta Gilding, “deitadas em seus leitos de morte dizem “gostaria de ter trabalhado mais duro construindo mais valor para acionistas” e quantas dizem “gostaria de ter jogando mais bola, lido mais livros para meus filhos, caminhado mais?”" Para isso, é preciso um modelo de crescimento baseado em oferecer mais tempo para as pessoas gozarem a vida, mas com menos coisas.” Parece utópico? Gilding insiste que é realista. “Estamos a caminho de uma escolha movida por crise”, diz ele. “Ou permitiremos que o colapso nos atinja ou desenvolveremos um novo modelo sustentável. Escolheremos a segunda. Podemos ser lentos, mas não somos estúpidos.” (Ecodebate, 13/06/2011) publicado pelo IHU On-line, parceiro estratégico do EcoDebate na socialização da informação. [IHU On-line é publicado pelo Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.] [ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ] |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h00
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
SUFOCO NA CIDADE DE JOSÉ BONIFÁCIO-SP
Categoria: Queimadas em canaviais.
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 02h09
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
...

Conheça mais um blog ALDEIA MUNDUS: http://aldeia-mundus777.blogspot.com/
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h10
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Agrotóxicos impactam saúde do homem e ambiente Educação e fiscalização. Esses, de acordo com o pesquisador da Ensp Josino Costa Moreira, são os dois principais aspectos para conter os danos provocados pela utilização dos agrotóxicos na agricultura brasileira. O pesquisador, que coordenou estudos sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde e ambiente na região centro-oeste e nordeste do país, revelou que as consequências são diversas. “Os agrotóxicos contaminam os alimentos, o ambiente e selecionam as espécies mais resistentes em determinado local. Esse impacto chega ao homem tanto pela exposição direta nas lavouras como pelas alterações que ele provoca no ambiente”, alertou. De acordo com Josino, o Brasil compõe a lista dos principais consumidores de agrotóxicos. Em volume, é o maior do mundo, sendo também, um dos primeiros quando se observa o consumo por hectare plantado. Dessa forma, o pesquisador direcionou uma de suas pesquisas à região que mais produz soja e grãos no país. “O Estado do Mato Grosso foi o que mais consumiu pesticidas no Brasil em 2008 e 2009. É o que mais produz soja, e isso traz um grande impacto no ambiente, pois lá temos biomas importantes, e essa utilização vem acompanhada de vários riscos, já que o cerrado e mesmo a floresta estão sendo substituídos por áreas de cultivo”. A pesquisa evidenciou grande contaminação em pessoas, segmentos ambientais, ar e animais. “Observamos contaminação em águas de rios, chuva e de poços artesianos, por exemplo. Outro resultado obtido foi em relação à contaminação de anfíbios. Animais que habitam as áreas contaminadas apresentaram alterações morfológicas mais frequentes quando comparadas às mesmas espécies que habitam áreas não contaminadas. Achamos um aumento de mais de 50% de deformações nessas áreas”, justificou. O estudo também observou as minhocas. “Comparamos a situação dessas espécies nos dois ambientes. Ficou comprovado que os herbicidas estudados (2,4 D e glifosato), quando não matam, impedem a reprodução da minhoca. Também foram encontrados resíduos de agrotóxicos no leite materno. Apesar de estarem em níveis muito baixos, podem, eventualmente, comprometer o desenvolvimento normal ou a saúde dos bebês.” O crescimento do agronegócio no país é preocupante, segundo o pesquisador. Porém, deve ser enfrentado com duas ações. “O primeiro fator para solucionar esse problema é a educação! Conscientizando a população de que os agrotóxicos contaminam os alimentos, o ambiente, o homem, além de selecionarem as espécies mais resistentes em determinado ambiente, fica mais fácil trabalharmos. Por conta disso, nossa linha de ação busca focalizar a educação em todos os níveis, mas, principalmente, na escola primária. O trabalhador ficará mais sensibilizado se a informação vier pela fala de seu filho, pois, para eles que já trabalham há muito tempo com a substância, é difícil relacionar seus problemas de saúde ao uso dos agrotóxicos.” Outra linha de ação, na opinião do pesquisador, deve ser a fiscalização. Nesse aspecto, ainda de acordo com ele, o Brasil vem deixando a desejar. “O governo tem de ser ativo na fiscalização e orientação das pessoas, particularmente dos trabalhadores rurais. Eles acabam sendo os responsáveis pela manipulação dessas substâncias que são tóxicas em alguma extensão. A falta de suporte técnico e científico a estes trabalhadores na utilização dos produtos é uma das falhas que estamos cometendo.” Em relação à pesquisa no Nordeste, Josino afirmou que o trabalho está na fase final de tratamento dos dados. Nessa região, as pesquisas contemplam o município de Arapiraca, em Alagoas, com o impacto dos agrotóxicos sobre o homem e o ambiente como resultado da fumicultura; para os impactos resultantes da produção de frutas na região do São Francisco bem como de mulheres que trabalham na plantação do tomate em Pernambuco. Informe Ensp/Agência Fiocruz de Notícias, publicado pelo EcoDebate, 23/05/2011 [ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ] Fonte: PORTAL ECODEBATE-Cidadania e Meio Ambiente |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h42
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
“Se nos calarmos, as florestas gritarão”. Qua, 25 de Maio de 2011 19:08 Coordenação nacional da CPT divulga Nota Pública sobre o assassinato dos dois ambientalistas no sudeste do Pará. A Nota destaca que "Esta é mais uma das ações do agrobanditismo e mais uma das mortes anunciadas. O casal já vinha recebendo ameaças de morte. O nome deles constava da lista de ameaçados de morte registrada e divulgada pela CPT. O de José Cláudio em 2009 e em 2010, e o de sua esposa Maria do Espírito Santo, em 2010". NOTA PÚBLICA “Se nos calarmos, as florestas gritarão” A Coordenação Nacional da CPT, reunida em Goiânia para uma de suas reuniões ordinárias, recebeu com extrema tristeza e indignação a notícia do assassinato do casal Maria do Espirito Santo da Silva e José Cláudio Ribeiro da Silva, ocorrido na manhã do dia 24 de maio, no Projeto de Assentamento Extrativista, Praia Alta Piranheira, no município de Nova Ipixuna, sudeste do Pará. Esta é mais uma das ações do agrobanditismo e mais uma das mortes anunciadas. O casal já vinha recebendo ameaças de morte. O nome deles constava da lista de ameaçados de morte registrada e divulgada pela CPT. O de José Cláudio em 2009 e em 2010, e o de sua esposa Maria do Espírito Santo, em 2010. Esta lista, junto com a dos assassinatos no campo de 1985 a 2010 foi entregue ao Ministro da Justiça, no ano passado. Mas nenhuma providência foi tomada. “José Cláudio e Maria do Espírito Santo se dirigiam de moto para a sede do município, localizada a 45 km, ao passarem por uma ponte, em péssimas condições de trafegabilidade, foram alvejados com vários tiros de escopeta e revólver calibre 38, disparados por dois pistoleiros que se encontravam de tocaia dentro do mato na cabeceira da ponte. Os dois ambientalistas morreram no local. Os pistoleiros cortaram uma das orelhas de José Cláudio e a levaram como prova do crime”, registra nota CPT de Marabá, que esteve no local do crime. José Cláudio e Maria do Espírito Santo foram pioneiros na criação da reserva extrativista do Assentamento Praia Alta Piranheira no ano de 1997. Devido à riqueza em madeira, a reserva era constantemente invadida por madeireiros e pressionada por fazendeiros que pretendiam expandir a criação de gado no local. Mas nossa indignação aumentou com a notícia, veiculada pelo jornal Valor Econômico do dia de hoje, 25, de que o deputado José Sarney Filho ao ler, em plenário, a reportagem da morte dos dois lutadores do povo, foi vaiado por alguns deputados ruralistas e pessoas presentes nas galerias da Câmara Federal, que lá estavam para acompanhar a votação do novo Código Florestal. Este fato nos dá a exata dimensão de como a violência contra os trabalhadores e trabalhadoras do campo é tratada. Certamente a notícia destas mortes foi recebida com alegria em muitos espaços, pois mais um “estorvo” no caminho dos ruralistas e dos defensores do agronegócio foi removido. A Coordenação Nacional da CPT reafirma a responsabilidade do Estado por este crime. A vida das pessoas e os bens natureza nada valem se estes se interpuserem como obstáculo ao decantado “crescimento econômico”, defendido pelos sucessivos governos federais, pelos legisladores do Congresso Nacional que aprovam leis que promovem maior destruição do meio ambiente, e pelo judiciário sempre muito ágil em atender os reclamos da elite agrária, mas mais que lento para julgar os crimes contra os camponeses e camponesas e seus aliados. A certeza da impunidade alimenta a violência. Parafraseando o Evangelho, não podemos nos calar diante desta barbárie, pois se nos calarmos, as florestas falarão (Lc 19,40). Goiânia, 25 de maio de 2011. A Coordenação Nacional da CPT ___________ Maiores informações: Cristiane Passos (Assessoria de Comunicação CPT) – (62) 4008-6406 / 8111-2890 Antônio Canuto (Assessoria de Comunicação CPT) – (62) 4008-6412 www.cptnacional.org.br @cptnacional |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h46
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
O etanol brasileiro no mundo... O etanol brasileiro no mundo. Os impactos socioambientais causados por usinas exportadoras. 
(Foto Kleber Ribeiro, colaborador desse blog que anexamos a essa reportagem). Usinas de etanol com passivos exportam para Europa e EUA Empreendimentos do setor sucroalcooleiro envolvidos em diversos problemas trabalhistas e ambientais venderam etanol para países ricos, que ensaiam normas relativas ao monitoramento socioambiental de importações. Por Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis A intensificação do debate mundial sobre a sustentabilidade da produção de etanol e a conseqüente criação de mecanismos de monitoramento pelos setores público e privado nos Estados Unidos e na Europa não estão impedindo usinas brasileiras flagradas com irregularidades trabalhistas e ambientais de exportarem o combustível para o exterior. A conclusão é do novo relatório da ONG Repórter Brasil sobre o setor canavieiro, chamado "O etanol brasileiro no mundo - Os impactos socioambientais causados por usinas exportadoras" e lançado nesta terça-feira (24). Ao cruzar informações sobre autuações trabalhistas e ambientais emitidas por órgãos oficiais com dados sobre grupos exportadores, o estudo detectou que vários deles estão presentes nas listas que apontam a ocorrência de problemas e, apesar disso, têm exportado etanol de cana-de-açúcar para países que já contam com legislações que pedem monitoramento socioambiental de importações. O estudo relata as irregularidades socioambientais, bem como os destinos das exportações, de grupos como Cosan, Greenergy International, São Martinho, Louis Dreyfus Commodities, Carlos Lyra, Copertrading, Moema/ Bunge e Noble. Há casos de trabalho escravo, excesso de jornada de trabalho, falta de registro em carteira, despejo irregular de resíduos, queimadas não permitidas e uso de terra indígena para produção de cana. Entre 2009 e 2010, foram registradas exportações de etanol por mais de 40 empreendimentos sucroalcooleiros instalados no Brasil - entre usinas, cooperativas ou empresas especializadas em comércio internacional. A Europa foi o principal destino do etanol brasileiro, com destaque para a Holanda (destino de 23 fornecedores, ao todo), Inglaterra (14), e Suíça (9). Os demais clientes de peso do combustível obtido a partir da cana-de-açúcar foram Estados Unidos (14), Japão (13) e Índia (8). As exportações brasileiras de etanol caíram 42,4%, para 1,5 milhão de toneladas em 2010. O recuo se deve a um conjunto de motivos, como a redução da disponibilidade do produto para exportação, causada pelo aumento do consumo no mercado interno e o maior uso da cana para fabricação de açúcar, além dos persistentes efeitos da crise financeira internacional nos EUA e na Europa, que contiveram a demanda por combustíveis importados. O governo e o setor privado brasileiro avaliam, porém, que a queda é conjuntural e apostam na consolidação do país como um importante exportador do produto a médio prazo. Essa mesma expectativa que vem incentivado governos estrangeiros e agentes do setor privado na tentativa de avançar acerca da definição de padrões de sustentabilidade para a importação de combustíveis renováveis, entre eles o etanol brasileiro. Os Estados Unidos, por exemplo, maiores consumidores de energia renovável do mundo, exigem que as usinas cadastrem-se na Agência de Proteção Ambiental norte-americana em troca da redução das burocracias de exportação. É um procedimento simples, que pode ser realizado pela internet e que exige um relatório assinado por um profissional independente, com detalhes sobre o parque produtivo da usina. Há pouca chance de que algum cadastro seja negado, pois a EPA já classificou o etanol de cana como uma variedade de baixo carbono avançada. No caso da União Européia, a principal peça normativa sobre combustíveis renováveis foi lançada em maio de 2009 e é chamada Diretiva 2009/28/CE. Ela determina que, até 2020, o bloco alcance uma cota de 20% de energias renováveis no consumo final bruto de energia e cada país-membro atinja a meta mínima de uso de 10% de energia renovável no setor de transportes. Para dirimir problemas socioambientais, a diretiva determina uma série de critérios de sustentabilidade para a produção de biocombustíveis. Esses critérios devem ser seguidos da mesma maneira por fornecedores de dentro ou de fora do bloco. Isso significa que uma usina sucroalcooleira do Brasil deve cumprir os mesmos requisitos de sustentabilidade exigidos de uma companhia instalada na União Européia. Mas todos esses procedimentos ainda dependem de uma fase de regulamentação na própria União Européia e nos Estados nacionais que compõem o bloco. O referido relatório é o 14º estudo produzido pelo Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis (CMA) da Repórter Brasil desde 2008. Pela terceira vez, o foco principal escolhido foi o setor sucroalcooleiro. Para ler a íntegra do estudo, clique no link: http://www.reporterbrasil.org.br/documentos/Canafinal_2011.pdf FONTE: http://www.adital.com.br |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 17h51
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Belo Monte: resposta do Brasil à OEA é vergonhosa, artigo de Telma Monteiro Faltou maturidade ao governo no trato com a OEA [EcoDebate] Atônita com a atitude do Brasil frente às recomendações da OEA sobre Belo Monte, acabo de levar um grande susto com a retaliação de Dilma Rousseff em retirar a contribuição anual à organização. Todos os membros da OEA contribuem anualmente para manter sua estrutura. Não que isso vá acabar com a OEA. Mas a atitude do Brasil tem um significado vergonhoso. Fiquei então pensando se Dilma, durante a ditadura, quando presa e torturada, na solidão de sua cela, exausta e sofrida, teria ansiado por um organismo internacional que intercedesse por ela e por aqueles que sofriam com a violação dos direitos humanos. Assim, como fez a Comissão de Direitos Humanos (CIDH) da OEA em favor dos indígenas do Xingu, para resguardar seus direitos ao consentimento livre prévio e informado. Estranho, pois, que o governo brasileiro tenha uma atitude tão ou mais xenófoba que as dos militares brasileiros da ditadura, algozes autoritários. Aqueles militares que esbravejavam e que esbravejam ainda, caquéticos hoje, contra uma ridícula ameaça americana de conquistar a Amazônia e as suas riquezas naturais. No entanto, o que consta é que os que querem explorar as riquezas naturais da Amazônia são as nossas próprias empresas estatais consorciadas com as grandes empreiteiras, com mineradoras ávidas, com bancos públicos, privados e holdings internacionais. Belo Monte significa uma montanha de dinheiro, ou a Vale não estaria agora interessada. Com tudo isso o Brasil, não este maravilhoso dos brasileiros, mas aquele dessa presidente autoritária e arrogante, está dando mostras contundentes de que não tem maturidade para integrar o tal Conselho de Segurança da ONU, tão almejado. Quem não respeita os direitos humanos e desse crime é apontado publica e internacionalmente, não pode ser levado a sério. Será que Dilma Rousseff e entourage estão esquecendo como sofreram horrores na ditadura? Será que estão fazendo uma releitura da dita ao ignorar o clamor dos indígenas do Xingu e agora o grito dos Munduruku do Tapajós? O governo, a AGU, suas excelências no Congresso, estão agindo, no caso da OEA e Belo Monte, com visível medo de que essa Medida Cautelar proferida pela CIDH se transforme em um precedente. Levando-se em conta tudo que está planejado nas obras tenebrosas do PAC, dá para entender o temor. Telma Monteiro https://twitter.com/TelmaMonteiro EcoDebate, 02/05/2011 [ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ] Fonte: PORTAL ECODEBATE-Cidadania e Meio Ambiente |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h16
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Quando o clima se torna uma forma de perseguição Segundo levantamento da ONU, 50 milhões de pessoasdeixaram seus lares por problemas decorrentes das mudançasclimáticas ou de desastres naturais...LEIA MAIS SOBRE O TEMA...
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 15h39
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
ALERTA DAS ABELHAS - AJA AGORA!  Silenciosamente, ao redor do mundo, bilhões de abelhas estão sendo mortas, ameaçando assim nossas plantações e segurança alimentar. Porém a proibição de um tipo de pesticida, poderia salvar as abelhas da extinção.
Desde que este veneno foi proibido em quatro países europeus, a população de abelhas já está se recuperando. Mas empresas químicas estão fazendo um lobby forte para manter a sua pesticida letal no mercado. Um chamado para baní-la nos EUA e na União Europeia, onde o debate é mais forte, poderá desencadear ações de outros governos ao redor do mundo.
Vamos fazer um zumbido global gigante para banir este veneno perigoso nos EUA e Europa a não ser que hajam evidências de que ele seja seguro. Assine a petição para salvar abelhas e as nossas plantações e encaminhe para todos: Para governantes dos EUA e UE:Nós pedimos que vocês proibam agrotóxicos à base de neonicotinóide até que novos estudos científicos independentes comprovem que esta substância é segura. A morte catastrófica de colônias de abelhas poderão colocar toda a nossa cadeia alimentar em perigo. Se você agir urgentemente com precaução, nós poderemos salvar as abelhas da extinção. Seja um cidadão do mundo: clique num dos links e assine a petição das abelhas. http://www.avaaz.org/po/save_the_bees?vc http://www.avaaz.org/po/save_the_bees/?copy Acesse o site do AVAAZ e participe de várias petições ao redor do mundo: 
|
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 23h35
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Estudo aponta agrotóxico em leite materno de mulheres de Lucas do Rio Verde, MT. Pesquisa em cidade de 45 mil habitantes do MT detecta presença da substância em amostras coletadas de 62 mulheres. Em algumas, havia até seis tipos do produto; toxicologista diz que contaminação põe em risco saúde de crianças. O leite materno de mulheres de Lucas do Rio Verde, cidade de 45 mil habitantes na região central de Mato Grosso, está contaminado por agrotóxicos, revela uma pesquisa da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso). Reportagem de Natália Cancian e Marília Rocha, na Folha de S.Paulo. Foram coletadas amostras de leite de 62 mulheres, 3 delas da zona rural, entre fevereiro e junho de 2010. O município é um dos principais produtores de grãos do MT. A presença de agrotóxicos foi detectada em todas. Em algumas delas havia até seis tipos diferentes do produto. Essas substâncias podem pôr em risco a saúde das crianças, diz o toxicologista Félix Reyes, da Unicamp. “Bebês em período de lactação são mais suscetíveis, pois sua defesa não está completamente desenvolvida.” Ele ressalta, porém, que os efeitos dependem dos níveis ingeridos. A ingestão diária de leite não foi avaliada, então não é possível saber se a quantidade encontrada está acima do permitido por lei. “A avaliação deve ser feita caso a caso, mas crianças não podem ser expostas a substâncias estranhas ao organismo”, diz Reyes. A bióloga Danielly Palma, autora da pesquisa, afirma que a contaminação ocorre principalmente pela ingestão de alimentos contaminados, mas também por inalação e contato com a pele. Entre os produtos encontrados há substâncias proibidas há mais de 20 anos. O DDE, derivado do agrotóxico (DDT) proibido em 1998 por causar infertilidade masculina e abortos espontâneos, foi o mais encontrado. MÁ-FORMAÇÃO Das mães que participaram da pesquisa, 19% já sofreram abortos espontâneos em gestações anteriores. Também relataram má-formação fetal e câncer, mas não é possível afirmar se os casos são consequência da ingestão de agrotóxicos. Mais de 5 milhões de litros de agrotóxicos foram utilizados no município em 2009, segundo a pesquisa. Associação afirma que danos à saúde não são provados DE SÃO PAULO A Associação Nacional de Defesa Vegetal, representante dos produtores de agrotóxicos, diz desconhecer detalhes da pesquisa, mas ressalta que a avaliação de estudos toxicológicos é complexa. Segundo a entidade, faltam estudos que comprovem prejuízos à saúde provocados por produtos usados adequadamente. “Não há evidências científicas de que, quando usados apropriadamente, os defensivos agrícolas causem efeito à saúde”. A Secretaria de Saúde de Mato Grosso diz que problema semelhante foi detectado em uma pesquisa feita há cinco anos, quando multas foram aplicadas. O caso “não se tornou um problema de saúde” na época, diz a pasta. O governo afirma que vai avaliar a situação atual. EcoDebate, 24/03/2011 Nota do EcoDebate: Apesar da burocrática argumentação da Associação Nacional de Defesa Vegetal os casos de contaminação por agrotóxicos em Lucas do Rio Verde estão bem documentados, conforme podem ler na matéria “Campo Verde e Lucas do Rio Verde, MT: Agrotóxicos em amostras de ar, água da chuva, sangue e urina” [ O conteúdo do EcoDebate é “Copyleft”, podendo ser copiado, reproduzido e/ou distribuído, desde que seja dado crédito ao autor, ao Ecodebate e, se for o caso, à fonte primária da informação ] NOTA DO BLOG "ALDEIA MUNDUS II":No Brasil o ser humano sempre fica em ultimo plano nos casos ambientais x financeiros, mesmo com Leis Ambientais e a Constituição Federal referente ao meio ambiente nos diz a desrespeito.
Alem disso o PRINCIPIO DA PRECAUÇÃO é usado em muitos países quando existe alguma dúvida sobre os maleficios a saude humana e ao meio ambiente, que aqui no Brasil dificilmente é praticado. Só depois de alguma catástrofe ou vários casos de doenças e mortes que as “autoridades” resolvem tomar providências. Assim é impossivel nos tornarmos um país de primeiro mundo... Fonte: PORTAL ECODEBATE-Cidadania e Meio Ambiente |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 12h53
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
NUVENS DE CHUVA-JOSE BONIFÁCIO-SP. Uma beleza que antes levava os agricultores alegria por causa das promessas de boas colheitas, hoje ficam desconfiados por causa das fortes chuvas que mais destroem do que irrigam a terra. Nuvens que traz a força destruidora das tempestades e as poderosas descargas elétricas (raios), o céu com um azul cinzento formando uma espécie de obra de arte que nos mostra a força de Deus e amedronta os homens das cidades... Uma beleza que nos aflige... Uma beleza perigosa...
Agredida em demasia a natureza reage muitas vezes com violência, pois nunca se defendeu, e agora nos nega o que o homem nunca lhe deu: o carinho na sua devida importância. 
Curiosidades sobre o tempo: Supergotas de chuva. A incidência dos grandes temporais, quando a chuva cai pesada e em quantidade absurda a ponto de quase destruir cidades e sua infra-estrutura, entre os vários fatores um deles nos deixa curioso: o diâmetro médio das gotas de chuva é de um a dois milímetros, entretanto o Brasil bateu um recorde, pois foi observada uma gota com diâmetro de um centímetro (10 mm), sendo que o recorde anterior foi notado no Havaí em 1986 com uma gota de 8,8 mm. Dados do livro (F)utilidades - Mistérios do Dia-a-Dia Explicados Andrei Winograd. Esse fenômeno foi registrado pelos aviões de pesquisa que voavam por dentro das nuvens. Cientistas suspeitam que a formação de supergotas possa ter origem nas queimadas ocorridas no Brasil. 
Alem disso está ocorrendo uma coincidência curiosa aqui no Estado de São Paulo, os temporais tem sido mais intensos coincidindo com as grandes queimadas agrícolas nos canaviais. A ciência progride e descobre soluções quando existem perguntas. Porque está havendo esse desequilíbrio climático com mais relevância no sudeste brasileiro? Leia mais clicando no link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u677023.shtml
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 16h35
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
A revolução está na lei Greenpeace põe no prédio do Congresso uma torre eólica para lembrar aos deputados que a Lei de Renováveis, esperando votação, garante o futuro limpo para o Brasil.  O dia (24/02/2011) no Congresso Nacional em Brasília começou movimentado. Por volta das 9h ativistas do Greenpeace entraram em ação para pedir que os deputados federais votem o Projeto de Lei de Renováveis, paralisado desde o final de 2009 na Câmara Federal. Um grupo de dez pessoas “plantou” uma torre eólica inflável de 25 metros ao lado da cúpula da Câmara Federal, onde se lia a frase “Energia limpa. Voto no futuro”. Por duas horas os ativistas se mantiveram sentados no local. Quatro pessoas ficaram detidas na Sede da Polícia Legislativa do Senado. Dois fotógrafos da imprensa foram agredidos. A reação intempestiva dos seguranças é um contraponto às intenções do Greenpeace: promover um desenvolvimento limpo e pacífico do país. O Projeto de Lei 630/03, de autoria do deputado Fernando Ferro (PT-PE), mais conhecido como Li de Renováveis, é considerado a semente de uma revolução energética capaz de garantir o futuro de nosso país. LEIA MAIS...Clique no link: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/A-revolucao-esta-na-lei |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 21h33
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Exploração de trabalho contamina produção de etanol Fonte: PORTAL ECODEBATE-Cidadania e Meio Ambiente Trabalhadores recebem por produção, o que leva muitos a morrerem de exaustão. Estudo revela as condições das famílias dos camponeses responsáveis pelo corte da cana-de-açúcar Estudo desenvolvido na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP identificou os efeitos que a migração sazonal de camponeses do Vale do Jequitinhonha – para o corte de cana-de-açúcar e produção de açúcar e etanol – causa nas famílias desta localidade, considerada uma das mais pobres do país. O estudo faz parte da tese de doutorado da geógrafa Lúcia Cavalieri e levou cinco anos para ser concluído. A pesquisa de campo, que coletou dados durante quatro meses, foi realizada em duas comunidades rurais: Alfredo Graça e Engenheiro Schnoor, ambas localizadas no município de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha. Segundo dados do estudo, apenas em 2007, cerca de 7.000 homens da região de Araçuaí, deixaram sua família e sua terra e migraram para cortar cana na produção industrial do açúcar e do álcool no interior do estado de São Paulo. De acordo com a pesquisadora, o estudo, além de ser um importante para o campesinato brasileiro, evidencia o outro viés da produção de etanol e de açúcar.“Além dos homens fazerem um trabalho degradante nas plantações de cana-de-açúcar, eles também ficam cerca de nove meses longe de suas famílias. Isso causa grande desgaste emocional e desestruturação familiar. Esse é o custo que uma parcela das famílias brasileiras paga para obtermos a, equivocadamente chamada, energia limpa proveniente do etanol da cana-de-açúcar”, infere Lúcia. Famílias O pesar não é apenas dos bóias-frias que partem. “As mulheres são as que mais sofrem neste processo”, afirma a pesquisadora, “são mulheres fortes, que trabalham na terra, exercem atividades domésticas e que ainda são responsáveis por conceder aos serviços básicos e de educação. Contudo, sentem a ausência das relações familiares e dos maridos, que passam ao menos nove meses longe”. Contudo, estas famílias ainda permanecem nos seus municípios de origem, mantendo uma migração temporária. Este aspecto peculiar, segundo a pesquisadora, deve-se às comunidades possuírem uma identidade muito forte e um sentimento de pertencimento àquela porção de terra e àquele modo de vida. “O dia a dia e o tratar da terra faz muito sentido. Mais sentido do que a vida fora da comunidade”. Usinas de etanol Os baixos salários pagos pelas usinas de processamento de cana-de-açúcar aos cortadores influi diretamente na qualidade de vida destes. “Por receberem por produção (toneladas/dia) e não por horas de trabalho, muitos cortadores morrem por exaustão, no intuito de auferir um pouco mais de renda à família”, expõe a pesquisadora. Segundo ela, o argumento ambiental não pode prevalecer sobre os aspectos sociais. “Enquanto as usinas recebem incentivos governamentais para a produção de etanol, em grandes porções de terras, as famílias dos cortadores, continuam em situação econômica e social precárias”, conclui. Reportagem de Marcelo Pellegrini, da Agência USP de Notícias, publicada pelo EcoDebate, 22/02/2011 |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h52
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Fazendeiro cobra até lona de barraco dos escravizados Aliciadas em Paragominas (PA), as vítimas foram encontradas no fim de janeiro em São João do Carú (MA), nas Fazendas Asa Branca I e II. Entre os escravizados, havia três adolescentes com 16 anos de idade e duas mulheres. Por Bianca Pyl O grupo móvel de fiscalização e combate ao trabalho escravo libertou 20 pessoas que eram obrigadas a pagar até pela lona que cobria o barraco improvisado como alojamento. As vítimas foram encontradas no fim de janeiro em São João do Carú (MA), nas Fazendas Asa Branca I e II. Entre os escravizados, havia três adolescentes com 16 anos de idade e duas mulheres. Todos foram aliciados em Paragominas (PA) por um "gato" (intermediário na contratação). Eles faziam a "limpeza" da área, retirando arbustos e ervas daninhas, para expansão da atividade pecuária. Os empregados eram obrigados a viver em dois barracos cobertos por lona preta e folhas de bananeiras que eles mesmos construíram. A estrutura dos barracos era de madeira roliça, facilmente encontrada na mata nativa. "O custo era zero para o empregador, já que a madeira e as folhas de palmeira ainda podem ser colhidas gratuitamente", explica Klinger Moreira, auditor fiscal do trabalho que coordenou a operação do grupo móvel. O metro de lona preta custa R$ 0,50. Mas nem com essa despesa o empregador Francisco Costa da Silva arcou. Ele pretendia descontar o valor do material dos vencimentos dos próprios empregados. Para preparar a comida, os trabalhadores construíram um fogão de barro, para ser alimentado a lenha. O objeto dividia espaço com as redes. Não havia instalações sanitárias e as vítimas utilizavam as imediações dos barracos como banheiro. As pessoas se banhavam em um igarapé. Para garantir um mínimo de privacidade, o grupo fincou palhas de palmeira para cercar o espaço em volta do local que permitia acesso às águas. As roupas de cama utilizadas, compara Klinger, era semelhante às de moradores de rua. "Eram sujas e esfarradas. Mesmo assim, eram as únicas que eles dispunham para se proteger à noite. Ressalto que essas roupas de cama foram trazidas de suas casas", conta o auditor fiscal. O empregador cobrava também pela péssima comida que fornecia aos empregados. Não havia local adequado para armazenar os alimentos. A água consumida vinha de caçambas cavadas diretamente na terra ou em córregos próximos ao acampamento. Nas frentes de trabalho, não havia água potável, banheiro e local para refeições. Nenhum trabalhador possuía registro em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). O empregador pagou mais de R$ 63 mil referentes à rescisão do contrato de trabalho. As vítimas retornaram ao Pará, tendo suas viagens custeadas pelo empregador. Parte dos libertados estava na propriedade há cerca de um mês, desde 26 dezembro. Os 17 adultos terão direito às três parcelas do Seguro Desemprego para Trabalhador Resgatado. Foram lavrados 12 autos de infração. O procurador do trabalho Marcos Rosa também participou da ação. A Repórter Brasil não conseguiu localizar o fazendeiro para comentar o caso. FONTE: http://www.reporterbrasil.org.br |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h18
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Condições de trabalho em canaviais Saúde vai criar normas para melhorar condições de trabalho em canaviais de SP  Foto ilustrativa. A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo acaba de finalizar estudo inédito sobre as condições de trabalho nas lavouras de cana-de-açúcar paulistas. O levantamento, feito com base em inspeções coordenadas pela Vigilância Sanitária Estadual, irá nortear regulamentação estadual neste ano, para melhorar as condições sanitárias no trabalho dos profissionais do setor. Segundo o estudo, a cana-de-açúcar é cortada manualmente na grande maioria das lavouras. O trabalho é repetitivo e exaustivo. A cada um minuto trabalhado são feitas 17 flexões de tronco pelo cortador, aplicados 54 golpes de facão, o joelho fica todo o tempo semiflexionado e há extensão da cervical. Não há sombra nos canaviais e o cortador não se hidrata adequadamente. Por dia, são cortadas e carregadas em média 12 toneladas de cana e percorrido um percurso de quase nove quilômetros. No final de um dia de trabalho, o cortador perdeu oito litros de água. Os trabalhadores normalmente já levam de casa a água para consumo na lavoura e depois reabastecem nos reservatórios dos ônibus quando possível. Esses reservatórios não são refrigerados e apresentam péssimas condições de armazenamento e higiene. A água fornecida não vem de fontes tratadas em 40% dos casos e, por isso, nem sempre atende aos requisitos de potabilidade. Quanto à alimentação, os trabalhadores também não têm local adequado para realizarem refeições e nem local apropriado para acondicionar a refeição. Enquanto trabalham, os cortadores carregam consigo suas marmitas. Muitas vezes, o alimento fermenta ou azeda. Porém, como o trabalho consome muita energia, eles acabam consumindo a comida mesmo que esteja estragada. O setor sucroalcooleiro apresenta grande contrastes em sua cadeia produtiva. Apesar de ser uma indústria altamente lucrativa, as condições de trabalho ainda são, geralmente, de qualidade ruim, colocando em risco a saúde dos trabalhadores. “A Vigilância Sanitária está olhando para esse setor e discutindo políticas de saúde. O empregador tem que saber que está sendo vigiado”, afirma Maria Cristina Megid, diretora da Vigilância Sanitária Estadual. Desde 2007, a Secretaria capacitou 500 profissionais de todo o estado para fazer a fiscalização desse setor. Nesse período, foram inspecionadas 148 usinas e feitas 102 autuações. Hoje a Secretaria já possui normatização estadual para condições sanitárias dos alojamentos onde ficam os canavieiros. A fiscalização é feita em parceria com as vigilâncias sanitárias municipais. Autoria: Assessoria de Imprensa - 06/01/11 Site da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h16
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Pó de café...
Pó de café usado combate dengue, remove odores e é bom adubo orgânico. Do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. O Brasil consome anualmente 1 milhão de toneladas do produto; em vez de jogar no lixo... veja como reaproveitar... |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 13h55
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. 2011 será o Ano Internacional das Florestas.  Intenção da ONU é sensibilizar a sociedade mundial para preservação das matas, essenciais para a vida sustentável no planeta. Rogério Ferro, da equipe Akatu Com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre a importância da preservação das florestas para uma vida sustentável no planeta, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), declarou 2011, oficialmente, o Ano Internacional das Florestas. O tema da celebração é “Florestas para o Povo”. S A I B A M A I S: Mata incendiada em 09/10-José Bonifácio-SP: 
|
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 11h46
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Secretaria do Meio Ambiente divulga ranking ambiental dos municípios paulistas. 
José Bonifácio atinge 131º no ranking no projeto Município Verde Azul com 80,58 pontos. Um avanço excepcional em relação ao ano 2009 onde ficamos no 522º lugar com 28,07 pontos. A adesão dos municípios ao Protocolo Verde é voluntária. Seu endosso resulta no comprometimento com uma agenda de 10 diretivas ambientais. São elas: 1. Esgoto Tratado Realizar a despoluição dos dejetos em 100% até o ano de 2010, ou, sendo financeiramente inviável, firmar um termo de compromisso com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, comprometendo-se a efetivar o serviço até o final de 2014. 2. Lixo Mínimo Estabelecer no município gestão que garanta inexistência de qualquer tipo de disposição irregular de resíduos sólidos e promover coleta seletiva e a reciclagem do resíduo gerado no município. 3. Mata Ciliar Participar em parceria com outros órgãos públicos e entes da sociedade da recuperação de matas ciliares, identificando áreas, elaborando projetos municipais e viabilizando e execução de outros projetos com este fim. 4. Arborização urbana Programar, aprimorar as áreas verdes municipais, diversificando a utilização das espécies plantadas e garantir a manutenção destas áreas e o suprimento de mudas destinadas à re-vegetação de áreas degradadas e para arborização preferencialmente de espécies nativas e frutíferas. 5. Educação ambiental Estabelecer programa de educação ambiental na rede de ensino municipal, promovendo a conscientização da população a respeito das ações da agenda ambiental e participar em parceria das iniciativas da Secretaria de Estado do Meio Ambiente. 6. Habitação sustentável Definir critérios de sustentabilidade na expedição de alvarás da construção civil, restringindo o uso de madeira nativa, principalmente oriunda da Amazônia e favorecendo o desenvolvimento e a aplicação de tecnologias para economia de recursos naturais. 7. Uso da água Implantar um programa municipal contra o desperdício de água e apoiar mecanismos de cobrança pelo uso da água em sua bacia hidrográfica, favorecendo e se integrando ao trabalho dos Comitês de Bacia. 8. Poluição do ar Auxiliar o governo no controle da poluição atmosférica, especialmente no controle das emissões veiculares de fumaça preta nos veículos a diesel da prefeitura e nos prestadores de serviço do município, além de participar de demais iniciativas na defesa da qualidade do ar. 9. Estrutura ambiental Constituir na estrutura municipal executiva, órgão responsável pela política ambiental, sendo que nos municípios com população superior a 100 mil habitantes seja estabelecida uma Secretaria de Meio Ambiente e garantir a capacitação do corpo técnico que compõe esta estrutura. 10. Conselho de Meio Ambiente Constituir órgão de representação e participação da sociedade, de caráter consultivo, deliberativo e paritário, envolvendo a comunidade na agenda política administrativa ambiental local. Veja Pontuação dos municípios: http://www.cetesb.sp.gov.br/municipioverde/relatorio_2010/default.asp http://www.ambiente.sp.gov.br/municipioverdeazul/ Veja a relação completa dos municípios certificados nos blogs:
ALDEIA MUNDUS II
PAINEL GERAL |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h06
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
1 Humanos, insanos e os outros....  Estamos vivendo uma guerra ecológica: de um lado os humanos de outro os insanos. E no meio desta balbúrdia aqueles que são surdos, mudos e cegos esses são os outros... No inicio as principais vítimas são: As arvores, as plantas e as flores, os animais, insetos, bactérias, aves, peixes, micro-organismos, anfíbios etc. todos esses seres traz cores, musica e vida que embelezam a Terra. E apenas um ser dentre todos suja e destrói a Terra: o insano bicho homem que pouco se importam com suas crias e idosos... Temo pela reação da maior Força do universo!!! Deus nos deu a Terra já habitada de presente e nela toda a beleza da fauna e flora. Será que todo o dinheiro e bens que existe e estão criando na Terra, servirá pra alguma coisa num mundo desértico com temperaturas semelhantes a fornos? Uma idéia "genial": : Criaremos gigantescos aparelhos de ar condicionados para nos abrigar presos e protegidos, e do lado de fora uma paisagem vermelha consumida pela fornalha que criamos...
VEJA O NOVO BLOG NO LINK ABAIXO:
ALDEIA MUNDUS II
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 14h42
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
... O Planeta Agoniza-João Fidélis de Campos Filho*  Países ricos e pobres reunidos em Cancun (México) na décima sexta Conferência da ONU sobre o clima (COP16) colocam sobre a mesa suas divergências numa disputa renhida onde cada centímetro do cabo de guerra puxado pelos oponentes vale milhões de dólares ou muito prestígio político. Em um mundo cada vez mais atento e preocupado com os efeitos nocivos da poluição, o desmatamento e a emissão de gases industriais que têm aumentado a temperatura do planeta, as pressões fluem de todos os setores representativos da sociedade mundial para que se chegue a acordo que amplie as responsabilidades de cada nação. O Greenpeace realizou um criativo protesto esta semana colocando maquetes dos principais símbolos de importantes nações, como a Estátua da Liberdade, a Torre Eiffel, as Pirâmides do Egito, o Cristo Redentor, no mar e deixando-as afundar para demonstrar a indignação com o posicionamento dos governos em relação a um acordo que beneficie o planeta em Cancun. Como foi dito no início os países ricos permanecem irremovíveis em aderir integralmente ao Protocolo de Kyoto, em especial EUA e China (os vilões da emissão de poluentes) que até agora não assinaram o Protocolo e se negam a fazer a sua parte. Para piorar o Japão, Canadá e Rússia ameaçam a abandonar o acordo, que expira em 2012, se os países emergentes, principalmente China e Índia, não se comprometerem a fazer a parte deles, reduzindo também a emissão. Pelo que se vê nesta queda de braço mesmo as conquistas adquiridas até o momento podem ir por água abaixo. Por outro lado os países pobres e os emergentes, incluindo aí o Brasil, lutam pela aprovação de um fundo internacional para os ajudarem a se adaptar às novas mudanças climáticas e também os prejuízos com a sua parte no acordo. Estes países culpam as nações desenvolvidas pelo atual estado de deterioração do meio ambiente e cobram deles a doação para o fundo. Este quebra-cabeça tem um apimentado ingrediente neste ano que é a atual crise econômica, cujos efeitos recessivos e alto nível de desemprego na Europa e EUA, levanta reações nacionalistas e provoca desinteresse destas nações em mudanças que afetem ainda mais este quadro. As pressões de ambientalistas continuam, principalmente agora que os efeitos do aquecimento global têm provocado tantos estragos em todo planeta, com inundações, incêndios, aumento da desertificação, etc. e ocasionando mortes e uma série de catástrofes e mortes. È importante lembrar que os adiamentos de medidas essenciais para a melhoria das condições climáticas podem agravar e acelerar os problemas ambientais do mundo todo, pois sabe-se que apesar das diferenças de raça, cultura, poder econômico e bélico, a população mundial faz parte de um único ecossistema gigantesco e constitui uma aldeia global. Teme-se que as divergências entre ricos e pobres na COP 16 em Cancun repitam o que aconteceu em Copenhague no ano passado onde os debates não resultaram num compromisso efetivo de redução dos gases estufa. De qualquer fica claro que as medidas não podem ser colocadas em baixo do tapete, pois as conseqüências podem ser drásticas. João Fidélis de Campos-Cirurgião-Dentista-Votuporanga-SP |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 01h03
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Preservação ambiental ou crescimento econômico? Brasileiros escolhem preservação
Fonte: Instituto AKATU. Pesquisa do Ministério do Meio Ambiente e do Walmart, revela, entretanto, que há pouca disposição para mudanças que dão trabalho ou envolvem custos. Rogério Ferro, da equipe Akatu
Segundo uma pesquisa realizada em 11 capitais brasileiras pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceria com o Walmart, apoiador estratégico do Akatu, a maioria dos brasileiros (59%) considera que a preservação ambiental merece atenção prioritária em relação ao crescimento econômico. Outros 41% dos entrevistados defendem o contrário. CONTINUE LENDO... |
Categoria: Opinião/Notícias
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h18
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Águas subterrâneas Unesco realizará reunião internacional sobre águas subterrâneas Fonte Ambiente Brasil - 2/12/2010 - http://www.ambientebrasil.org.br/ A Unesco realizará uma conferência internacional na qual cerca de 400 pessoas analisarão a situação dos recursos aquíferos além das fronteiras, um novo campo de legislação que desenvolve as Nações Unidas, informou nesta quinta-feira a organização. Prevista para ser realizada em Paris entre 6 e 8 de dezembro, a reunião vai explorar os desafios surgidos desde que a ONU aprovou em 2008 uma resolução sobre o "direito dos aquíferos além das fronteiras", entre os quais estão contabilizados os recursos subterrâneos, que representam 96% das reservas de água doce do planeta. Cientistas, juristas, pesquisadores e diplomatas, entre outros, vão explorar os diferentes mecanismos para tramitar a água doce subterrânea e transnacional, acrescentou em comunicado a Unesco. Trata-se de um encontro com o objetivo de preparar a próxima sessão da Assembleia Geral da ONU em 2011, sobre a possível adoção de uma convenção sobre a água transnacional, acrescentou a organização com sede em Paris. Além disso, a reunião Aquíferos além das fronteiras: desafios e perspectivas revisará o estoque do primeiro mapa desse tipo de recursos, publicado há dois anos pela Unesco. A reunião da próxima semana conta com o apoio da IAH (Associação Internacional de Hidrogeologistas) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. ************************************************************************************************* Comentário do blog: A nossa preocupação é com as grandes fazendas da monocultura da cana de açúcar no Estado de São Paulo, que despejam toneladas de resíduos de agrotóxicos e outros poluentes sobre o solo onde se encontra o aquifero Guarani conforme demonstra as gravuras abaixo. Aquifero que serve agua potável a milhões de pessoas, nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Goiás. E nos paises Paraguai, Uruguai e Argentina. Se houver a contaminação do Aquifero Guarani milhões de pessoas serão prejudicadas, uma tragédia humanitária, pois populações inteiras do Brasil e até de paises vizinhos dependem dessa água para sua sobrevivência. 
|
Categoria: Agua.
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 00h34
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Campanha Plante uma Árvore.
Mais uma boa ação da Prefeitura Municipal de José Bonifácio-SP em favor do MEIO AMBIENTE.  Campanha Plante uma Árvore. Está em andamento na cidade de José Bonifácio-SP a campanha PLANTE UMA ARVORE, a Lei n. 3.469/2010 obriga os proprietários de imóveis localizados na zona urbana do município o plantio de ao menos uma árvore no passeio publico em frente ao seu imóvel, alem disso o proprietário deve realizar a manutenção dessa árvore até que complete cinco anos. E no caso de uma arvore ser cortada sem justificativa aceitável, o proprietário fica obrigado ao replantio imediatamente. A Lei Complementar 08/2009, Seção III, artigo 15º, referente ao código de posturas municipal/Meio Ambiente proíbe com rigor o corte de árvores no município, o que levou as pessoas entrar em contato com a Prefeitura Municipal de José Bonifácio com a finalidade de esclarecer duvidas sobre o assunto. A arborização além de contribuir com a despoluição do ar, absorve os ruídos, e tem uma grande importância para diminuir as temperaturas nos centros urbanos, que se transformam em verdadeiras ilhas de calor nas épocas mais quentes do ano. Essas "ilhas ou bolhas" de ar quente favorecem a formação de tempestades que podem ser devastadoras, dependendo do choque das frentes frias com a diferença das temperaturas encontradas nessas regiões, que muitas vezes impera apenas o asfalto das ruas e o concreto dos prédios. Uma verdadeira fonte geradora de calor localizado, que altera a pressão atmosférica desses locais criando ali um ponto de grande força de atração de chuvas e ventos, uma equação conforme a força da frente fria e o calor das regiões, isso ocorre visto que o ar quente é sabidamente mais leve do que o frio. Vamos imaginar o peso do ar frio sobre uma região que está com as temperaturas elevadas, forma-se uma verdadeira pororoca na atmosfera, por essa razão as grandes ventanias quanto as temperaturas caem. Temos uma escolha. Conviver com a presença das arvores que apenas geram algumas folhas caídas ou os prejuízos que podem ser advindos de uma tempestade por falta dessas nossas amigas. Diante disso a PREFEITURA MUNICIPAL DE JOSE BONIFÁCIO está procurando proteger a sua população do calor insuportável dos últimos tempos, contribuindo para diminuir o aquecimento global e formar uma barreira contra as famosas pancadas de chuvas, que na realidade são tempestades localizadas por causa dessas "bolhas" de ar quente. Cortes de arvores do passeio publico:
Fazer um requerimento junto a Prefeitura Municipal endereçado ao Prefeito Pedro José Brandão dos Reis solicitando autorização, evitando dessa forma multas e medidas judiciais. Como plantar uma árvore? Em José Bonifácio existem dois viveiros de mudas: 1)Um é situado no prédio da Policia Ambiental, localizado na Avenida Luiz Pereira Lima, 406 – Santa Maria. 2)E o outro em fase de construção situado no Jardim Carlos Cassetari, junto à horta comunitária do projeto municipal “Travessia”, localizado na Rua Sebastião Antonio de Mendonça, 268 – Carlos Cassetari. Mais informações você encontra no link: http://www.josebonifacio.sp.gov.br/meioambiente E através do e-mail do Conselho Municipal do Meio Ambiente: COMMAMJB@GMAIL.COM |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 18h25
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Abraço na natureza.
Essa foto é um exemplo para todos nós, um recado da mãe natureza que não limita espaço algum para seus filhos, é um recado que todos poderemos viver em PAZ se soubermos dividir e reconhecer o espaço que couber a cada um de nós. As divisões e lutas por espaços cada vez maiores nos leva a ficar sozinhos, porque as distancias irão ficar maiores e será impossível um abraço fraterno e amigo como parece dessas duas arvores. Talvez os vegetais compreendam melhor a vontade de Deus do que nós, por isso que eles nascem e vivem sempre em grupos, formando jardins e florestas.
Rivaldo R.Ribeiro-José Bonifácio-SP.
Veja mais fotos em tamanho ampliado clicando aqui: ALDEIA MUNDUS II |
Categoria: Meio ambiente e Natureza
Postado por Rivaldo R. Ribeiro às 22h46
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
|